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Notícias
20
mar
2009
(IBAMA)
Ibama destrói 247 fornos de carvão em MT; população protesta
Três serrarias clandestinas também foram lacradas. População local organizou manifestação contra fiscalização.
Uma operação do Ibama realizada em Itanhangá (MT) destruiu 247 fornos de carvão em sete carvoarias clandestinas. Realizada em conjunto com a Polícia Federal e a Força Nacional de Segurança, a operação também vistoriou cinco serrarias, das quais três foram lacradas.
Segundo o chefe de fiscalização do Ibama em Sinop (MT), Evandro Selva, tanto as carvoarias quanto as três serrarias interditadas não tinham licença dos órgãos ambientais. Investigações realizadas por sua equipe indicam que documentos falsos eram usados para transportar o carvão. “Essas carvoarias se reuniam e uma pessoa fornecia documentação para esse carvão sair de lá, para poder ‘esquentar’ o carvão”, informa.
Funcionários de algumas serrarias, ao perceberem a ação de fiscalização, esconderam ou abandonaram a madeira na tentativa de se livrar das multas e do processo criminal. A madeira abandonada, cerca de 300 metros cúbicos, será doada à prefeitura de Itanhangá.
A operação em Mato Grosso começou em 10 de março. No último sábado (14) houve uma manifestação de moradores locais contra a fiscalização. Foi organizada uma passeata e faixas foram exibidas. “Mas não houve nenhum tipo de depredação”, informa Selva.
Multas milionárias
Em Rondônia, uma outra operação realizada pelo Ibama inspecionou 22 madeireiras e multou 21 delas por irregularidades ambientais. Ao todo, as 45 multas aplicadas somam R$ 7,6 milhões. As ações ocorreram entre 23 de janeiro e 8 de março. Três madeireiras foram lacradas, e um trator e um caminhão foram apreendidos, informa o Ibama. As operações em Mato Grosso e Rondônia continuam.
Uma operação do Ibama realizada em Itanhangá (MT) destruiu 247 fornos de carvão em sete carvoarias clandestinas. Realizada em conjunto com a Polícia Federal e a Força Nacional de Segurança, a operação também vistoriou cinco serrarias, das quais três foram lacradas.
Segundo o chefe de fiscalização do Ibama em Sinop (MT), Evandro Selva, tanto as carvoarias quanto as três serrarias interditadas não tinham licença dos órgãos ambientais. Investigações realizadas por sua equipe indicam que documentos falsos eram usados para transportar o carvão. “Essas carvoarias se reuniam e uma pessoa fornecia documentação para esse carvão sair de lá, para poder ‘esquentar’ o carvão”, informa.
Funcionários de algumas serrarias, ao perceberem a ação de fiscalização, esconderam ou abandonaram a madeira na tentativa de se livrar das multas e do processo criminal. A madeira abandonada, cerca de 300 metros cúbicos, será doada à prefeitura de Itanhangá.
A operação em Mato Grosso começou em 10 de março. No último sábado (14) houve uma manifestação de moradores locais contra a fiscalização. Foi organizada uma passeata e faixas foram exibidas. “Mas não houve nenhum tipo de depredação”, informa Selva.
Multas milionárias
Em Rondônia, uma outra operação realizada pelo Ibama inspecionou 22 madeireiras e multou 21 delas por irregularidades ambientais. Ao todo, as 45 multas aplicadas somam R$ 7,6 milhões. As ações ocorreram entre 23 de janeiro e 8 de março. Três madeireiras foram lacradas, e um trator e um caminhão foram apreendidos, informa o Ibama. As operações em Mato Grosso e Rondônia continuam.
Fonte: Globo Amazônia
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