Voltar
Notícias
23
abr
2009
(BIOENERGIA)
Estudo garante que EUA pode reduzir emissões em 56% até 2030
Os Estados Unidos poderiam cortar dramaticamente as emissões de gases do efeito estufa (GEE) e ao mesmo tempo diminuir o preço das contas de energia de consumidores e empresas, afirma um estudo que está para ser publicado pela União de Cientistas Preocupados (UCS).
A análise, "Climate 2030: A National Blueprint for a Clean Energy Economy, descobriu que implementar políticas climáticas, energéticas e de transportes permitiria que os EUA reduzissem 56% das emissões de GEE em 2030, de acordo com os níveis de 2005. Isso ao mesmo tempo em que se pouparia US$ 465 bilhões ao ano em gastos de energia.
A típica residência americana poderia usufruir de uma economia de US$ 900, incluindo US$ 580 em combustível e US$ 320 em eletricidade, gás natural e aquecimento. O corte nos gastos viria de prédios e processos industriais mais eficientes, carros mais limpos e um transporte de forma geral mais econômico.
Segundo a UCS, um mercado nacional de carbono inicialmente iria produzir um pequeno aumento no preço da energia, porém a série de políticas que devem ser implementadas em conjunto com o mercado irão diminuir o custo da energia de uma forma permanente.
O estudo concluiu que os EUA podem reduzir a demanda de energia em um terço através de melhorias de eficiência e de novas fontes. Mais de metade do corte das emissões viria desse setor de geração de energia. Em 2030, as emissões de uma usina, por exemplo, poderia ser reduzida em até 84%.
“Temos uma oportunidade histórica de reinventar a nossa economia, combater o aquecimento global e cortar o custo de energia” disse o presidente da UCS Kevin Knobloch.
“Traçar um limite de emissões ajudaria a evitar as piores conseqüências das mudanças climáticas. Combinando isso com uma forte eficiência energética e padrões para o setor de transporte poderíamos economizar um quantidade substancial de dinheiro”, concluiu Knobloch.
A análise, "Climate 2030: A National Blueprint for a Clean Energy Economy, descobriu que implementar políticas climáticas, energéticas e de transportes permitiria que os EUA reduzissem 56% das emissões de GEE em 2030, de acordo com os níveis de 2005. Isso ao mesmo tempo em que se pouparia US$ 465 bilhões ao ano em gastos de energia.
A típica residência americana poderia usufruir de uma economia de US$ 900, incluindo US$ 580 em combustível e US$ 320 em eletricidade, gás natural e aquecimento. O corte nos gastos viria de prédios e processos industriais mais eficientes, carros mais limpos e um transporte de forma geral mais econômico.
Segundo a UCS, um mercado nacional de carbono inicialmente iria produzir um pequeno aumento no preço da energia, porém a série de políticas que devem ser implementadas em conjunto com o mercado irão diminuir o custo da energia de uma forma permanente.
O estudo concluiu que os EUA podem reduzir a demanda de energia em um terço através de melhorias de eficiência e de novas fontes. Mais de metade do corte das emissões viria desse setor de geração de energia. Em 2030, as emissões de uma usina, por exemplo, poderia ser reduzida em até 84%.
“Temos uma oportunidade histórica de reinventar a nossa economia, combater o aquecimento global e cortar o custo de energia” disse o presidente da UCS Kevin Knobloch.
“Traçar um limite de emissões ajudaria a evitar as piores conseqüências das mudanças climáticas. Combinando isso com uma forte eficiência energética e padrões para o setor de transporte poderíamos economizar um quantidade substancial de dinheiro”, concluiu Knobloch.
Fonte: Carbono Brasil/Union of Concerned Scientists (UCS)
Notícias em destaque
BNDES destina R$ 25 milhões para pesquisa e desenvolvimento de 30 espécies madeireiras nativas
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou, no final de 2025, um financiamento não reembolsável de...
(GERAL)
Relatório de Sustentabilidade da Bracell está entre os 15 melhores do Reporting Matters Brasil
A Bracell, uma das líderes globais na produção de celulose solúvel e especial, teve seu Relatório de...
(GERAL)
Exportações de móveis e colchões abrem 2026 em queda e refletem nova geografia do comércio global
Atualizações do Tarifaço americano, ratificação e entrada em vigor do Acordo Mercosul-União Europeia,...
(MERCADO)
Clonagem de araucárias acelera produção de semente e pesquisadores projetam “pomares de pinhão”
Pesquisa da Embrapa levou 15 anos para concretizar processo que altera o tamanho e o tempo de desenvolvimento da araucária.
Uma...
(TECNOLOGIA)
Prédio de madeira gigante com 183 metros e 39 andares surge e vira o mais alto do mundo feito com 10.000 m³ de madeira estrutural
Prédio de madeira Atlassian Central em Sydney terá 183 metros, 39 andares e estrutura híbrida com cerca de 10.000...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Silvicultura brasileira, teremos madeira para sustentar o patrimônio industrial que criamos?
O Brasil construiu um rico patrimônio industrial à base de madeira de florestas plantadas. Mas a pergunta essencial continua sem...
(SILVICULTURA)













