Voltar
Notícias
17
mar
2008
(BIOENERGIA)
Europeus investem em energias renováveis no Brasil
O potencial brasileiro de geração de energia a partir de fontes renováveis está na mira de grandes grupos europeus, que estão intensificando os investimentos nessa área. De janeiro para cá, o País vem passando por um boom de negócios com esse perfil, envolvendo grupos como os franceses Areva e Velcan Energia, o português EDP e o espanhol Fortuny.
Petróleo caro, aquecimento global e abundância de recursos naturais no Brasil, como água, sol e ventos explicam o interesse dos grupos europeus. Além disso, as metas européias para redução dos gases de efeito estufa se tornaram mais rígidas, e um dos meios para buscar a redução da poluição é aplicar em projetos de energias limpas, com potencial para gerar créditos de carbono que podem ser negociados no mercado internacional. Até 2020, os países da União Européia tem que reduzir suas emissões de gases de efeito estufa em 20%. "Aos olhos dos europeus, o Brasil é um dos melhores ambientes para se investir em energias limpas, por causa da abundância de recursos naturais e também por possuir domínio tecnológico na geração hídrica e a partir de biomassa", explica Marco Fujihara, diretor do Instituto Totum, consultoria especializada em sustentabilidade.
O negócio mais recente nessa área foi anunciado há três semanas pela Energias do Brasil, holding da gigante portuguesa Energias de Portugal (EDP). O grupo decidiu criar uma unidade de negócios para produção de energia renovável na América do Sul, o que inclui construção de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), usinas de biomassa e parques eólicos. "A criação da Enernova demonstra a nossa confiança no potencial desse segmento no Brasil", diz o diretor-presidente da Energias do Brasil, António Pita de Abreu. O objetivo nada modesto da Enernova é chegar a uma capacidade de geração de 1.000 megawatts (MW) até 2012, somente em PCHs.
Petróleo caro, aquecimento global e abundância de recursos naturais no Brasil, como água, sol e ventos explicam o interesse dos grupos europeus. Além disso, as metas européias para redução dos gases de efeito estufa se tornaram mais rígidas, e um dos meios para buscar a redução da poluição é aplicar em projetos de energias limpas, com potencial para gerar créditos de carbono que podem ser negociados no mercado internacional. Até 2020, os países da União Européia tem que reduzir suas emissões de gases de efeito estufa em 20%. "Aos olhos dos europeus, o Brasil é um dos melhores ambientes para se investir em energias limpas, por causa da abundância de recursos naturais e também por possuir domínio tecnológico na geração hídrica e a partir de biomassa", explica Marco Fujihara, diretor do Instituto Totum, consultoria especializada em sustentabilidade.
O negócio mais recente nessa área foi anunciado há três semanas pela Energias do Brasil, holding da gigante portuguesa Energias de Portugal (EDP). O grupo decidiu criar uma unidade de negócios para produção de energia renovável na América do Sul, o que inclui construção de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), usinas de biomassa e parques eólicos. "A criação da Enernova demonstra a nossa confiança no potencial desse segmento no Brasil", diz o diretor-presidente da Energias do Brasil, António Pita de Abreu. O objetivo nada modesto da Enernova é chegar a uma capacidade de geração de 1.000 megawatts (MW) até 2012, somente em PCHs.
Fonte: O Estado de São Paulo
Notícias em destaque
Silvicultura fortalece agroindústria e impulsiona sustentabilidade no campo em Minas Gerais
A silvicultura, antes associada principalmente à produção de celulose, papel e carvão vegetal, vem se consolidando...
(SILVICULTURA)
O mercado de lixamento de madeira deverá atingir US$ 2 bilhões até 2036
A estrutura de mercado reflete a gestão de riscos, e não uma transição linear de ferramentas básicas para...
(MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS)
Novo estudo do Brazilian Furniture revela caminhos de expansão no Reino Unido
O relatório publicado pela ABIMÓVEL e ApexBrasil detalha o cenário econômico e concorrencial britânico, mapeando...
(MERCADO)
Atualização das exportações - novembro e dezembro de 2025
Em novembro de 2025, as exportações brasileiras de produtos derivados da madeira (exceto celulose e papel) diminuíram 37% em...
(MERCADO)
Demanda por celulose faz valor do eucalipto subir 30,6 por cento em um ano
Metro estéreo passou de R$ 137,47 para R$ 179,46 entre novembro de 2024 e 2025.
O preço da madeira de eucalipto destinado...
(MERCADO)
Setor madeireiro aposta em estratégia para 2026
Novo episódio do Podcast WoodFlow discute aprendizados de 2025, impactos das tarifas e caminhos para o próximo ano.
A...
(GERAL)














