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Notícias
21
abr
2009
(REFLORESTAMENTO)
MG: Silvicultura projeta R$ 15 bilhões de aportes
As empresas do setor de silvicultura no Estado projetam investimentos de R$ 15 bilhões em 10 anos, caso representantes do poder público criem o cenário favorável para os aportes. A informação é do presidente da Associação Mineira de Silvicultura (AMS), Bernardo de Vasconcellos. De acordo com ele, faltam marcos regulatórios, que são necessários para a atração de inversões de longo prazo, como é o caso do plantio de eucaliptos, que possuem três ciclos de sete anos.
Outra reivindicação das empresas do setor é a desburocratização do processo de licenciamento ambiental. "O que queremos não é um menor controle ambiental. Entretanto, somos contra a cartorização do licenciamento ambiental", afirmou. Segundo ele, o governo mineiro já demonstrou interesse em criar as condições favoráveis para que os investimentos possam ser realizados. Vasconcellos afirmou que Minas Gerais é o principal Estado produtor de eucalipto no país.
Além dos investimentos o programa determina também que as empresas não realizem aportes em áreas onde ainda não houve desmatamento. Segundo Vasconcellos, se o país realizar os investimentos necessários, a participação brasileira no mercado global, que atualmente é de 2%, poderá aumentar. "Possuímos um potencial muito superior à media mundial. As reformas precisam ser realizadas para que possamos explorá-lo", comentou.
Outra reivindicação das empresas do setor é a desburocratização do processo de licenciamento ambiental. "O que queremos não é um menor controle ambiental. Entretanto, somos contra a cartorização do licenciamento ambiental", afirmou. Segundo ele, o governo mineiro já demonstrou interesse em criar as condições favoráveis para que os investimentos possam ser realizados. Vasconcellos afirmou que Minas Gerais é o principal Estado produtor de eucalipto no país.
Além dos investimentos o programa determina também que as empresas não realizem aportes em áreas onde ainda não houve desmatamento. Segundo Vasconcellos, se o país realizar os investimentos necessários, a participação brasileira no mercado global, que atualmente é de 2%, poderá aumentar. "Possuímos um potencial muito superior à media mundial. As reformas precisam ser realizadas para que possamos explorá-lo", comentou.
Fonte: Diário do Comércio
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