Voltar
Notícias
28
mar
2008
(DESMATAMENTO)
Divergências políticas prejudicam Operação Arco de Fogo em Rondônia
Por questões políticas, a Operação Arco de Fogo, deflagrada para combater o desmatamento ilegal na Amazônia, enfrentará mais dificuldades em Rondônia do que nos estados do Pará e de Mato Grosso, onde também já foi iniciada. A avaliação é do chefe de fiscalização da superintendência estadual do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Antônio Hernandes Torres.
"É mais complicada (a operação) em Rondônia porque, além da própria extração ilegal de madeira, a arquitetura envolve agentes políticos ligados ao governo estadual", afirmou Torres.
O secretário estadual de Desenvolvimento Ambiental, Augustinho Pastore, também apontou divergências políticas como causa das dificuldades de acordo entre a secretaria e o órgão federal: “A divergência é política. O PT quer mandar. Mas aqui no estado, o governo não é do PT”.
A cidade de Machadinho D`Oeste, onde a operação está concentrada, é, segundo Antônio Torres, rota de foragidos da Justiça e "abriga gangues que também se utilizam do crime ambiental para seu sustento econômico". O tráfico de drogas e a grilagem de terras públicas também se destacam na região.
“A dificuldade deles (Ibama) é porque vieram para cá achando que Rondônia era uma desgraceira, que era pior que o Pará e Mato Grosso. E não é”, avaliou o secretário Pastore.
A realização de uma operação paralela de combate ao desmatamento na mesma região, pelo governo de Rondônia, é definida por Torres como uma tentativa de "colocar névoa" na atuação dos fiscais federais. "Ela prejudica no sentido de ter antecipado algumas coisas que poderíamos ter feito. Mas de maneira alguma vai interferir no resultado final da nossa operação", argumentou.
Pastore respondeu que “temos um cronograma, desde janeiro, de todas as operações que vamos realizar – e em janeiro eu não sabia da Operação Arco de Fogo ou arco de nada”. Ele disse que pretende manter o calendário de ações do governo estadual, independentemente da atuação de operações federais na região.
E acrescentou: “Em 30 dias eles não encontraram nada aqui em Rondônia. Esse pessoal do Ibama gosta de transformar minhoca em sucuri”.
De acordo com o Ibama, até terça (25) foram apreendidos mais de 1.030 metros cúbicos de madeira ilegal em Machadinho D`Oeste. Nos próximos dias, a operação será deslocada para outros municípios do estado.
"É mais complicada (a operação) em Rondônia porque, além da própria extração ilegal de madeira, a arquitetura envolve agentes políticos ligados ao governo estadual", afirmou Torres.
O secretário estadual de Desenvolvimento Ambiental, Augustinho Pastore, também apontou divergências políticas como causa das dificuldades de acordo entre a secretaria e o órgão federal: “A divergência é política. O PT quer mandar. Mas aqui no estado, o governo não é do PT”.
A cidade de Machadinho D`Oeste, onde a operação está concentrada, é, segundo Antônio Torres, rota de foragidos da Justiça e "abriga gangues que também se utilizam do crime ambiental para seu sustento econômico". O tráfico de drogas e a grilagem de terras públicas também se destacam na região.
“A dificuldade deles (Ibama) é porque vieram para cá achando que Rondônia era uma desgraceira, que era pior que o Pará e Mato Grosso. E não é”, avaliou o secretário Pastore.
A realização de uma operação paralela de combate ao desmatamento na mesma região, pelo governo de Rondônia, é definida por Torres como uma tentativa de "colocar névoa" na atuação dos fiscais federais. "Ela prejudica no sentido de ter antecipado algumas coisas que poderíamos ter feito. Mas de maneira alguma vai interferir no resultado final da nossa operação", argumentou.
Pastore respondeu que “temos um cronograma, desde janeiro, de todas as operações que vamos realizar – e em janeiro eu não sabia da Operação Arco de Fogo ou arco de nada”. Ele disse que pretende manter o calendário de ações do governo estadual, independentemente da atuação de operações federais na região.
E acrescentou: “Em 30 dias eles não encontraram nada aqui em Rondônia. Esse pessoal do Ibama gosta de transformar minhoca em sucuri”.
De acordo com o Ibama, até terça (25) foram apreendidos mais de 1.030 metros cúbicos de madeira ilegal em Machadinho D`Oeste. Nos próximos dias, a operação será deslocada para outros municípios do estado.
Fonte: Radiobrás
Notícias em destaque
BNDES aprova R$ 43,8 milhões para planta de carvão vegetal da Ferbasa na Bahia
Unidade será instalada em Maracás (BA), terá capacidade de 20 mil toneladas por ano e usará madeira de florestas...
(BIOENERGIA)
A construção da sustentabilidade na silvicultura
O mês do meio ambiente é um convite à reflexão sobre como produzir e conservar ao mesmo tempo, um desafio cada vez mais...
(SILVICULTURA)
Brquetes de madeira prensada no inverno: por que superam a lenha tradicional
Quem aposta em madeira para se aquecer no inverno normalmente pensa na lenha tradicional comprada em loja de materiais de construção...
(BIOENERGIA)
Árvore, pasto e renda: eucalipto ganha espaço e fortalece a pecuária em AL
Produção de eucalipto em Alagoas saltou de pouco mais de 2 mil hectares para 27.296 hectares em uma década, aponta estudo da...
(SILVICULTURA)
Caixas de armazenamento de pellets: mais autonomia para fogões a pellets neste inverno
Cada vez mais lares contam com fogões a pellets para obter um calor limpo e constante - mas muita gente ainda precisa arrastar sacos...
(GERAL)
Relatório da FAO e da Bauhaus Earth destaca o papel da madeira na redução das emissões da construção civil
Um maior uso de madeira de origem sustentável pode ajudar a reposicionar o setor da construção civil, transformando-o de um...
(MADEIRA E PRODUTOS)














