Voltar
Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Governo lançou projeto de assentamento agrário com produção sustentável.
O governo lançou na sexta-feira (19), no Ibama, um novo modelo de assentamento da reforma agrária voltado para a produção sustentável das florestas. O projeto pretende aliar produção familiar à preservação ambiental e à recuperação de áreas degradadas. Foi o que ficou acertado por meio de uma portaria assinada pelos ministros do Meio Ambiente, Marina Silva, do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rossetto, e o presidente do Incra, Rolf Hackbart.
Os assentamentos da reforma agrária implantados nas florestas serão baseados no manejo da madeira e de outros recursos não madeireiros como o cultivo de ervas medicinais, de frutas além do manejo de animais. De acordo com o Incra, os assentados também trabalharão na recuperação de matas e no plantio de subsistência.
A ministra Marina Silva definiu a medida como resultado concreto da percepção do governo de que a reforma agrária não pode ser um vetor de destruição. "Ela deve combinar os aspectos sociais com a questão ambiental, daí a modalidade que privilegia a floresta em pé e o seu uso
sustentável", afirmou.
A primeira experiência será nos municípios de Rodrigues Alves e Sena Madureira, no Acre. O governo já desapropriou uma área de 85 mil hectares, onde 500 famílias passarão a trabalhar a terra a partir de janeiro de 2004. A seleção dos assentados dará prioridade a posseiros e trabalhadores sem terra inscritos para os assentamentos, que tenham identidade e um mínimo de conhecimento do manejo florestal.
Para o ministro Miguel Rossetto, o governo inaugura um novo modelo respeitando a estratégia de desenvolvimento rural vinculado à política de assentamento. Ele explicou que os projetos serão adequados às realidades regionais e sempre voltados para o cuidado na ocupação respeitando o bioma e garantindo emprego e renda. "O assentamento traduz o novo papel de reforma agrária. A atividade produtiva fundamental será a floresta a partir do manejo sustentável", disse.
De acordo com o superintendente do Incra no Acre, Raimundo Cardoso, já estão disponíveis para serem transformadas em assentamento florestais cerca de 320 mil hectares, o correspondente a 2% das terras do estado. O ministro Miguel Rossetto anunciou que após a consolidação desses dois assentamentos, o Incra implantará o mesmo modelo no Amazonas e em Rondônia. O Ministério do Desenvolvimento Agrário pretende mudar as linhas de crédito para os produtores desses assentamentos por causa do ciclo de produção que pode durar até 30 anos. O assunto está em estudo.
Fonte: MMA
23/dez/03
Os assentamentos da reforma agrária implantados nas florestas serão baseados no manejo da madeira e de outros recursos não madeireiros como o cultivo de ervas medicinais, de frutas além do manejo de animais. De acordo com o Incra, os assentados também trabalharão na recuperação de matas e no plantio de subsistência.
A ministra Marina Silva definiu a medida como resultado concreto da percepção do governo de que a reforma agrária não pode ser um vetor de destruição. "Ela deve combinar os aspectos sociais com a questão ambiental, daí a modalidade que privilegia a floresta em pé e o seu uso
sustentável", afirmou.
A primeira experiência será nos municípios de Rodrigues Alves e Sena Madureira, no Acre. O governo já desapropriou uma área de 85 mil hectares, onde 500 famílias passarão a trabalhar a terra a partir de janeiro de 2004. A seleção dos assentados dará prioridade a posseiros e trabalhadores sem terra inscritos para os assentamentos, que tenham identidade e um mínimo de conhecimento do manejo florestal.
Para o ministro Miguel Rossetto, o governo inaugura um novo modelo respeitando a estratégia de desenvolvimento rural vinculado à política de assentamento. Ele explicou que os projetos serão adequados às realidades regionais e sempre voltados para o cuidado na ocupação respeitando o bioma e garantindo emprego e renda. "O assentamento traduz o novo papel de reforma agrária. A atividade produtiva fundamental será a floresta a partir do manejo sustentável", disse.
De acordo com o superintendente do Incra no Acre, Raimundo Cardoso, já estão disponíveis para serem transformadas em assentamento florestais cerca de 320 mil hectares, o correspondente a 2% das terras do estado. O ministro Miguel Rossetto anunciou que após a consolidação desses dois assentamentos, o Incra implantará o mesmo modelo no Amazonas e em Rondônia. O Ministério do Desenvolvimento Agrário pretende mudar as linhas de crédito para os produtores desses assentamentos por causa do ciclo de produção que pode durar até 30 anos. O assunto está em estudo.
Fonte: MMA
23/dez/03
Fonte:
Notícias em destaque
Exportações na cadeia moveleira reagem em fevereiro e março, mas fecham 1º trimestre abaixo de 2025
Em meio à reorganização dos mercados internacionais, “Conjuntura de Móveis – Abril/2026” apontou...
(MERCADO)
Florestas plantadas respondem por 94 por cento da madeira para fins industriais
A sociedade consome produtos provenientes de florestas todos os dias, e a presença da madeira pode ser constatada em produtos como...
(SETOR FLORESTAL)
Ibá anuncia banca de jurados de seu 3º Prêmio de Jornalismo
Roberto Waack, Carlos Aguiar e Vera Ondei compõem o júri da terceira edição; inscrições vão...
(EVENTOS)
A sustentabilidade da silvicultura e o envolvimento de toda a cadeia produtiva
A silvicultura brasileira alcançou um nível de desenvolvimento admirável. Evoluiu em produtividade, tecnologia,...
(SILVICULTURA)
FSC: marco de 10 milhões de hectares certificados reafirmam o Brasil como potência em soluções baseadas na natureza
Com um crescimento em área de quase 40% nos últimos dez anos, o Brasil acaba de alcançar a marca de 10 milhões de...
(CERTIFICAÇÃO)
Processamento de pequi no Araguaia projeta volume três vezes maior que principal polo nacional
Com aporte do governo britânico, projeto impulsiona bioeconomia e tem potencial de gerar R$ 21 milhões por ano para mais de mil...
(AGRO)














