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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Setor moveleiro - Indústria projeta crescimento para 2004.
A indústria moveleira gaúcha está otimista em relação aos negócios projetados para os próximos meses. Depois de um ano entre altos e baixos, com empresas exportadoras lucrando no exterior e outras que dependem do mercado interno com baixa comercialização, a expectativa é favorável para todos os ramos em 2004. "Com os juros menores, esperamos que o crédito fique mais barato e as vendas melhorem dentro do Brasil", avalia o presidente da Associação das Indústrias de Móveis do Rio Grande do Sul (Movergs), Ivanor Scotton. No mercado externo, as expectativas também são favoráveis, com elevação das vendas para outros países.
Segundo Scotton, a diversificação da indústria moveleira gaúcha favorece o setor, que tem condições de fornecer diversos tipos de produtos para diferentes clientes. "Aos poucos, vemos surgir novos pólos de produção de móveis, como é o caso do Litoral Norte e da Metade Sul do Estado", relata. Nestes arranjos produtivos, os empreendimentos desenvolvem produtos específicos para determinados nichos de mercado. Apostar neste tipo de especialização é a estratégia que a Marelli, de Caxias do Sul, vem adotando para superar as dificuldades e crescer. A empresa, especializada na fabricação de móveis para escritório, encerrou o ano com um faturamento 15% superior ao de 2002.
A estratégia foi investir em um trabalho de consultoria de marketing, e assim reestruturar toda a linha de comunicação e o canal de distribuição dos produtos. Além disso, a Marelli reposicionou sua marca no mercado, e inaugurou lojas em outras cidades, como Passo Fundo e Porto Alegre. Ao longo de 2003, informa a empresa, foram atendidos cerca de 1,5 mil clientes, alguns deles grandes empresas, como Petrobras, Adubos Trevo, Pirelli, TIM, Kepler Weber, Marcopolo e Bünge. "Apesar dos indicadores mostrarem uma performance negativa no setor de mobiliário de escritórios, conseguimos obter bons resultados", explica Rudimar Borelli, presidente da Marelli.
Ele conta que a empresa evoluiu tanto financeiramente quanto no objetivo de criar uma estratégia de construção de imagem. "Investimos para estruturar canais de distribuição, portfólio de produtos e logística", relata Borelli. Para este ano, a meta da Marelli é inaugurar mais nove lojas, e ampliar vendas para o Brasil e demais países do Mercosul. "Pretendemos fortalecer o nosso nome no mercado de mobiliário corporativo e reforçar o posicionamento da empresa, procurando oferecer a melhor relação custo-benefício", ressalta. O mix de produtos da empresa é composto por quatro linhas de cadeiras e poltronas e quatro linhas de estações de trabalho para escritórios.
Fonte:Agência Sebrae de Notícias
09/jan/04
Segundo Scotton, a diversificação da indústria moveleira gaúcha favorece o setor, que tem condições de fornecer diversos tipos de produtos para diferentes clientes. "Aos poucos, vemos surgir novos pólos de produção de móveis, como é o caso do Litoral Norte e da Metade Sul do Estado", relata. Nestes arranjos produtivos, os empreendimentos desenvolvem produtos específicos para determinados nichos de mercado. Apostar neste tipo de especialização é a estratégia que a Marelli, de Caxias do Sul, vem adotando para superar as dificuldades e crescer. A empresa, especializada na fabricação de móveis para escritório, encerrou o ano com um faturamento 15% superior ao de 2002.
A estratégia foi investir em um trabalho de consultoria de marketing, e assim reestruturar toda a linha de comunicação e o canal de distribuição dos produtos. Além disso, a Marelli reposicionou sua marca no mercado, e inaugurou lojas em outras cidades, como Passo Fundo e Porto Alegre. Ao longo de 2003, informa a empresa, foram atendidos cerca de 1,5 mil clientes, alguns deles grandes empresas, como Petrobras, Adubos Trevo, Pirelli, TIM, Kepler Weber, Marcopolo e Bünge. "Apesar dos indicadores mostrarem uma performance negativa no setor de mobiliário de escritórios, conseguimos obter bons resultados", explica Rudimar Borelli, presidente da Marelli.
Ele conta que a empresa evoluiu tanto financeiramente quanto no objetivo de criar uma estratégia de construção de imagem. "Investimos para estruturar canais de distribuição, portfólio de produtos e logística", relata Borelli. Para este ano, a meta da Marelli é inaugurar mais nove lojas, e ampliar vendas para o Brasil e demais países do Mercosul. "Pretendemos fortalecer o nosso nome no mercado de mobiliário corporativo e reforçar o posicionamento da empresa, procurando oferecer a melhor relação custo-benefício", ressalta. O mix de produtos da empresa é composto por quatro linhas de cadeiras e poltronas e quatro linhas de estações de trabalho para escritórios.
Fonte:Agência Sebrae de Notícias
09/jan/04
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