Voltar
Notícias
05
abr
2008
(ECONOMIA)
FGV: Impostos são vistos como o maior limitador do PIB
Os impostos foram citados como o principal fator limitativo de crescimento econômico, sendo lembrado por 30,2% do total de mais de dois mil domicílios entrevistados para cálculo do Índice de Confiança do Consumidor (ICC) de março.
A informação é do coordenador de Análises Conjunturais do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), Aloísio Campelo. Ao comentar o resultado do ICC, ele divulgou também corte especial da Sondagem das Expectativas do Consumidor de março, cujo tema era "obstáculos ao crescimento econômico".
A pesquisa foi realizada em sete capitais do País. As taxas de juros elevadas ficaram em segundo lugar como fator limitativo ao crescimento, sendo lembrada por 22,1% dos entrevistados, seguidas por desequilíbrio em contas públicas (19,6%). A inflação ficou em quarto lugar (17,2% dos pesquisados); seguida por carência de investimentos (5,3%); outros (3,7%) e nível da taxa de câmbio (1,9%).
O corte especial da sondagem também pesquisou entre os entrevistados fatores não econômicos que fossem limitativos ao crescimento. Em primeiro lugar ficou a corrupção (47,6%); seguida por nível educacional (20,6%); e saúde pública (10,%).
No caso desse último tópico, a cidade do Rio de Janeiro impulsionou o resultado; a questão de saúde pública foi lembrada por 23,4% dos entrevistados na capital fluminense - sendo que, em março do ano passado, a parcela de respostas para esse tipo de pergunta, no Rio, era de 14,8%.
O economista lembrou o avanço da dengue no Estado, no último mês, como fator de influência no resultado. "Quando se tem algo como a dengue, diminui a quantidade de pessoas trabalhando, que têm que pedir licença; além disso, aumentam os recursos para o SUS, gerando mais gastos. Isso limita o crescimento", explicou.
A informação é do coordenador de Análises Conjunturais do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), Aloísio Campelo. Ao comentar o resultado do ICC, ele divulgou também corte especial da Sondagem das Expectativas do Consumidor de março, cujo tema era "obstáculos ao crescimento econômico".
A pesquisa foi realizada em sete capitais do País. As taxas de juros elevadas ficaram em segundo lugar como fator limitativo ao crescimento, sendo lembrada por 22,1% dos entrevistados, seguidas por desequilíbrio em contas públicas (19,6%). A inflação ficou em quarto lugar (17,2% dos pesquisados); seguida por carência de investimentos (5,3%); outros (3,7%) e nível da taxa de câmbio (1,9%).
O corte especial da sondagem também pesquisou entre os entrevistados fatores não econômicos que fossem limitativos ao crescimento. Em primeiro lugar ficou a corrupção (47,6%); seguida por nível educacional (20,6%); e saúde pública (10,%).
No caso desse último tópico, a cidade do Rio de Janeiro impulsionou o resultado; a questão de saúde pública foi lembrada por 23,4% dos entrevistados na capital fluminense - sendo que, em março do ano passado, a parcela de respostas para esse tipo de pergunta, no Rio, era de 14,8%.
O economista lembrou o avanço da dengue no Estado, no último mês, como fator de influência no resultado. "Quando se tem algo como a dengue, diminui a quantidade de pessoas trabalhando, que têm que pedir licença; além disso, aumentam os recursos para o SUS, gerando mais gastos. Isso limita o crescimento", explicou.
Fonte: Agência Estado / G1
Notícias em destaque
O mercado de lixamento de madeira deverá atingir US$ 2 bilhões até 2036
A estrutura de mercado reflete a gestão de riscos, e não uma transição linear de ferramentas básicas para...
(MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS)
Novo estudo do Brazilian Furniture revela caminhos de expansão no Reino Unido
O relatório publicado pela ABIMÓVEL e ApexBrasil detalha o cenário econômico e concorrencial britânico, mapeando...
(MERCADO)
Atualização das exportações - novembro e dezembro de 2025
Em novembro de 2025, as exportações brasileiras de produtos derivados da madeira (exceto celulose e papel) diminuíram 37% em...
(MERCADO)
Demanda por celulose faz valor do eucalipto subir 30,6 por cento em um ano
Metro estéreo passou de R$ 137,47 para R$ 179,46 entre novembro de 2024 e 2025.
O preço da madeira de eucalipto destinado...
(MERCADO)
Setor madeireiro aposta em estratégia para 2026
Novo episódio do Podcast WoodFlow discute aprendizados de 2025, impactos das tarifas e caminhos para o próximo ano.
A...
(GERAL)
Silvicultura e as restaurações, prioridade e legitimidade
A recuperação de áreas degradadas vai se consolidando como uma nova alternativa da silvicultura brasileira dentro da agenda...
(SILVICULTURA)














