Voltar
Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Laboratório de Produtos Florestais comemora 30 anos.
O Laboratório de Produtos Florestais (LPF) do Ibama está comemorando 30 anos de atividades, desenvolvendo pesquisas e trabalhos na busca de alternativas para a promoção de soluções inovadoras referentes à utilização de madeiras brasileiras. Os projetos idealizados pelo LPF neste período, em alguns casos com outros parceiros, transformaram-se em produtos inovadores desenvolvidos pela iniciativa privada. São exemplos a cola de tanino, resultante de um projeto iniciado na década de 1970, e as gaitas diatônicas, desenvolvidas a partir do projeto Avaliação de Madeiras Amazônicas para Utilização em Instrumentos Musicais.
Entre os projetos desenvolvidos pelo LPF destacam-se: projeto de Desenvolvimento de Adesivos Alternativos a base de Tanino (1977); a participação em comissões de estudo para elaboração de normas técnicas da ABNT (1980) e estudos de madeiras brasileiras na confecção de instrumentos musicais, iniciados em (1982), com a publicação do livro Classifica de Madeiras para Instrumentos Musicais. O trabalho foi retomado em 2002 com o projeto Avaliação de Madeiras Amazônicas para Utilização em Instrumentos Musicais.
No período de 1988 a 1990 o LPF desenvolveu e executou o projeto dos módulos de madeira para abrigo de pesquisadores na Estação Científica Brasileira Comandante Ferraz, no continente Antártico. Em 1991 foi desenvolvido o módulo de madeira “Rebio Rocas”, que implantou estruturas que servem de base para pesquisadores e servidores do Ibama na Reserva Biológica do Atol das Rocas.
O LPF promove, ainda, prêmios, como o Ibama/Movesp de Madeiras Alternativas, substituído em 1996 pelo prêmio Ibama/Movesul, com a realização de concursos a cada dois anos, visando os moveleiros a utilizarem madeiras pouco conhecidas. Ainda dentro da proposta de incentivo ao uso de novas madeiras para a fabricação de móveis, o LPF lançou em 1977 a exposição Madeira em Design e instituiu a edição única do Prêmio Nacional de Madeiras da Amazônia Móveis e Design.
Casas Populares – Um dos grande projetos desenvolvidos pelo LPF foi o Habitação Popular em Madeira, iniciado em 2001. Seu principal objetivo é o de dar uma destinação social às madeiras apreendidas nas ações de fiscalização do Ibama. Parte dessas madeiras é disponibilizada para construção de moradias adequadas aos padrões e peculiaridades de diferentes regiões do Brasil. Em parceria com o Governo Federal foram construídas 20 casas, no ano de 2002, no município de Pimenta Bueno (RO).
A partir do trabalho desenvolvido pelo LPF foram lançadas, em 1997 as seguintes publicações: Catálogo de Árvores do Brasil; Incentivo ao Uso de Novas Madeiras para a Fabricação de Móveis; madeiras Tropicais Brasileiras; Madeiras da Amazônia, Características e Utilização: Amazônia Oriental. Em 2002: Comercialização de Produtos madeireiros da Amazônia; habitação Popular em Madeira; Madeiras Tropicais Brasileiras; Espécies de Madeiras Substitutas do Mogno; Substituição da Madeira de Castanheira e Catálogo de Árvores do Brasil. Em 2002 foi produzido o CD-Rom do Catálogo de Árvores do Brasil.
O LPF possui hoje, Xiloteca com 4.526 espécimes de madeiras referentes a 123 famílias, 729 gêneros e 1.830 espécies. Um laminário com quatro mil lâminas permanentes, composto por 116 famílias, 186 gêneros e 398 espécies, além de material de herbário, que se destaca pela representatividade das madeiras tropicais da Amazônia. A página do LPF na Internet pode ser acessada no endereço: http://www.ibama.gov.br/lpf. Nela é possível consultar informações sobre história, objetivos, linhas de pesquisas e projetos concluídos do Laboratório de Produtos Florestais do Ibama.
Ascom
24/dez/03
Entre os projetos desenvolvidos pelo LPF destacam-se: projeto de Desenvolvimento de Adesivos Alternativos a base de Tanino (1977); a participação em comissões de estudo para elaboração de normas técnicas da ABNT (1980) e estudos de madeiras brasileiras na confecção de instrumentos musicais, iniciados em (1982), com a publicação do livro Classifica de Madeiras para Instrumentos Musicais. O trabalho foi retomado em 2002 com o projeto Avaliação de Madeiras Amazônicas para Utilização em Instrumentos Musicais.
No período de 1988 a 1990 o LPF desenvolveu e executou o projeto dos módulos de madeira para abrigo de pesquisadores na Estação Científica Brasileira Comandante Ferraz, no continente Antártico. Em 1991 foi desenvolvido o módulo de madeira “Rebio Rocas”, que implantou estruturas que servem de base para pesquisadores e servidores do Ibama na Reserva Biológica do Atol das Rocas.
O LPF promove, ainda, prêmios, como o Ibama/Movesp de Madeiras Alternativas, substituído em 1996 pelo prêmio Ibama/Movesul, com a realização de concursos a cada dois anos, visando os moveleiros a utilizarem madeiras pouco conhecidas. Ainda dentro da proposta de incentivo ao uso de novas madeiras para a fabricação de móveis, o LPF lançou em 1977 a exposição Madeira em Design e instituiu a edição única do Prêmio Nacional de Madeiras da Amazônia Móveis e Design.
Casas Populares – Um dos grande projetos desenvolvidos pelo LPF foi o Habitação Popular em Madeira, iniciado em 2001. Seu principal objetivo é o de dar uma destinação social às madeiras apreendidas nas ações de fiscalização do Ibama. Parte dessas madeiras é disponibilizada para construção de moradias adequadas aos padrões e peculiaridades de diferentes regiões do Brasil. Em parceria com o Governo Federal foram construídas 20 casas, no ano de 2002, no município de Pimenta Bueno (RO).
A partir do trabalho desenvolvido pelo LPF foram lançadas, em 1997 as seguintes publicações: Catálogo de Árvores do Brasil; Incentivo ao Uso de Novas Madeiras para a Fabricação de Móveis; madeiras Tropicais Brasileiras; Madeiras da Amazônia, Características e Utilização: Amazônia Oriental. Em 2002: Comercialização de Produtos madeireiros da Amazônia; habitação Popular em Madeira; Madeiras Tropicais Brasileiras; Espécies de Madeiras Substitutas do Mogno; Substituição da Madeira de Castanheira e Catálogo de Árvores do Brasil. Em 2002 foi produzido o CD-Rom do Catálogo de Árvores do Brasil.
O LPF possui hoje, Xiloteca com 4.526 espécimes de madeiras referentes a 123 famílias, 729 gêneros e 1.830 espécies. Um laminário com quatro mil lâminas permanentes, composto por 116 famílias, 186 gêneros e 398 espécies, além de material de herbário, que se destaca pela representatividade das madeiras tropicais da Amazônia. A página do LPF na Internet pode ser acessada no endereço: http://www.ibama.gov.br/lpf. Nela é possível consultar informações sobre história, objetivos, linhas de pesquisas e projetos concluídos do Laboratório de Produtos Florestais do Ibama.
Ascom
24/dez/03
Fonte:
Notícias em destaque
Silvicultura e as restaurações, prioridade e legitimidade
A recuperação de áreas degradadas vai se consolidando como uma nova alternativa da silvicultura brasileira dentro da agenda...
(SILVICULTURA)
FUNPINUS reúne setor produtivo e pesquisadores para melhoramento genético do pinus
O Fundo Cooperativo para Melhoramento de Pinus (FUNPINUS) foi criado em 2017 como um dos principais instrumentos de colaboração...
(GERAL)
Adeus madeira? Sobra de 200 milhões de toneladas para fazer MDF de bagaço de cana
Adeus madeira? Sobra de 200 milhões de toneladas para fazer MDF de bagaço de cana na busca por “plástico verde”...
(GERAL)
Plano estadual fortalece silvicultura e amplia base de florestas plantadas em Goiás
Estratégia integra políticas públicas, planejamento técnico e articulação institucional para atrair...
(SILVICULTURA)
Novo programa valida a legalidade das madeiras nobres americanas
O Conselho Americano de Exportação de Madeira de Lei (American Hardwood Export Council) contratou a Dovetail Partners, de...
(INTERNACIONAL)
Com maturidade em 3 a 5 anos e crescimento até 1 metro por dia, bambu vira a aposta climática mais rápida na África
Com maturidade em 3 a 5 anos e crescimento até 1 metro por dia, bambu vira a aposta climática mais rápida na África,...
(GERAL)














