Voltar
Notícias
30
mar
2008
(PAPEL E CELULOSE)
Política industrial vai focar papel e celulose
A política industrial em gestação no governo pretende colocar seis setores da economia brasileira no topo do ranking dos exportadores mundiais. São eles: papel e celulose, mineração, petroquímica, siderurgia, carne e aeronáutico. O objetivo é que esses setores se coloquem ou se mantenham entre os cinco principais exportadores do planeta. Eles fazem parte do grupo, dentro da nova política industrial, chamado "liderança mundial e conquista de mercados".
As informações fazem parte de uma das versões preliminares da nova política, à qual a reportagem do jornal O Estado de S. Paulo teve acesso. Para alcançar esse objetivo, as empresas dos quatro primeiros setores serão apoiadas com planos de investimento que lhes permitirão crescer, de forma que terão um porte semelhante a seus principais competidores. A avaliação do governo é que as empresas brasileiras nesses setores são menores que seus concorrentes internacionais. Além disso, as empresas nacionais levam desvantagem do ponto de vista tecnológico. Por outro lado, elas têm acesso privilegiado a matérias-primas.
Papel e celulose, siderurgia e petroquímica têm investimentos previstos de R$ 99 bilhões até 2011. Desse total, R$ 38,5 bilhões serão desembolsados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Além de financiamento, o banco deverá cooperar com a estruturação de fundos de investimento nessas empresas e até com a compra de participação acionária. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
As informações fazem parte de uma das versões preliminares da nova política, à qual a reportagem do jornal O Estado de S. Paulo teve acesso. Para alcançar esse objetivo, as empresas dos quatro primeiros setores serão apoiadas com planos de investimento que lhes permitirão crescer, de forma que terão um porte semelhante a seus principais competidores. A avaliação do governo é que as empresas brasileiras nesses setores são menores que seus concorrentes internacionais. Além disso, as empresas nacionais levam desvantagem do ponto de vista tecnológico. Por outro lado, elas têm acesso privilegiado a matérias-primas.
Papel e celulose, siderurgia e petroquímica têm investimentos previstos de R$ 99 bilhões até 2011. Desse total, R$ 38,5 bilhões serão desembolsados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Além de financiamento, o banco deverá cooperar com a estruturação de fundos de investimento nessas empresas e até com a compra de participação acionária. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: A Tarde Online
Notícias em destaque
Balanço das exportações do setor florestal paranaense em 2025 demonstra impacto causado pelo tarifaço
Segmento de molduras teve queda de 61%, enquanto portas de madeira sofreram retração de 55% no comércio exterior.
As...
(MERCADO)
Essa é a planta que cresce mais rápido no mundo – até 1 metro por dia
Entenda como funciona o desenvolvimento acelerado do bambu mossô (Phyllostachys edulis) e os principais cuidados ao cultivá-lo no...
(GERAL)
Porto Alegre – Biotech – Feira Internacional em bioenergia projeta novo padrão de investimentos
Porto Alegre voltou a se posicionar no centro do debate sobre o futuro da energia sustentável ao sediar, no Centro de Eventos da FIERGS,...
(EVENTOS)
Construtores erguem casa com madeira de reflorestamento em quatro dias e reduzem o custo da obra, desafiando a construção civil tradicional
Construir uma moradia do zero geralmente exige meses de espera, canteiros sujos e orçamentos estourados. Para romper essa lógica,...
(CONSTRUÇÃO CIVIL)
Veracel e SENAI formam turmas de Operador e Operadora | Mecânico e Mecânica de Máquinas Florestais no sul da Bahia
Com 100% de contratação entre os novos operadores, iniciativa reforça a estratégia de qualificação de...
(GERAL)
Casal constrói casa de madeira com técnica de construção japonesa que promete durabilidade de até 100 anos
Casal experiente tomou a frente de uma construção de casa de madeira com técnica japonesa que pode garantir resistência...
(TECNOLOGIA)













