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Notícias
09
abr
2009
(MEIO AMBIENTE)
Amazônia é prioridade em todo o sistema de defesa do país
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou que a Amazônia é prioridade em todo o sistema de defesa do país, embora a crise financeira internacional tenha afetado os investimentos que poderiam ser feitos na região no âmbito militar.
"Já temos o projeto Amazônia Protegida e vamos aumentar em mais 18 o número de pelotões na fronteira. Temos que fazer investimentos nessas áreas." O problema é que a decisão de investir no setor foi afetada pela queda na arrecadação e pela crise econômica mundial, disse o ministro, após a solenidade de posse do novo chefe do Comando Militar da Amazônia (CMA), general Luís Carlos Gomes Mattos, que substitui o general Augusto Heleno Pereira.
Além de Jobim, participaram da cerimônia na sede do comando, em Manaus, autoridades militares e o governador do Amazonas, Eduardo Braga. No discurso de despedida, o general Heleno disse que participar dos trabalhos de defesa da Amazônia foi a missão mais gratificante de sua vida militar e que o desejo de atuar na região era um sonho que ele nutria desde a década de 70.
Também para o general Heleno, a Amazônia é prioridade nacional. Depois de quase dois anos chegando o Comando Militar da Amazônia, ele assumirá o Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército, em Brasília. "Despedir-se é um ato de rotina, mas, no caso da Amazônia, cerca-se de emoção. Encerro hoje um sonho que se iniciou na década de 70. Queria participar do trabalho de defesa da Amazônia. Nesta região, o Exército se integra à vida das comunidades porque elas contam conosco e reconhecem a importância das missões", afirmou.
O novo comandante do CMA, Luís Carlos Gomes Mattos, que deixou a chefia do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército, destacou que sua nova missão representa o retorno às operações militares. "Estou voltando para a área operacional, onde trabalho há 40 anos, desde que saí da academia militar. Assumir o CMA será um desafio para mim." Mattos, de 61 anos, nasceu em União da Vitória, no Paraná; e chegou ao generalato em novembro de 1999.
"Já temos o projeto Amazônia Protegida e vamos aumentar em mais 18 o número de pelotões na fronteira. Temos que fazer investimentos nessas áreas." O problema é que a decisão de investir no setor foi afetada pela queda na arrecadação e pela crise econômica mundial, disse o ministro, após a solenidade de posse do novo chefe do Comando Militar da Amazônia (CMA), general Luís Carlos Gomes Mattos, que substitui o general Augusto Heleno Pereira.
Além de Jobim, participaram da cerimônia na sede do comando, em Manaus, autoridades militares e o governador do Amazonas, Eduardo Braga. No discurso de despedida, o general Heleno disse que participar dos trabalhos de defesa da Amazônia foi a missão mais gratificante de sua vida militar e que o desejo de atuar na região era um sonho que ele nutria desde a década de 70.
Também para o general Heleno, a Amazônia é prioridade nacional. Depois de quase dois anos chegando o Comando Militar da Amazônia, ele assumirá o Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército, em Brasília. "Despedir-se é um ato de rotina, mas, no caso da Amazônia, cerca-se de emoção. Encerro hoje um sonho que se iniciou na década de 70. Queria participar do trabalho de defesa da Amazônia. Nesta região, o Exército se integra à vida das comunidades porque elas contam conosco e reconhecem a importância das missões", afirmou.
O novo comandante do CMA, Luís Carlos Gomes Mattos, que deixou a chefia do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército, destacou que sua nova missão representa o retorno às operações militares. "Estou voltando para a área operacional, onde trabalho há 40 anos, desde que saí da academia militar. Assumir o CMA será um desafio para mim." Mattos, de 61 anos, nasceu em União da Vitória, no Paraná; e chegou ao generalato em novembro de 1999.
Fonte: AgÊncia Brasil - EBC
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