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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Reservas Extrativistas do Acre terão R$ 5,4 milhões do BNDES
Ex-presidente do Conselho Nacional do Seringueiro (CNS), deputado estadual Juarez Leitão (PT), participa da solenidade de assinatura de um contrato de R$ 31 milhões da entidade que presidiu com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES).
Os R$ 31 milhões serão aplicados em 30 reservas extrativistas e marinhas espalhadas pelo país. No Acre, serão beneficiadas as reservas Alto Tarauacá, Cazumbá/Iracema, Chico Mendes e Riozinho da Liberdade. O montante dos recursos destinado às unidades acreanas chega a R$ 5,4 milhões.
O controle e a fiscalização do projeto, em todas as fases, serão de responsabilidade de um grupo de trabalho integrado por representantes do CNS, do Centro Nacional das Populações Tradicionais (CNPT), do Ibama, da Secretaria de Coordenação da Amazônia (SCA), do Ministério do Meio Ambiente, BNDES e associações das reservas.
"O controle, fiscalização da execução e prestação de contas dos recursos recebidos serão de responsabilidade do CNS, que deverá formar equipe para essa finalidade", explicou o parlamentar.
O projeto foi elaborado por meio de parceria do CNS com o Centro Nacional das Populações Tradicionais. Ao contrário do empréstimo feito no ano passado pelo governo do Estado, o dinheiro liberado para as reservas será a fundo perdido porque têm origem das áreas sociais e ambientais do BNDES.
"Trabalhamos nesse projeto por mais de um ano. A assinatura do contrato é uma vitória para todos nós", comentou Juarez Leitão.
Previstos para serem aplicados em quatro anos, os recursos serão destinados a melhorar as condições de vida das populações das reservas extrativistas da Amazônia, por meio do desenvolvimento de atividades produtivas estruturadas em bases sustentáveis e da ampliação da infra-estrutura atualmente existente.
O projeto determina a formulação de planos de manejos para as 30 reservas contempladas com o objetivo de fortalecer os sistemas de produção, a partir da incorporação de novas tecnologias e a realização de investimentos capazes de elevar os níveis de produtividade e o grau de aproveitamento dos recursos disponíveis.
Também serão construídos os Centros de Difusões de Conhecimento e Tecnologia nas Reservas, com o intuito de melhorar a capacitação das comunidades no exercício das atividades produtivas, na implantação dos planos de manejos definidos pelos comunitários e facilitar as condições de comercialização dos produtos de forma a ampliar mercado e obter preços justos.
"O ponto principal do projeto é a execução maciça dos planos de manejo, na medida que é fundamental para o desenvolvimento da economia extrativista, identificar e avaliar as melhores alternativas econômicas a partir dos recursos disponíveis na floresta e, ao mesmo tempo, determinar sistemas de produção múltiplos, eficientes e sustentáveis", salientou o deputado
Fonte: Página 20
Os R$ 31 milhões serão aplicados em 30 reservas extrativistas e marinhas espalhadas pelo país. No Acre, serão beneficiadas as reservas Alto Tarauacá, Cazumbá/Iracema, Chico Mendes e Riozinho da Liberdade. O montante dos recursos destinado às unidades acreanas chega a R$ 5,4 milhões.
O controle e a fiscalização do projeto, em todas as fases, serão de responsabilidade de um grupo de trabalho integrado por representantes do CNS, do Centro Nacional das Populações Tradicionais (CNPT), do Ibama, da Secretaria de Coordenação da Amazônia (SCA), do Ministério do Meio Ambiente, BNDES e associações das reservas.
"O controle, fiscalização da execução e prestação de contas dos recursos recebidos serão de responsabilidade do CNS, que deverá formar equipe para essa finalidade", explicou o parlamentar.
O projeto foi elaborado por meio de parceria do CNS com o Centro Nacional das Populações Tradicionais. Ao contrário do empréstimo feito no ano passado pelo governo do Estado, o dinheiro liberado para as reservas será a fundo perdido porque têm origem das áreas sociais e ambientais do BNDES.
"Trabalhamos nesse projeto por mais de um ano. A assinatura do contrato é uma vitória para todos nós", comentou Juarez Leitão.
Previstos para serem aplicados em quatro anos, os recursos serão destinados a melhorar as condições de vida das populações das reservas extrativistas da Amazônia, por meio do desenvolvimento de atividades produtivas estruturadas em bases sustentáveis e da ampliação da infra-estrutura atualmente existente.
O projeto determina a formulação de planos de manejos para as 30 reservas contempladas com o objetivo de fortalecer os sistemas de produção, a partir da incorporação de novas tecnologias e a realização de investimentos capazes de elevar os níveis de produtividade e o grau de aproveitamento dos recursos disponíveis.
Também serão construídos os Centros de Difusões de Conhecimento e Tecnologia nas Reservas, com o intuito de melhorar a capacitação das comunidades no exercício das atividades produtivas, na implantação dos planos de manejos definidos pelos comunitários e facilitar as condições de comercialização dos produtos de forma a ampliar mercado e obter preços justos.
"O ponto principal do projeto é a execução maciça dos planos de manejo, na medida que é fundamental para o desenvolvimento da economia extrativista, identificar e avaliar as melhores alternativas econômicas a partir dos recursos disponíveis na floresta e, ao mesmo tempo, determinar sistemas de produção múltiplos, eficientes e sustentáveis", salientou o deputado
Fonte: Página 20
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