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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Cedro está apodrecendo em Altamira.
Cerca de 70% do cedro que está encostado na praia do Pajé, em Altamira, oeste do Pará, já está comprometido devido a ação do tempo.
A madeira é resultado de uma operação do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente) que resultou na apreensão durante o ano de 2001, na região do alto Xingu.
Da madeira apreendida, todo o mogno que era a maioria do material, foi doada para ser beneficiado e o valor arrecadado aplicado em projetos sócias da região da Transamazônica. Além do mogno mais de mil toras de cedro também foram apreendidas. Desde o ano passado quando a madeira foi removida para a área da praia do Pajé, a Fundação de Assistência (Fase), entidade para quem foi doada a madeira, tenta aprovar um termo aditivo para o cedro, para que o produto, assim como o mogno, também seja beneficiado e revertido em prol de obras sociais.
Em virtude da burocracia e demora na aprovação do termo aditivo, as toras estão se perdendo, a maioria da madeira já está rachada e não serve para beneficiamento. Algumas toras que estavam dentro do rio Xingu foram carregadas pelas águas, de acordo com Elielson Soares, chefe da unidade regional do Ibama de Altamira.
Em virtude do prejuízo, o Ibama já começou o retirada da madeira da área da praia e está colocando no pátio da serraria São José, a mesma que beneficiou o mogno doado para a Fase. Segundo Elielson Soares o termo de doação está sendo analisado pela Procuradoria Geral (PROEG) do Ibama e deve ser assinado em 40 dias. Ainda não existe definição de quem ficará com a madeira.
Flávio Carneiro, de Altamira
Fonte: Diário do Pará
06/jan/04
A madeira é resultado de uma operação do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente) que resultou na apreensão durante o ano de 2001, na região do alto Xingu.
Da madeira apreendida, todo o mogno que era a maioria do material, foi doada para ser beneficiado e o valor arrecadado aplicado em projetos sócias da região da Transamazônica. Além do mogno mais de mil toras de cedro também foram apreendidas. Desde o ano passado quando a madeira foi removida para a área da praia do Pajé, a Fundação de Assistência (Fase), entidade para quem foi doada a madeira, tenta aprovar um termo aditivo para o cedro, para que o produto, assim como o mogno, também seja beneficiado e revertido em prol de obras sociais.
Em virtude da burocracia e demora na aprovação do termo aditivo, as toras estão se perdendo, a maioria da madeira já está rachada e não serve para beneficiamento. Algumas toras que estavam dentro do rio Xingu foram carregadas pelas águas, de acordo com Elielson Soares, chefe da unidade regional do Ibama de Altamira.
Em virtude do prejuízo, o Ibama já começou o retirada da madeira da área da praia e está colocando no pátio da serraria São José, a mesma que beneficiou o mogno doado para a Fase. Segundo Elielson Soares o termo de doação está sendo analisado pela Procuradoria Geral (PROEG) do Ibama e deve ser assinado em 40 dias. Ainda não existe definição de quem ficará com a madeira.
Flávio Carneiro, de Altamira
Fonte: Diário do Pará
06/jan/04
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