Voltar
Notícias
27
mar
2009
(PAPEL E CELULOSE)
Brasil é o segundo país mais inovador em embalagem
O Brasil é o segundo país que mais lança novas embalagens por ano, atrás apenas dos Estados Unidos. De acordo com dados do Laboratório Global de Embalagem da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), o país saiu do sexto lugar, em 2008, para o segundo lugar, nos meses de janeiro e fevereiro de 2009. Foram mais de 20 mil embalagens inovadoras no ano passado, sendo 48% desse número no setor de alimentos.
Esses dados foram apresentados pelo professor da ESPM Fábio Mestriner durante o Seminário Inovação no Agronegócio, realizado em Brasília. Além de apresentar números relacionados ao nível de inovação das embalagens brasileiras, o acadêmico deu dicas sobre a relação inovação, produto, embalagem e consumidor. Fábio Mestriner ressaltou que a inovação está presente, em sua maioria, nas grandes empresas.
O professor afirma que os argumentos mais usados pelos empresários de pequeno porte para não investir em inovação é a dificuldade no acesso e o alto custo. O acadêmico explica que para se criar algo novo a partir do que já existe é necessário investir em metodologia e gestão especializada. "A inovação está totalmente ao alcance das micro e pequenas empresas. Mas primeiramente a empresa precisa enxergar os benefícios da inovação para seu negócio e estar decidida a inovar", afirma.
Ele chamou a atenção para o convênio que existe desde 2004 entre o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e a Associação Brasileira de Embalagem. A parceria tem a finalidade de levar projetos de embalagem às micro e pequenas empresas, proporcionando maior valor agregado aos seus produtos. A sistemática do convênio assegura o pagamento de 70% do valor do projeto por parte do Sebrae Nacional, enquanto a empresa beneficiada banca os 30% restantes.
A indústria brasileira de embalagem teve, no ano passado, faturamento de R$ 36,6 bilhões contra R$ 33,5 bilhões no ano anterior. A principal participação foi do segmento de embalagens plásticas com 37,64%. Papelão ondulado e papel cartão foram o segundo colocado, com 28% de participação, seguidos por metálicas, com 16,94%, papel, com 7,12%, e vidro, com 5,23%. O faturamento das exportações ficou em US$ 546 milhões em 2008 e cresceu 14% sobre 2007.
Esses dados foram apresentados pelo professor da ESPM Fábio Mestriner durante o Seminário Inovação no Agronegócio, realizado em Brasília. Além de apresentar números relacionados ao nível de inovação das embalagens brasileiras, o acadêmico deu dicas sobre a relação inovação, produto, embalagem e consumidor. Fábio Mestriner ressaltou que a inovação está presente, em sua maioria, nas grandes empresas.
O professor afirma que os argumentos mais usados pelos empresários de pequeno porte para não investir em inovação é a dificuldade no acesso e o alto custo. O acadêmico explica que para se criar algo novo a partir do que já existe é necessário investir em metodologia e gestão especializada. "A inovação está totalmente ao alcance das micro e pequenas empresas. Mas primeiramente a empresa precisa enxergar os benefícios da inovação para seu negócio e estar decidida a inovar", afirma.
Ele chamou a atenção para o convênio que existe desde 2004 entre o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e a Associação Brasileira de Embalagem. A parceria tem a finalidade de levar projetos de embalagem às micro e pequenas empresas, proporcionando maior valor agregado aos seus produtos. A sistemática do convênio assegura o pagamento de 70% do valor do projeto por parte do Sebrae Nacional, enquanto a empresa beneficiada banca os 30% restantes.
A indústria brasileira de embalagem teve, no ano passado, faturamento de R$ 36,6 bilhões contra R$ 33,5 bilhões no ano anterior. A principal participação foi do segmento de embalagens plásticas com 37,64%. Papelão ondulado e papel cartão foram o segundo colocado, com 28% de participação, seguidos por metálicas, com 16,94%, papel, com 7,12%, e vidro, com 5,23%. O faturamento das exportações ficou em US$ 546 milhões em 2008 e cresceu 14% sobre 2007.
Fonte: Agencia Sebrae
Notícias em destaque
Borrifar infusão de cravo com noz-moscada nos troncos: a receita aromática caseira para espantar o besouro-serra-pau das árvores do jardim
Essências aromáticas caseiras criam barreira de odor que impede besouros broqueadores de perfurarem a casca das árvores do...
(GERAL)
Tarifaço golpeou a produção de madeira do Brasil em 2025
Maior mercado de madeira em tora para outros fins, EUA reduziram suas compras do Brasil e desestimularam a produção nacional
O...
(MERCADO)
Vale a pena plantar pinus? Veja a conta do negócio
A pergunta “vale a pena plantar pinus?” não se responde apenas com o preço atual da madeira em pé. Pinus é...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Celulose se consolida como nova locomotiva da indústria do Mato Grosso do Sul
Em pouco mais de uma década, a indústria da celulose transformou o perfil da economia de Mato Grosso do Sul e se consolidou como um...
(PAPEL E CELULOSE)
Eucalipto garante produção florestal recorde de R$ 47,9 bi, aponta IBGE
A produção florestal brasileira alcançou R$ 47,9 bilhões em 2025, maior valor registrado pela série...
(MADEIRA E PRODUTOS)
No setor de papel e celulose, inovações aumentam produtividade e ajudam empresas a se adaptar às novas condições climáticas
A redução de cerca de 180 milímetros no índice anual de chuvas ao longo dos últimos anos, com perda de...
(MEIO AMBIENTE)














