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Notícias
21
fev
2009
(PAPEL E CELULOSE)
C&P continua sofrendo impactos da crise
O setor de celulose e papel continua sofrendo os impactos da crise financeira internacional. É o que mostra o boletim Conjuntura Bracelpa, divulgado ontem pela Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa) e que traz números do setor no mês de janeiro de 2009.
Apesar de as exportações de celulose para a China já registrarem crescimento de 37,1% em relação ao mesmo período de 2008, o saldo da Balança Comercial de celulose e papel teve queda de 7,2% em relação a janeiro do ano passado. As importações se igualaram nos dois períodos (124 milhões de dólares) enquanto as exportações caíram 5,2%. O maior destino das exportações brasileiras de celulose foi a América do Norte (crescimento de 60,8%). Na América Latina, Europa e Ásia houve queda no valor exportado de -66,7%, -20,5% e -51,5%, respectivamente.
Nas exportações de papel, o aumento do valor ocorreu apenas nos emarques destinados à Europa (40%) e Amércia do Norte (5,3%). Na América Latina, África, Ásia/ocenia e China houve queda no valor das exportações de papel de -25%, -80%, -22,2% e -75%, respectivamente.
Segundo a Bracelpa, o importante neste momento é manter o quarto lugar ocupado pelo Brasil entre os maiores produtores de celulose do mundo, conquistada no ano passado. Nesse sentido, o setor negocia com o governo federal a ampliação das linhas de crédito para as operações de pré-embarque da celulose, apoio nos seguros de crédito para exportação e a redução dos impostos dos investimentos.
Em relação ao papel, a principal reivindicação da Bracelpa é a regulamentação da Medida Provisória 451/08, a fim de coibir o desvio de papel declarado como imune. Os níveis de estoques mundial e nacional continuam muito altos e os mercados ainda estão muito instáveis.
No total do ano, as exportações de 100 mil toneladas de papelcartão foram reclassificadas como sendo papel para embalagem, segundo a entidade, uma adequação na metodologia de classificação dos produtos listados. Diante do cenário, a Bracelpa informou ainda que não tem elementos para fechar as previsões para o ano de 2009.
Apesar de as exportações de celulose para a China já registrarem crescimento de 37,1% em relação ao mesmo período de 2008, o saldo da Balança Comercial de celulose e papel teve queda de 7,2% em relação a janeiro do ano passado. As importações se igualaram nos dois períodos (124 milhões de dólares) enquanto as exportações caíram 5,2%. O maior destino das exportações brasileiras de celulose foi a América do Norte (crescimento de 60,8%). Na América Latina, Europa e Ásia houve queda no valor exportado de -66,7%, -20,5% e -51,5%, respectivamente.
Nas exportações de papel, o aumento do valor ocorreu apenas nos emarques destinados à Europa (40%) e Amércia do Norte (5,3%). Na América Latina, África, Ásia/ocenia e China houve queda no valor das exportações de papel de -25%, -80%, -22,2% e -75%, respectivamente.
Segundo a Bracelpa, o importante neste momento é manter o quarto lugar ocupado pelo Brasil entre os maiores produtores de celulose do mundo, conquistada no ano passado. Nesse sentido, o setor negocia com o governo federal a ampliação das linhas de crédito para as operações de pré-embarque da celulose, apoio nos seguros de crédito para exportação e a redução dos impostos dos investimentos.
Em relação ao papel, a principal reivindicação da Bracelpa é a regulamentação da Medida Provisória 451/08, a fim de coibir o desvio de papel declarado como imune. Os níveis de estoques mundial e nacional continuam muito altos e os mercados ainda estão muito instáveis.
No total do ano, as exportações de 100 mil toneladas de papelcartão foram reclassificadas como sendo papel para embalagem, segundo a entidade, uma adequação na metodologia de classificação dos produtos listados. Diante do cenário, a Bracelpa informou ainda que não tem elementos para fechar as previsões para o ano de 2009.
Fonte: Celulose Online.
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