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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Pinus, a preocupação do Paraná
Maior exportador de compensados, Estado realiza encontro para discutir as exigências da União Européia. O Brasil poderá perder um mercado anual de US$ 850 milhões em exportações de compensados de pinus para fins estruturais (uso em pisos, paredes e tetos) , se não se enquadrar, em apenas cinco meses, nas normas da União Européia, que fixa critérios especificamente para esse segmento.
A advertência é do superintendente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecânicamente (Abimci), Jeziel Adam de Oliveira, que se reuniu com aproximadamente 150 produtores e exportadores do produto na cidade de Bituruna, a 350 quilômetros de Curitiba. Na pauta, as exigências européias de certificação do compensado, que puxarão investimentos da ordem de US$ 1 milhão e o reconhecimento, por parte do Instituto Nacional de Metrologia e Normas Técnicas (Inmetro), de um laboratório específico para certificação de painéis de compensados. As exigências da UE entrarão em vigor a partir do dia 2 de abril de 2004.
"As encomendas desses painéis são feitas em setembro e outubro, para embarque no início do próximo ano. Se não tivermos garantido o CE Marking, que simboliza a conformidade do produto às exigências da UE, até aquela data, os importadores simples-mente não vão encomendar nosso produto", afirma o superintendente da Abimci.
Os países da comunidade européia absorvem 32% das exportações brasileiras de compensados de pinus e os EUA outros 30%.
Do total de 1,5 milhão de metros cúbicos de exportação anual de compensados, padrão 2,44 m por 1,22 m, para a União Européia, o Paraná participa com 1,2 milhão de m³, fornecidas por 70 empresas estaduais que garantem 700 mil empregos diretos. Os 300 mil m³ restantes são formados por compensados de madeira tropical, exportados pelo Pará, Maranhão e Mato Grosso. O produto nacional será substituído por similares norte-americanos, canadenses, em fase final de certificação segundo o padrão europeu e também por produto da Finlândia e países do Leste Europeu.
" Nosso produto, sem a certificação européia, só será aceito nos mercados marginais, de embalagens", informou ainda Oliveira, preocupado com a possibilidade de os EUA também adotarem medidas semelhantes às européias, que fixam regras relativas à flexão do material sob pressão.
Fonte: Gazeta
A advertência é do superintendente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecânicamente (Abimci), Jeziel Adam de Oliveira, que se reuniu com aproximadamente 150 produtores e exportadores do produto na cidade de Bituruna, a 350 quilômetros de Curitiba. Na pauta, as exigências européias de certificação do compensado, que puxarão investimentos da ordem de US$ 1 milhão e o reconhecimento, por parte do Instituto Nacional de Metrologia e Normas Técnicas (Inmetro), de um laboratório específico para certificação de painéis de compensados. As exigências da UE entrarão em vigor a partir do dia 2 de abril de 2004.
"As encomendas desses painéis são feitas em setembro e outubro, para embarque no início do próximo ano. Se não tivermos garantido o CE Marking, que simboliza a conformidade do produto às exigências da UE, até aquela data, os importadores simples-mente não vão encomendar nosso produto", afirma o superintendente da Abimci.
Os países da comunidade européia absorvem 32% das exportações brasileiras de compensados de pinus e os EUA outros 30%.
Do total de 1,5 milhão de metros cúbicos de exportação anual de compensados, padrão 2,44 m por 1,22 m, para a União Européia, o Paraná participa com 1,2 milhão de m³, fornecidas por 70 empresas estaduais que garantem 700 mil empregos diretos. Os 300 mil m³ restantes são formados por compensados de madeira tropical, exportados pelo Pará, Maranhão e Mato Grosso. O produto nacional será substituído por similares norte-americanos, canadenses, em fase final de certificação segundo o padrão europeu e também por produto da Finlândia e países do Leste Europeu.
" Nosso produto, sem a certificação européia, só será aceito nos mercados marginais, de embalagens", informou ainda Oliveira, preocupado com a possibilidade de os EUA também adotarem medidas semelhantes às européias, que fixam regras relativas à flexão do material sob pressão.
Fonte: Gazeta
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