Voltar
Notícias
04
mai
2009
(MADEIRA E PRODUTOS)
Chip para identificar árvores é nova arma contra fraudes na exploração madeireira
Sistema foi desenvolvido por instituto brasileiro. Grupo está pesquisando sensores contra desmatamento.
Um novo sistema de chips colocados em árvores é a proposta de um instituto brasileiro para controlar áreas de manejo florestal e combater o desmatamento.
O Instituto Web Florestal Planet, sediado em Cuiabá, desenvolveu a tecnologia que permite marcar as árvores com um componente eletrônico carregado com informações como espécie, altura e tamanho.
O equipamento foi desenhado para uso em áreas de manejo, aquelas em que a extração de madeira é feita de forma planejada para conservar a floresta. A partir de uma central, será possível controlar exatamente quais árvores estão sendo retiradas.
Depois de retirada da natureza, a madeira pode ser monitorada até seu beneficiamento. “A intenção é impossibilitar fraudes de madeira em campo, falsa volumetria (medição de volume), troca de espécies”, explica Roberto Bucar, presidente do instituto.
Da forma como é feita atualmente, a extração dá margem a fraudes: são comuns casos em que a quantidade declarada de madeira extraída da área de manejo é aumentada de forma ilegal para que toras retiradas ilegalmente de outros lugares, como terras da União, possam ser incluídas e regularizadas.
Com a identificação exata de cada árvore a ser derrubada, todo o processo passaria a ser rastreado eletronicamente, eliminando esse tipo de fraude. Bucar explica que a iniciativa de usar a tecnologia terá de vir do próprio madeireiro interessado em comprovar a origem legal de seu produto. “Vamos testar o sistema em um projeto-piloto em Nova Mutum (MT)”, diz.
Desmatamento
Outra tecnologia do Instituto Web Florestal Planet ainda em fase desenvolvimento são dispositivos para monitoramento de desmatamento. Também presos às árvores, eles têm sensores que podem acionar uma central quando houver risco para a floresta.
“Estamos desenvolvendo sensores capazes de detectar a vibração de serras elétricas, tratores, caminhões, e também o calor do fogo”, informa o presidente do instituto. “Queremos trabalhar em reservas legais, terras indígenas”, cita, acrescentando que o equipamento deve estar pronto para uso efetivo “em dois meses”.
Um novo sistema de chips colocados em árvores é a proposta de um instituto brasileiro para controlar áreas de manejo florestal e combater o desmatamento.
O Instituto Web Florestal Planet, sediado em Cuiabá, desenvolveu a tecnologia que permite marcar as árvores com um componente eletrônico carregado com informações como espécie, altura e tamanho.
O equipamento foi desenhado para uso em áreas de manejo, aquelas em que a extração de madeira é feita de forma planejada para conservar a floresta. A partir de uma central, será possível controlar exatamente quais árvores estão sendo retiradas.
Depois de retirada da natureza, a madeira pode ser monitorada até seu beneficiamento. “A intenção é impossibilitar fraudes de madeira em campo, falsa volumetria (medição de volume), troca de espécies”, explica Roberto Bucar, presidente do instituto.
Da forma como é feita atualmente, a extração dá margem a fraudes: são comuns casos em que a quantidade declarada de madeira extraída da área de manejo é aumentada de forma ilegal para que toras retiradas ilegalmente de outros lugares, como terras da União, possam ser incluídas e regularizadas.
Com a identificação exata de cada árvore a ser derrubada, todo o processo passaria a ser rastreado eletronicamente, eliminando esse tipo de fraude. Bucar explica que a iniciativa de usar a tecnologia terá de vir do próprio madeireiro interessado em comprovar a origem legal de seu produto. “Vamos testar o sistema em um projeto-piloto em Nova Mutum (MT)”, diz.
Desmatamento
Outra tecnologia do Instituto Web Florestal Planet ainda em fase desenvolvimento são dispositivos para monitoramento de desmatamento. Também presos às árvores, eles têm sensores que podem acionar uma central quando houver risco para a floresta.
“Estamos desenvolvendo sensores capazes de detectar a vibração de serras elétricas, tratores, caminhões, e também o calor do fogo”, informa o presidente do instituto. “Queremos trabalhar em reservas legais, terras indígenas”, cita, acrescentando que o equipamento deve estar pronto para uso efetivo “em dois meses”.
Fonte: Globo Amazônia
Notícias em destaque
Vale da Celulose inicia produção de eucalipto que consome menos água
Resultado de nove anos de pesquisa no Brasil, novos clones de eucalipto tolerantes à seca, mais resistentes às principais...
(TECNOLOGIA)
Clones de eucalipto mais resistentes à seca avançam no Brasil e impulsionam a produtividade florestal
Desenvolvidos em parceria entre universidades e empresas, os novos materiais chegam ao mercado para aumentar a eficiência e a...
(TECNOLOGIA)
O webinar da ITTO-BMLEH aborda métodos de controle de pragas para melhorar a produção de teca.
O controle eficaz das principais pragas que afetam as plantações e florestas naturais de teca é crucial para reduzir as...
(INTERNACIONAL)
Associação de fabricantes de pisos lança programa de inteligência do setor.
O Programa de Inteligência da Indústria é uma iniciativa contínua de avaliação comparativa, concebida...
(GERAL)
Adeus, deck de madeira natural: o deck de madeira plástica (WPC) vira tendência em áreas externas em 2026, segundo arquitetos
WPC significa Wood Plastic Composite, ou compósito de madeira e plástico.
O deck de madeira plástica, conhecido pela...
(GERAL)
Um banco de madeira e a geografia dos materiais
As imagens dos bancos do High Line Park, em Nova York, correram o mundo quando o projeto foi inaugurado em 2009. Emergindo diagonalmente do mesmo...
(GERAL)














