Voltar
Notícias
21
mai
2009
(CARBONO)
Investidores demandam melhorias no mercado de carbono global
O grupo europeu Institutional Investors Group on Climate Change (IIGCC), que engloba 52 investidores institucionais que gerenciam cerca de € 4 trilhões, pedem melhorias consistentes no mercado global de carbono para a manutenção da sua credibilidade.
O IIGCC alega que para incentivar os investimento e apoiar uma economia com baixas emissões de carbono, o mercado precisa de sinais de preços mais fortes que seriam provenientes de limites ambiciosos sobre as emissões de gases do efeito estufa.
O relatório “Em direção a um mercado global de carbono efetivo”, de autoria do IIGCC, defende que a longo prazo países como a China e Índia deveriam assumir compromissos de cortes sobre as emissões e participar dos esquemas de comércio.
O grupo reconhece que o mercado de carbono não poderá oferecer uma solução para a mitigação das mudanças climáticas em todos os setores e que, por isso, este mecanismo deve ser complementado com outras políticas, como incentivos, regulamentação, taxas e padrões para produtos e processos. Os esquemas de comércio de emissões existentes e planejados devem ser consistentes para permitir a futura ligação destes sistemas e apoiar a criação de um mercado global, defende o relatório.
Quanto ao Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), o IIGCC acredita que para melhorar a sua efetividade, é necessário introduzir medidas como metas baseadas em setores ou programas ao invés da abordagem atual de projetos, mudanças no quadro institucional e redefinição do conceito de adicionalidade.
Os investidores acreditam que o mercado global de carbono pode alcançar US$ 2 trilhões em 2020.
O IIGCC alega que para incentivar os investimento e apoiar uma economia com baixas emissões de carbono, o mercado precisa de sinais de preços mais fortes que seriam provenientes de limites ambiciosos sobre as emissões de gases do efeito estufa.
O relatório “Em direção a um mercado global de carbono efetivo”, de autoria do IIGCC, defende que a longo prazo países como a China e Índia deveriam assumir compromissos de cortes sobre as emissões e participar dos esquemas de comércio.
O grupo reconhece que o mercado de carbono não poderá oferecer uma solução para a mitigação das mudanças climáticas em todos os setores e que, por isso, este mecanismo deve ser complementado com outras políticas, como incentivos, regulamentação, taxas e padrões para produtos e processos. Os esquemas de comércio de emissões existentes e planejados devem ser consistentes para permitir a futura ligação destes sistemas e apoiar a criação de um mercado global, defende o relatório.
Quanto ao Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), o IIGCC acredita que para melhorar a sua efetividade, é necessário introduzir medidas como metas baseadas em setores ou programas ao invés da abordagem atual de projetos, mudanças no quadro institucional e redefinição do conceito de adicionalidade.
Os investidores acreditam que o mercado global de carbono pode alcançar US$ 2 trilhões em 2020.
Fonte: Carbono Brasil/IIGCC
Notícias em destaque
O que explica a queda no mercado florestal
O setor florestal brasileiro mantém trajetória de crescimento em área cultivada, ao mesmo tempo em que enfrenta ajustes no...
(MERCADO)
Erva-mate vai além da cuia e passa fronteiras
Empresa gaúcha idealizou refrigerante usando a mesma planta do chimarrão e tem despertado interesse até mesmo em...
(AGRO)
BNDES destina R$ 25 milhões para pesquisa e desenvolvimento de 30 espécies madeireiras nativas
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou, no final de 2025, um financiamento não reembolsável de...
(GERAL)
Relatório de Sustentabilidade da Bracell está entre os 15 melhores do Reporting Matters Brasil
A Bracell, uma das líderes globais na produção de celulose solúvel e especial, teve seu Relatório de...
(GERAL)
Exportações de móveis e colchões abrem 2026 em queda e refletem nova geografia do comércio global
Atualizações do Tarifaço americano, ratificação e entrada em vigor do Acordo Mercosul-União Europeia,...
(MERCADO)
Clonagem de araucárias acelera produção de semente e pesquisadores projetam “pomares de pinhão”
Pesquisa da Embrapa levou 15 anos para concretizar processo que altera o tamanho e o tempo de desenvolvimento da araucária.
Uma...
(TECNOLOGIA)













