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Notícias
27
mar
2009
(INDÚSTRIA)
Indústria puxou aumento da taxa de desemprego
A taxa de desemprego de fevereiro, que alcançou 8,5%, foi puxada principalmente pela queda de 3,2% observada no número de ocupados no setor industrial em relação ao mês anterior. No período, foram fechados 117 mil postos na indústria, nas seis regiões metropolitanas pesquisadas. Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada hoje (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
De acordo com o gerente da pesquisa, Cimar Azeredo, trata-se do maior recuo entre janeiro e fevereiro desde que esses meses começaram a ser observados na série histórica da PME, em 2003. Em relação a fevereiro do ano passado, no entanto, houve acréscimo de 34 mil trabalhadores, aumentando em 1% o número de ocupados.
“Nunca esse indicador teve uma queda tão forte na passagem de janeiro para fevereiro. A dispensa sazonal de trabalhadores [temporários] que ocorre nesta época do ano somada às incertezas em função da crise que se acentuou contribuíram para isso”, afirmou.
O recuo na indústria na comparação mensal foi influenciado principalmente pela retração observada em Porto Alegre (-6,3%). O setor representa 16,6% da população ocupada.
Por outro lado, o maior aumento de vagas em fevereiro ocorreu no setor de construção, com expansão de 2,6% em relação ao resultado de janeiro (mais 38 mil trabalhadores) e elevação de 4,1% na comparação com o de fevereiro do ano passado (mais 60 mil trabalhadores).
Cimar Azeredo também destacou que, embora haja dados desfavoráveis em relação a janeiro – como contingente menor de população ocupada (-1,0%) e indústria em queda – e favoráveis na comparação anual, com alta de 3,4% na carteira assinada, além de elevação de 4,6% no rendimento da população, a pesquisa aponta que o mercado de trabalho dá sinais de estar perdendo força no processo de contratação.
“Antes tínhamos o crescimento da população ocupada superando o da população economicamente ativa. Em fevereiro, os dois indicadores cresceram no mesmo ritmo, de 1,4%. Isso indica que o mercado de trabalho não está gerando postos como nos últimos meses”, afirmou.
Para ele, a taxa de desemprego de fevereiro (8,5%), com pequena alta de 0,3 ponto percentual em relação ao índice de janeiro (8,2%), não revela uma variação significativa, embora haja uma “tendência de elevação". Segundo Cimar, tradicionalmente há acréscimo nas dispensas no período analisado e o movimento "foi até menor do que em anos anteriores".
De acordo com o gerente da pesquisa, Cimar Azeredo, trata-se do maior recuo entre janeiro e fevereiro desde que esses meses começaram a ser observados na série histórica da PME, em 2003. Em relação a fevereiro do ano passado, no entanto, houve acréscimo de 34 mil trabalhadores, aumentando em 1% o número de ocupados.
“Nunca esse indicador teve uma queda tão forte na passagem de janeiro para fevereiro. A dispensa sazonal de trabalhadores [temporários] que ocorre nesta época do ano somada às incertezas em função da crise que se acentuou contribuíram para isso”, afirmou.
O recuo na indústria na comparação mensal foi influenciado principalmente pela retração observada em Porto Alegre (-6,3%). O setor representa 16,6% da população ocupada.
Por outro lado, o maior aumento de vagas em fevereiro ocorreu no setor de construção, com expansão de 2,6% em relação ao resultado de janeiro (mais 38 mil trabalhadores) e elevação de 4,1% na comparação com o de fevereiro do ano passado (mais 60 mil trabalhadores).
Cimar Azeredo também destacou que, embora haja dados desfavoráveis em relação a janeiro – como contingente menor de população ocupada (-1,0%) e indústria em queda – e favoráveis na comparação anual, com alta de 3,4% na carteira assinada, além de elevação de 4,6% no rendimento da população, a pesquisa aponta que o mercado de trabalho dá sinais de estar perdendo força no processo de contratação.
“Antes tínhamos o crescimento da população ocupada superando o da população economicamente ativa. Em fevereiro, os dois indicadores cresceram no mesmo ritmo, de 1,4%. Isso indica que o mercado de trabalho não está gerando postos como nos últimos meses”, afirmou.
Para ele, a taxa de desemprego de fevereiro (8,5%), com pequena alta de 0,3 ponto percentual em relação ao índice de janeiro (8,2%), não revela uma variação significativa, embora haja uma “tendência de elevação". Segundo Cimar, tradicionalmente há acréscimo nas dispensas no período analisado e o movimento "foi até menor do que em anos anteriores".
Fonte: Panorama Brasil
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