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Notícias
07
abr
2009
(SETOR FLORESTAL)
Estudos mostram diversidade em floresta da Cenibra
Estudos realizados nas áreas florestais da Cenibra demonstraram que o modelo atual de manejo praticado pela empresa é altamente compatível com a conservação da fauna silvestre. Os trabalhos, segundo informou a empresa, evidenciam que há alta diversidade de fauna nas propriedades com cultivo de eucalipto e que as principais razões para tal fato são o elevado percentual de áreas protegidas nestas propriedades e o manejo de baixo impacto ambiental praticado nesses cultivos.
As pesquisas apontam ainda para o alto uso dos plantios florestais pela fauna silvestre, o que demonstra que estas plantações são importantes como ampliadoras das áreas de vida e como corredores de ligação entre as áreas de vegetação nativa. Notadamente para as espécies mais exigentes, que são aquelas dependentes florestais, como os primatas, mamíferos de grande porte e as demais espécies arboícolas, as plantações de eucalipto têm o papel fundamental de promover a conectividade entre os remanescentes florestais nativos.
“A capacidade das plantações florestais de permitir a circulação da fauna é também denominada de aumento da permeabilidade da paisagem, ou seja, as plantações de eucalipto facilitam a circulação de diversas espécies da fauna, principalmente se comparadas às áreas desmatadas, às pastagens ou às culturas agrícolas”, explica o especialista, Jacinto Lana.
Isso significa dizer que o mito difundido de que as plantações de eucalipto são um deserto verde cai literalmente por terra. Dessa forma, as propriedades com plantios florestais, realizados com manejo de baixo impacto e com altos percentuais de áreas destinadas à conservação de remanescentes de vegetação, são desejáveis também no entorno das unidades de conservação como forma de ampliar os espaços de vida para a fauna silvestre e para aumentar a conectividade entre as unidades de conservação e os demais remanescentes florestais situados no entorno.
Este fato também é endossado por vários pesquisadores e Organizações Não-Governamentais (ONGs), para quem as plantações de eucalipto, como por exemplo, àquelas situadas no entorno do Parque Estadual do Rio Doce, funcionam como zona tampão, pois fornecem abrigo, permitindo que diversas espécies o utilizem como habitat, aumentando assim a área de vida para a fauna e, consequentemente, a proteção do Parque.
As pesquisas apontam ainda para o alto uso dos plantios florestais pela fauna silvestre, o que demonstra que estas plantações são importantes como ampliadoras das áreas de vida e como corredores de ligação entre as áreas de vegetação nativa. Notadamente para as espécies mais exigentes, que são aquelas dependentes florestais, como os primatas, mamíferos de grande porte e as demais espécies arboícolas, as plantações de eucalipto têm o papel fundamental de promover a conectividade entre os remanescentes florestais nativos.
“A capacidade das plantações florestais de permitir a circulação da fauna é também denominada de aumento da permeabilidade da paisagem, ou seja, as plantações de eucalipto facilitam a circulação de diversas espécies da fauna, principalmente se comparadas às áreas desmatadas, às pastagens ou às culturas agrícolas”, explica o especialista, Jacinto Lana.
Isso significa dizer que o mito difundido de que as plantações de eucalipto são um deserto verde cai literalmente por terra. Dessa forma, as propriedades com plantios florestais, realizados com manejo de baixo impacto e com altos percentuais de áreas destinadas à conservação de remanescentes de vegetação, são desejáveis também no entorno das unidades de conservação como forma de ampliar os espaços de vida para a fauna silvestre e para aumentar a conectividade entre as unidades de conservação e os demais remanescentes florestais situados no entorno.
Este fato também é endossado por vários pesquisadores e Organizações Não-Governamentais (ONGs), para quem as plantações de eucalipto, como por exemplo, àquelas situadas no entorno do Parque Estadual do Rio Doce, funcionam como zona tampão, pois fornecem abrigo, permitindo que diversas espécies o utilizem como habitat, aumentando assim a área de vida para a fauna e, consequentemente, a proteção do Parque.
Fonte: Celulose Online
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