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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Flonas regionais deverão colaborar na ampliação das áreas protegidas
Entre as diretrizes para as Flonas do Sudeste estão ainda implementar os planos de manejo e fortalecer os conselhos consultivos.
Fortalecer a gestão regional das Florestas Nacionais (Flonas), através da criação dos conselhos consultivos e da implantação de planos de manejo estão entre as principais diretrizes para as Flonas da região Sudeste, conforme as decisões do 1º Encontro Regional de Florestas Nacionais, que terminou , na Flona de Passa Quatro, em Minas Gerais, com os chefes das oito florestas da região.
Segundo Francisco Campello, coordenador-geral das Florestas Nacionais do Ibama, as Flonas devem ainda buscar alternativas de geração de recursos para melhorar a arrecadação e promover o desenvolvimento local. “Outro objetivo dos gestores regionais é ajudar a ampliar as áreas das Flonas, seja sugerindo novas áreas ou colaborando nos procedimentos de criação, para que consigamos, em 10 anos, chegar a 50 milhões de hectares protegidos por este tipo de unidade de conservação”, diz.
As Florestas Nacionais são áreas protegidas onde podem ser desenvolvidas atividades econômicas, tanto pelo Governo como através de concessões. Atualmente, existem o País conta com 63 Florestas Nacionais, totalizando 19 milhões de hectares. No Sudeste, são três no Espírito Santo, três em Minas Gerais, três em São Paulo e uma no Rio de Janeiro. A primeira da região a ter um plano de manejo aprovado foi a Flona Ipanema, uma das principais áreas de Mata Atlântica no interior de São Paulo.
Conforme Campello, o projeto foi elaborado pela empresa Geotec, com financiamento da Concessionária de Rodovias do Oeste de São Paulo (Viaoeste), como compensação ambiental. Foram estabelecidas setes zonas de uso, que incluem turismo, produção florestal, recuperação de áreas degradadas e de preservação. “A próxima a ter seu plano elaborado será a Flona de Ritápolis, em Minas. Pretendemos, a partir de agora, que o trabalho seja realizado pela equipe do próprio Ibama”, disse o coordenador.
Encontro semelhantes deverão ser realizados nas demais regiões, em datas ainda não definidas.
Fonte: Estadão
Fortalecer a gestão regional das Florestas Nacionais (Flonas), através da criação dos conselhos consultivos e da implantação de planos de manejo estão entre as principais diretrizes para as Flonas da região Sudeste, conforme as decisões do 1º Encontro Regional de Florestas Nacionais, que terminou , na Flona de Passa Quatro, em Minas Gerais, com os chefes das oito florestas da região.
Segundo Francisco Campello, coordenador-geral das Florestas Nacionais do Ibama, as Flonas devem ainda buscar alternativas de geração de recursos para melhorar a arrecadação e promover o desenvolvimento local. “Outro objetivo dos gestores regionais é ajudar a ampliar as áreas das Flonas, seja sugerindo novas áreas ou colaborando nos procedimentos de criação, para que consigamos, em 10 anos, chegar a 50 milhões de hectares protegidos por este tipo de unidade de conservação”, diz.
As Florestas Nacionais são áreas protegidas onde podem ser desenvolvidas atividades econômicas, tanto pelo Governo como através de concessões. Atualmente, existem o País conta com 63 Florestas Nacionais, totalizando 19 milhões de hectares. No Sudeste, são três no Espírito Santo, três em Minas Gerais, três em São Paulo e uma no Rio de Janeiro. A primeira da região a ter um plano de manejo aprovado foi a Flona Ipanema, uma das principais áreas de Mata Atlântica no interior de São Paulo.
Conforme Campello, o projeto foi elaborado pela empresa Geotec, com financiamento da Concessionária de Rodovias do Oeste de São Paulo (Viaoeste), como compensação ambiental. Foram estabelecidas setes zonas de uso, que incluem turismo, produção florestal, recuperação de áreas degradadas e de preservação. “A próxima a ter seu plano elaborado será a Flona de Ritápolis, em Minas. Pretendemos, a partir de agora, que o trabalho seja realizado pela equipe do próprio Ibama”, disse o coordenador.
Encontro semelhantes deverão ser realizados nas demais regiões, em datas ainda não definidas.
Fonte: Estadão
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