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Notícias
05
abr
2009
(MADEIRA E PRODUTOS)
Madeiras nativas chilenas possuem potencial para a criação de vinhos finos
Espécies como o Roble Chileno, Quillay, Rauli, Avellano, Laurel e o Ulmo seriam aptas para serem empregadas na produção vitivinícola, projetando-se como uma nova alternativa de negócios para a pequena agricultura.
Seis espécies de madeira nativa possuem um maior potencial para uso em envelhecimento de vinhos de qualidade, foi a conclusão da primeira etapa de um estudo que realizaram os profissionais da Universidade do Chile, com o apoio da Fundação para a Inovação Agrária (FIA), com objetivo de desenvolver novas perspectivas de negócio para a pequena agricultura do país.
O objetivo do Estudo "Madeiras nativas chilenas: alternativa para a criação de vinhos finos" foi caracterizar física, química e sensorialmente as 13 espécies nativas, para determinar seu possível emprego na produção vinícola.
Um dos aspectos mais importantes para conseguir um vinho de qualidade é o tipo de madeira que se utiliza para sua armazenagem, quer dizer o tipo de barrica em que se "cria" ou envelhece o produto. Tradicionalmente se tem ocupado duas espécies de Quercus, conhecidas como roble americano (Quercus alba) e roble francês (Quercus petraea).
Devido a demora no crescimento dos robles, tanto o americano como o francês (200 anos), e no que demoram a alcançar a idade apropriada para seu corte, nos últimos anos se tem explorado a possibilidade de encontrar usos alternativos na floresta nativa na criação de vinhos premium, que possam representar uma alternativa econômica significativa para os pequenos agricultores.
Maior potencial
De acordo com as conclusões técnicas do estudo, as espécies que tem maior potencial para serem empregadas na criação de vinhos seriam o Roble chileno, Quillay, Rauli, Avellano, Laurel e o Ulmo.
Os investigadores mostram no estudo que foi possível apreciar que a composição tanto química como física das diferentes espécies de madeiras nativas, contém similar de polifenoles e taninos em relação às madeiras de uso tradicional (roble americano e frances).
Os vinhos degustados, por outra parte, atingiram diversas semelhanças em alguns parâmetros estudados em relação dos robles, alcançando uma boa aceitação por parte dos consumidores.
Todos estes elementos, indicam os resultados da primeira etapa desse estudo, abrem a possibilidade real de desenvolver as madeiras nativas analisadas e novas oportunidades de negócios para seu emprego na criação de vinhos finos na industria vinícola nacional.
Seis espécies de madeira nativa possuem um maior potencial para uso em envelhecimento de vinhos de qualidade, foi a conclusão da primeira etapa de um estudo que realizaram os profissionais da Universidade do Chile, com o apoio da Fundação para a Inovação Agrária (FIA), com objetivo de desenvolver novas perspectivas de negócio para a pequena agricultura do país.
O objetivo do Estudo "Madeiras nativas chilenas: alternativa para a criação de vinhos finos" foi caracterizar física, química e sensorialmente as 13 espécies nativas, para determinar seu possível emprego na produção vinícola.
Um dos aspectos mais importantes para conseguir um vinho de qualidade é o tipo de madeira que se utiliza para sua armazenagem, quer dizer o tipo de barrica em que se "cria" ou envelhece o produto. Tradicionalmente se tem ocupado duas espécies de Quercus, conhecidas como roble americano (Quercus alba) e roble francês (Quercus petraea).
Devido a demora no crescimento dos robles, tanto o americano como o francês (200 anos), e no que demoram a alcançar a idade apropriada para seu corte, nos últimos anos se tem explorado a possibilidade de encontrar usos alternativos na floresta nativa na criação de vinhos premium, que possam representar uma alternativa econômica significativa para os pequenos agricultores.
Maior potencial
De acordo com as conclusões técnicas do estudo, as espécies que tem maior potencial para serem empregadas na criação de vinhos seriam o Roble chileno, Quillay, Rauli, Avellano, Laurel e o Ulmo.
Os investigadores mostram no estudo que foi possível apreciar que a composição tanto química como física das diferentes espécies de madeiras nativas, contém similar de polifenoles e taninos em relação às madeiras de uso tradicional (roble americano e frances).
Os vinhos degustados, por outra parte, atingiram diversas semelhanças em alguns parâmetros estudados em relação dos robles, alcançando uma boa aceitação por parte dos consumidores.
Todos estes elementos, indicam os resultados da primeira etapa desse estudo, abrem a possibilidade real de desenvolver as madeiras nativas analisadas e novas oportunidades de negócios para seu emprego na criação de vinhos finos na industria vinícola nacional.
Fonte: Universia/Remade
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