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Notícias
21
fev
2009
(CARBONO)
Interesse por emissões de carbono das empresas cresce entre investidores
O Carbon Disclosure Project (CDP) divulgou que em 2009 o número de investidores a procura de informações sobre as emissões de gases do efeito estufa das empresas cresceu 25% em relação a 2008. A organização sem fins lucrativos possui uma base de dados sobre as emissões e estratégias de mudanças climáticas desde 2003 e o número de empresas que respondem o questionário anual subiu de 500, no primeiro ano, para 3,7 mil.
Indicando a crescente importância do assunto sobre as decisões de investimento de empresas e governos, o número de investidores signatários do CDP cresceu de 35 para 475 desde 2003.
De acordo com o chefe de operações do CDP, Paul Simpson, as informações são usadas para engajamento corporativo, discussões sobre gestão e análises setoriais. Os dados completos da pesquisa serão publicados em março.
O número de empresas brasileiras que preencheram o questionário do CDP aumentou de 47 (em 2007) para 60 em 2008, refletindo a preocupação com o tema nas áreas de governança de grandes empresas de capital aberto. Essas 60 corporações representam um nível de adesão ao projeto de 83% em relação ao total de empresas que receberam o questionário, ficando abaixo apenas do Reino Unido – país de concepção do próprio projeto – que teve 90% de adesão.
Segundo Fernando Eliezer Figueiredo, colaborador e consultor do CDP no Brasil, a principal conseqüência do relatório é a análise dos riscos e das oportunidades que as mudanças climáticas trarão para os negócios de cada empresa e a conscientização de como elas devem se preparar para enfrentar esse desafio que poderá afetar a imagem e a reputação dessas companhias no futuro. “É importante destacar que sustentabilidade não é só o meio ambiente, mas também o social”, declara Figueiredo.
Indicando a crescente importância do assunto sobre as decisões de investimento de empresas e governos, o número de investidores signatários do CDP cresceu de 35 para 475 desde 2003.
De acordo com o chefe de operações do CDP, Paul Simpson, as informações são usadas para engajamento corporativo, discussões sobre gestão e análises setoriais. Os dados completos da pesquisa serão publicados em março.
O número de empresas brasileiras que preencheram o questionário do CDP aumentou de 47 (em 2007) para 60 em 2008, refletindo a preocupação com o tema nas áreas de governança de grandes empresas de capital aberto. Essas 60 corporações representam um nível de adesão ao projeto de 83% em relação ao total de empresas que receberam o questionário, ficando abaixo apenas do Reino Unido – país de concepção do próprio projeto – que teve 90% de adesão.
Segundo Fernando Eliezer Figueiredo, colaborador e consultor do CDP no Brasil, a principal conseqüência do relatório é a análise dos riscos e das oportunidades que as mudanças climáticas trarão para os negócios de cada empresa e a conscientização de como elas devem se preparar para enfrentar esse desafio que poderá afetar a imagem e a reputação dessas companhias no futuro. “É importante destacar que sustentabilidade não é só o meio ambiente, mas também o social”, declara Figueiredo.
Fonte: CarbonoBrasil
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