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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Exército poderá policiar fronteiras do Brasil na Amazônia
O Exército poderá exercer o papel de polícia na faixa de fronteira do Brasil na Amazônia. O governo já estuda a possibilidade de usar os militares que estão na região para combater o contrabando de armas, o tráfico de drogas e a entrada ilegal de estrangeiros, delitos que são considerados crimes contra a segurança nacional.
O Brasil tem quase onze mil quilômetros de fronteira com sete diferentes países. Hoje, o Exército conta com 22 mil homens na região da Amazônia, mas segundo o general Cláudio Figueiredo, Comandante Militar da Amazônia, até o ano de 2006 haverá um aumento da presença Exército na região, passando seu contingente de 22 para 25 mil homens.
O general Figueiredo adiantou que a maior presença militar na Amazônia está relacionada a uma mudança de prioridade. “Até os anos 80, a prioridade mais importante era no Sul. Agora, o foco se voltou para a Amazônia. Nos anos 80, o Exército tinha 5 mil homens na região. O interesse internacional pela Amazônia é muito grande e foi por isso que, paulatinamente, foi sendo aumentando o efetivo na região”, afirmou o general Figueiredo.
O Comando Militar da Amazônia tem como meta instalar mais dois batalhões ao longo do Rio Negro. O batalhão de Santa Izabel do Rio Negro e outro em Barcelos. “Com a consolidação desses dois batalhões, até 2006 deveremos chegar a 25 mil homens na região”, acrescentou.
Para o Comandante Militar da Amazônia, General Figueiredo, esta presença de um efetivo maior do exército na Amazônia, não se deve a nenhum problema com os países que ficam na fronteira com o Brasil. “Os países vizinhos são tão amigos como os do Cone Sul. O Nosso relacionamento com todos eles em termos militares é o melhor possível. Realizamos intercâmbio de inteligência e acertamos detalhes de convivência na fronteira”, comenta o militar.
O Exército possui 29 organizações militares distribuídas em locais estratégicos por toda a faixa de fronteira do Brasil. Nelas estão homens treinados para combater invasor dentro da floresta. A maioria da tropa é formada por descendentes indígenas.
Apesar do grande número de etnias, todo mundo se entende. Com o rosto marcado pelos traços indígenas e altura média de um metro e sessenta, os defensores de nossa fronteira não têm problema para aprender os exercícios, já que possuem qualidades para improvisar e conhecem bem a floresta.
Orgulhoso, o chefe do Comando de Fronteira Solimões, 8º Batalhão de Infantaria de Selva, Tenente Coronel Francisco José Fonseca Medeiros, diz que tem 934 homens prontos para defender a fronteira brasileira. Tendo como missão fiscalizar a fronteira que separa o Brasil da Colômbia e do Peru, este batalhão vem prestando ajuda às comunidades que vivem próximas, tanto na área de assistência médica, como na recuperação de escolas.
Dos oficiais que estão servindo nos Pelotões Especiais de Fronteira, o primeiro Tenente, Izackson do Nascimento, 24 anos se destaca. Ele deixou a cidade grande, para servir em São Joaquim, onde é o comandante. Sua mulher Fabiana Siqueira é professora.
Chegou ao Pelotão sem saber se ia gostar da nova vida. Hoje é ela que não quer voltar. O tenente Izackson já completou três anos no comando do Pelotão e Fabiana já conseguiu que seus alunos aprendessem a contar e a ler. “Eu sinto saudade da família, mas sinto também um prazer enorme em ver essas crianças aprenderem. É gratificante. Acho que Deus guardou essa missão para mim”, conclui a professora da Floresta.
Fonte: Agência Brasil – 02/02/2004
O Brasil tem quase onze mil quilômetros de fronteira com sete diferentes países. Hoje, o Exército conta com 22 mil homens na região da Amazônia, mas segundo o general Cláudio Figueiredo, Comandante Militar da Amazônia, até o ano de 2006 haverá um aumento da presença Exército na região, passando seu contingente de 22 para 25 mil homens.
O general Figueiredo adiantou que a maior presença militar na Amazônia está relacionada a uma mudança de prioridade. “Até os anos 80, a prioridade mais importante era no Sul. Agora, o foco se voltou para a Amazônia. Nos anos 80, o Exército tinha 5 mil homens na região. O interesse internacional pela Amazônia é muito grande e foi por isso que, paulatinamente, foi sendo aumentando o efetivo na região”, afirmou o general Figueiredo.
O Comando Militar da Amazônia tem como meta instalar mais dois batalhões ao longo do Rio Negro. O batalhão de Santa Izabel do Rio Negro e outro em Barcelos. “Com a consolidação desses dois batalhões, até 2006 deveremos chegar a 25 mil homens na região”, acrescentou.
Para o Comandante Militar da Amazônia, General Figueiredo, esta presença de um efetivo maior do exército na Amazônia, não se deve a nenhum problema com os países que ficam na fronteira com o Brasil. “Os países vizinhos são tão amigos como os do Cone Sul. O Nosso relacionamento com todos eles em termos militares é o melhor possível. Realizamos intercâmbio de inteligência e acertamos detalhes de convivência na fronteira”, comenta o militar.
O Exército possui 29 organizações militares distribuídas em locais estratégicos por toda a faixa de fronteira do Brasil. Nelas estão homens treinados para combater invasor dentro da floresta. A maioria da tropa é formada por descendentes indígenas.
Apesar do grande número de etnias, todo mundo se entende. Com o rosto marcado pelos traços indígenas e altura média de um metro e sessenta, os defensores de nossa fronteira não têm problema para aprender os exercícios, já que possuem qualidades para improvisar e conhecem bem a floresta.
Orgulhoso, o chefe do Comando de Fronteira Solimões, 8º Batalhão de Infantaria de Selva, Tenente Coronel Francisco José Fonseca Medeiros, diz que tem 934 homens prontos para defender a fronteira brasileira. Tendo como missão fiscalizar a fronteira que separa o Brasil da Colômbia e do Peru, este batalhão vem prestando ajuda às comunidades que vivem próximas, tanto na área de assistência médica, como na recuperação de escolas.
Dos oficiais que estão servindo nos Pelotões Especiais de Fronteira, o primeiro Tenente, Izackson do Nascimento, 24 anos se destaca. Ele deixou a cidade grande, para servir em São Joaquim, onde é o comandante. Sua mulher Fabiana Siqueira é professora.
Chegou ao Pelotão sem saber se ia gostar da nova vida. Hoje é ela que não quer voltar. O tenente Izackson já completou três anos no comando do Pelotão e Fabiana já conseguiu que seus alunos aprendessem a contar e a ler. “Eu sinto saudade da família, mas sinto também um prazer enorme em ver essas crianças aprenderem. É gratificante. Acho que Deus guardou essa missão para mim”, conclui a professora da Floresta.
Fonte: Agência Brasil – 02/02/2004
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