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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Indústria Florestal terá incentivos em 2004.
Se depender dos senadores Arthur Virgílio (PSDB-AM), Gilberto Mestrinho (PMDB-AM) e José Sarney (PMDB-AP), as indústrias florestais da Amazônia terão - a partir de 2004 - os mesmos direitos de incentivos fiscais das indústrias que atuam na Zona Franca de Manaus. Hoje, os incentivos só são válidos para produtos que circulem dentro da Amazônia.
O deputado estadual Ronald Polanco (PT) disse ontem que o projeto vem ao de encontro à política de desenvolvimento sustentável para a região e pode beneficiar as indústrias que hoje estão se instalando no Acre e, em especial, o manejo sustentável da floresta, que vem sendo realizado com sucesso em toda a Amazônia.
O deputado lembrou que somente este ano, no Amazonas, foram liberados 150 planos de manejo, graças ao trabalho que vem sendo desenvolvido pelo secretário de Meio Ambiente, Virgílio Viana, e pelo governador Eduardo Braga, desde janeiro, quando assumiu o governo do Estado.
No Acre, entretanto, os planos de manejo ainda estão em fase experimental. "O sucesso do Amazonas se dá pela descentralização das ações que deixaram de ser efetuadas pelo Ibama e hoje são feitas diretamente pelo Instituto de produção Ambiental, um trabalho feito com o apoio da ministra do Meio Ambiente Marina Silva. Aqui no Acre ainda estamos emperrados na burocracia da liberação e esperamos que a desburocratização seja uma das prioridades de 2004, para acelerarmos o processo do desenvolvimento sustentável do Estado", lembra Polanco.
A medida da descentralização foi tomada quando Virgílio Viana assumiu a Secretaria de Meio Ambiente. Virgílio Viana trabalhou de 1998 a 2002 no Acre, em especial na Reserva Extrativista Chico Mendes, onde implantou o plano de manejo, hoje conhecido como jardim florestal. No Amazonas, foi também responsável pela implantação da chamada Zona Franca Verde e que deve se fortalecer com os incentivos fiscais para o setor florestal.
"Nossa expectativa é de que o projeto, apresentado no Senado, seja aprovado e traga benefícios para toda a indústria florestal da Amazônia, que hoje se encontra em fase de franco crescimento", disse Polanco.
Charlene Carvalho
Fonte:A Tribuna
31/dez/03
O deputado estadual Ronald Polanco (PT) disse ontem que o projeto vem ao de encontro à política de desenvolvimento sustentável para a região e pode beneficiar as indústrias que hoje estão se instalando no Acre e, em especial, o manejo sustentável da floresta, que vem sendo realizado com sucesso em toda a Amazônia.
O deputado lembrou que somente este ano, no Amazonas, foram liberados 150 planos de manejo, graças ao trabalho que vem sendo desenvolvido pelo secretário de Meio Ambiente, Virgílio Viana, e pelo governador Eduardo Braga, desde janeiro, quando assumiu o governo do Estado.
No Acre, entretanto, os planos de manejo ainda estão em fase experimental. "O sucesso do Amazonas se dá pela descentralização das ações que deixaram de ser efetuadas pelo Ibama e hoje são feitas diretamente pelo Instituto de produção Ambiental, um trabalho feito com o apoio da ministra do Meio Ambiente Marina Silva. Aqui no Acre ainda estamos emperrados na burocracia da liberação e esperamos que a desburocratização seja uma das prioridades de 2004, para acelerarmos o processo do desenvolvimento sustentável do Estado", lembra Polanco.
A medida da descentralização foi tomada quando Virgílio Viana assumiu a Secretaria de Meio Ambiente. Virgílio Viana trabalhou de 1998 a 2002 no Acre, em especial na Reserva Extrativista Chico Mendes, onde implantou o plano de manejo, hoje conhecido como jardim florestal. No Amazonas, foi também responsável pela implantação da chamada Zona Franca Verde e que deve se fortalecer com os incentivos fiscais para o setor florestal.
"Nossa expectativa é de que o projeto, apresentado no Senado, seja aprovado e traga benefícios para toda a indústria florestal da Amazônia, que hoje se encontra em fase de franco crescimento", disse Polanco.
Charlene Carvalho
Fonte:A Tribuna
31/dez/03
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