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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Ibama quer evitar incêndios florestais no sul da Bahia
O Ibama montou uma base de Operação de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais no município de Itamarajú, no extremo sul da Bahia. O objetivo é desenvolver ações que ajudem a conscientizar os fazendeiros, agricultores e índios da região sobre o uso correto do fogo, principalmente durante o período da seca que vai até o mês de março. Além do trabalho educativo, o Ibama também fará operações de fiscalização e de combate a incêndios em um dos últimos remanescentes de Mata Atlântica do país.
Considerada reserva da biosfera, a região de Mata Atlântica do sul da Bahia abriga várias áreas de proteção ambiental, reservas indígenas e três Parques Nacionais: o do Descobrimento, o do Pau Brasil e o de Monte Pascoal. Em dois deles houve incêndios durante a seca do ano passado, o que representou perda de diversidade para o bioma, considerado um dos mais ameaçados em todo o mundo.
Nos parques nacionais, o Ibama também montou equipes de brigadistas treinados e coordenados pelo Centro de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais/Prevfogo. As brigadas possuem equipamentos de combate a incêndios florestais e veículos.
De acordo com Heloísio Bueno Figueiredo, chefe do Prevfogo, a principal causa dos incêndios florestais é o uso inadequado do fogo. “Os grandes acidentes com fogo começam com pequenos descuidos”, alerta Figueiredo. Segundo ele, medidas básicas como a preparação de aceiros e a queima controlada feita com a anuência dos órgãos ambientais podem evitar tragédias que prejudicam a flora, a fauna e a saúde humana.
Heloísio lembra que as queimadas devem ser autorizadas pelo Ibama. Queimar sem autorização e provocar incêndios em matas, florestas e pastagens são crimes ambientais. A multa pode chegar a R$ 1.500 por cada hectare destruído.
Fonte: Ascom – 27/01/2004
Considerada reserva da biosfera, a região de Mata Atlântica do sul da Bahia abriga várias áreas de proteção ambiental, reservas indígenas e três Parques Nacionais: o do Descobrimento, o do Pau Brasil e o de Monte Pascoal. Em dois deles houve incêndios durante a seca do ano passado, o que representou perda de diversidade para o bioma, considerado um dos mais ameaçados em todo o mundo.
Nos parques nacionais, o Ibama também montou equipes de brigadistas treinados e coordenados pelo Centro de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais/Prevfogo. As brigadas possuem equipamentos de combate a incêndios florestais e veículos.
De acordo com Heloísio Bueno Figueiredo, chefe do Prevfogo, a principal causa dos incêndios florestais é o uso inadequado do fogo. “Os grandes acidentes com fogo começam com pequenos descuidos”, alerta Figueiredo. Segundo ele, medidas básicas como a preparação de aceiros e a queima controlada feita com a anuência dos órgãos ambientais podem evitar tragédias que prejudicam a flora, a fauna e a saúde humana.
Heloísio lembra que as queimadas devem ser autorizadas pelo Ibama. Queimar sem autorização e provocar incêndios em matas, florestas e pastagens são crimes ambientais. A multa pode chegar a R$ 1.500 por cada hectare destruído.
Fonte: Ascom – 27/01/2004
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