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Notícias
28
abr
2009
(SETOR FLORESTAL)
Estrangeiros investiram R$ 1,9 em florestas
Levantamento divulgado ontem pela Consufor – Advisory & Research, empresa de consultoria especializada em negócios florestais, mostrou que os investimentos de fundos estrangeiros em florestas plantadas no Brasil ultrapassaram a marca de R$1,9 bilhão em 2008 (base valor de mercado dos ativos em 2008).
Os números mostram que a aquisição de florestas plantadas no Brasil por investidores internacionais se tornou presente na economia do país e deve se intensificar nos próximos anos.
No mercado do hemisfério sul, o Brasil é o país com as maiores oportunidades nesta área. Isso porque, o Brasil é o país que registra a maior produtividade nas florestas, o que reduz o prazo de maturação dos projetos. Segundo o relatório “Investimentos de Fundos Estrangeiros no Setor Florestal Brasileiro”, são 38 m³/ha/ano, contra 30 m³/ha/ano no Uruguai; 20 m³/ha/ano na Indonésia e no Chile; 12 m³/ha/ano em Portugal; 10 m³/ha/ano nos Estados Unidos e 5 m³/ha/ano no Canadá.
Além disso, o Brasil detém, segundo a consultoria, “tecnologia de ponta, mão de obra qualificada, custos de produção mais competitivos, um mercado fortemente estabelecido em todas as áreas industriais do setor e o mais importante, terras disponíveis para expansão de plantios existentes e/ou novos investimentos”.
Maiores investidores
Entre os investidores destacam-se os fundos americanos e canadenses – responsáveis por 95% por investimentos realizados – contra 5% oriundos de fundos europeus. Estes estariam, no entanto, na lista dos futuros investidores em projetos florestais no país.
Este é também o caso de alguns fundos nacionais, que de acordo a Consufor, têm estudado investir em florestas de Pinus e Eucalyptus. É o exemplo recente da Caritas Investimentos, que lançou o FIP – Floresta Brasil, de cerca de R$ 100 milhões.
Somente os projetos de investimento na área florestal em estudo por Timbers investiment manager organization (Timo) brasileiras, para os próximos anos, somam R$ 1 bilhão. A expectativa aponta o estudo, é de que Timos nacionais passem a representar cerca de 30% do total investido por Timos no Brasil.
A região sul do país é ainda a que concentra os maiores investimentos, devido à existência de grandes maciços florestais de Pinus, embora estejam se ampliando nas regiões centro-oeste e sudeste, com foco nas florestas de Eucalyptus.
Outro cenário previsto pela Consultoria é de que as aquisições e/ou fusões por parte de estrangeiros aumentem nos próximos anos, em virtude da desvalorização cambial. O documento ressalta, no entanto, que “o país ainda precisa trabalhar fortemente no sentido de desenvolver uma maior segurança jurídica para o investidor florestal, principalmente no caso de invasões e roubo de madeira, bem como, alinhar o código florestal brasileiro considerando as florestas plantadas como cultura produtiva assim como é considerada a agricultura de forma a imprimir maior dinamicidade ao setor e diminuindo os entraves ambientais e legais nas execuções de projetos”.
Os números mostram que a aquisição de florestas plantadas no Brasil por investidores internacionais se tornou presente na economia do país e deve se intensificar nos próximos anos.
No mercado do hemisfério sul, o Brasil é o país com as maiores oportunidades nesta área. Isso porque, o Brasil é o país que registra a maior produtividade nas florestas, o que reduz o prazo de maturação dos projetos. Segundo o relatório “Investimentos de Fundos Estrangeiros no Setor Florestal Brasileiro”, são 38 m³/ha/ano, contra 30 m³/ha/ano no Uruguai; 20 m³/ha/ano na Indonésia e no Chile; 12 m³/ha/ano em Portugal; 10 m³/ha/ano nos Estados Unidos e 5 m³/ha/ano no Canadá.
Além disso, o Brasil detém, segundo a consultoria, “tecnologia de ponta, mão de obra qualificada, custos de produção mais competitivos, um mercado fortemente estabelecido em todas as áreas industriais do setor e o mais importante, terras disponíveis para expansão de plantios existentes e/ou novos investimentos”.
Maiores investidores
Entre os investidores destacam-se os fundos americanos e canadenses – responsáveis por 95% por investimentos realizados – contra 5% oriundos de fundos europeus. Estes estariam, no entanto, na lista dos futuros investidores em projetos florestais no país.
Este é também o caso de alguns fundos nacionais, que de acordo a Consufor, têm estudado investir em florestas de Pinus e Eucalyptus. É o exemplo recente da Caritas Investimentos, que lançou o FIP – Floresta Brasil, de cerca de R$ 100 milhões.
Somente os projetos de investimento na área florestal em estudo por Timbers investiment manager organization (Timo) brasileiras, para os próximos anos, somam R$ 1 bilhão. A expectativa aponta o estudo, é de que Timos nacionais passem a representar cerca de 30% do total investido por Timos no Brasil.
A região sul do país é ainda a que concentra os maiores investimentos, devido à existência de grandes maciços florestais de Pinus, embora estejam se ampliando nas regiões centro-oeste e sudeste, com foco nas florestas de Eucalyptus.
Outro cenário previsto pela Consultoria é de que as aquisições e/ou fusões por parte de estrangeiros aumentem nos próximos anos, em virtude da desvalorização cambial. O documento ressalta, no entanto, que “o país ainda precisa trabalhar fortemente no sentido de desenvolver uma maior segurança jurídica para o investidor florestal, principalmente no caso de invasões e roubo de madeira, bem como, alinhar o código florestal brasileiro considerando as florestas plantadas como cultura produtiva assim como é considerada a agricultura de forma a imprimir maior dinamicidade ao setor e diminuindo os entraves ambientais e legais nas execuções de projetos”.
Fonte: Celulose Online
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