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Notícias
08
abr
2009
(IBAMA)
Cidade madeireira no Pará é invadida por megaoperação ambiental
A cidade de Nova Esperança do Piriá (PA) foi tomada por cerca de cem agentes do Ibama, Força Nacional de Segurança, Polícias Civil e Militar do Pará, Polícia Rodoviária Federal, Funai e Secretaria de Meio Ambiente do Pará. O grupo chegou em comboio de cerca de 30 carros na manhã desta segunda-feira (6) à cidade do nordeste paraense, situada a cerca de 310 quilômetros de Belém. Sua principal atividade econômica é o corte e o comércio de madeira. O Globo Amazônia acompanha a ação com exclusividade.
O objetivo da ação é cortar o fluxo de madeira retirada ilegalmente da Terra Indígena Alto Rio Guamá, que fica próxima à cidade. "Num raio de 200 km de Nova Esperança do Piriá não há madeira de valor que não seja nessa terra indígena", explica Leandro Aranha, chefe de fiscalização do Ibama-PA. Segundo ele, a cidade é o segundo ponto de escoamento de madeira ilegal da reserva, ao lado de Paragominas, que foi alvo de operação no ano passado. Na ocasião, a população se rebelou e destruiu o escritório do Ibama naquela cidade.
Quando o comboio chegou a Nova Esperança do Piriá, as madeireiras já estavam paradas e vazias. Poucas pessoas foram flagradas dentro das serrarias, e nenhum proprietário foi encontrado no primeiro dia da ação. Moradores locais ouvidos pelo Globo Amazônia informaram que já se falava da operação há alguns dias, apesar de ela ter caráter sigiloso para as instituições envolvidas em sua organização. Ao todo, treze instalações foram vistoriadas, com a apreensão de uma quantidade ainda não determinada de madeira, além de três armas de fogo e mais de cem cartuchos.
A expectativa é de que, no total, a ação dure 30 dias. A Terra Alto Rio Guamá será vasculhada e os maquinários das serrarias levados embora ou inutilizados. O fechamento das madeireiras deve fazer com que mais de 300 pessoas fiquem desempregadas em Nova Esperança. Por causa do problema social gerado, um carregamento de 1.700 cestas básicas está a caminho da cidade.
O objetivo da ação é cortar o fluxo de madeira retirada ilegalmente da Terra Indígena Alto Rio Guamá, que fica próxima à cidade. "Num raio de 200 km de Nova Esperança do Piriá não há madeira de valor que não seja nessa terra indígena", explica Leandro Aranha, chefe de fiscalização do Ibama-PA. Segundo ele, a cidade é o segundo ponto de escoamento de madeira ilegal da reserva, ao lado de Paragominas, que foi alvo de operação no ano passado. Na ocasião, a população se rebelou e destruiu o escritório do Ibama naquela cidade.
Quando o comboio chegou a Nova Esperança do Piriá, as madeireiras já estavam paradas e vazias. Poucas pessoas foram flagradas dentro das serrarias, e nenhum proprietário foi encontrado no primeiro dia da ação. Moradores locais ouvidos pelo Globo Amazônia informaram que já se falava da operação há alguns dias, apesar de ela ter caráter sigiloso para as instituições envolvidas em sua organização. Ao todo, treze instalações foram vistoriadas, com a apreensão de uma quantidade ainda não determinada de madeira, além de três armas de fogo e mais de cem cartuchos.
A expectativa é de que, no total, a ação dure 30 dias. A Terra Alto Rio Guamá será vasculhada e os maquinários das serrarias levados embora ou inutilizados. O fechamento das madeireiras deve fazer com que mais de 300 pessoas fiquem desempregadas em Nova Esperança. Por causa do problema social gerado, um carregamento de 1.700 cestas básicas está a caminho da cidade.
Fonte: Globo Amazônia
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