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Notícias
16
mar
2008
(SETOR FLORESTAL)
Florestas comerciais são fonte de renda
Erva-mate, pinus e eucalipto podem ser opções para a diversificação na propriedade rural e geração de renda. Essa é a proposta apresentada pelos técnicos da Emater/RS-Ascar na parcela de 2.500 m2 de Florestas Comerciais, na Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque (RS). Esse é o primeiro ano que o tema é abordado na Feira e já apresentou um fórum de discussão entre produtores e técnicos, que aconteceu no Auditório da Produção, também no Parque.
De acordo com o gerente Regional da Emater/RS-Ascar de Passo Fundo, Oriberto Adami, os componentes florestais comerciais (erva-mate, Pinus ssp e Eucalipto ssp) são geradores de desenvolvimento econômico, social e ambiental no agronegócio familiar e empresarial. A produção florestal é uma atividade rentável que vem ao encontro da necessidade do mercado e é uma atividade de médio prazo.
Conforme o agrônomo da Emater/RS-Ascar, Ilvandro Barreto de Mello, as condições de solo, clima e tecnologia fazem do Brasil um grande competidor internacional, com altos índices de produtividade e baixo custo de produção, comparado a outros produtores mundiais. “Essas características estão acenando para mudanças do eixo florestal do hemisfério norte para o hemisfério sul, em especial para a produção de celulose”, esclarece Mello.
Sinalizando a importância do tema, foi realizado, no último dia 11, um Fórum sobre o setor florestal, com a participação de produtores e técnicos. Uma palestra sobre erva-mate, feita pelo pesquisador da Associação dos Produtores de Erva-Mate de Machadinho (Apromate), Gabriel Correa, expôs a experiência do Sistema Agroflorestal Cambona 4, uma erva-mate de alta produtividade, grande velocidade de rebrote, boa adaptação e, em especial, sabor suave para o chimarrão. Segundo Correa, a indústria paga cerca de 65% a mais pela Cambona 4, em relação a outras variedades de erva-mate. “Nosso objetivo é divulgar esse projeto e expandir a produção. Temos capacidade de implementar 100 hectares/ano”, disse Correa.
Na mesma linha, o pesquisador da Embrapa Florestas, Luciano Montoya, falou sobre o setor florestal, as tendências e os reflexos no agronegócio. “O Brasil está em crescimento frente ao cenário mundial florestal”, avaliou Montoya.
Entre os benefícios da atividade florestal, o pesquisador destacou as áreas de produção – diversidade de produtos, serviços e bens de consumo, aumento da produtividade e melhor aproveitamento dos recursos produtivos da propriedade; econômicos – diversificação de receitas, fluxo de caixa mais favorável, geração de renda e redução de riscos climáticos e de mercado; sociais – diversificação de uso de mão-de-obra, geração de emprego, fixação do produtor rural no campo; e ambientais – controle da erosão do solo, recuperação de áreas degradadas e de matas ciliares e diminuição da pressão sobre florestas nativas. Outra vantagem, de acordo com Montoya, é a possibilidade de consorciar as florestas com a produção de animais e de grãos.
Como resultado do Fórum será elaborado um documento para encaminhar às autoridades, visando a criação e implementação de um Programa Florestal para o Rio Grande do Sul.
De acordo com o gerente Regional da Emater/RS-Ascar de Passo Fundo, Oriberto Adami, os componentes florestais comerciais (erva-mate, Pinus ssp e Eucalipto ssp) são geradores de desenvolvimento econômico, social e ambiental no agronegócio familiar e empresarial. A produção florestal é uma atividade rentável que vem ao encontro da necessidade do mercado e é uma atividade de médio prazo.
Conforme o agrônomo da Emater/RS-Ascar, Ilvandro Barreto de Mello, as condições de solo, clima e tecnologia fazem do Brasil um grande competidor internacional, com altos índices de produtividade e baixo custo de produção, comparado a outros produtores mundiais. “Essas características estão acenando para mudanças do eixo florestal do hemisfério norte para o hemisfério sul, em especial para a produção de celulose”, esclarece Mello.
Sinalizando a importância do tema, foi realizado, no último dia 11, um Fórum sobre o setor florestal, com a participação de produtores e técnicos. Uma palestra sobre erva-mate, feita pelo pesquisador da Associação dos Produtores de Erva-Mate de Machadinho (Apromate), Gabriel Correa, expôs a experiência do Sistema Agroflorestal Cambona 4, uma erva-mate de alta produtividade, grande velocidade de rebrote, boa adaptação e, em especial, sabor suave para o chimarrão. Segundo Correa, a indústria paga cerca de 65% a mais pela Cambona 4, em relação a outras variedades de erva-mate. “Nosso objetivo é divulgar esse projeto e expandir a produção. Temos capacidade de implementar 100 hectares/ano”, disse Correa.
Na mesma linha, o pesquisador da Embrapa Florestas, Luciano Montoya, falou sobre o setor florestal, as tendências e os reflexos no agronegócio. “O Brasil está em crescimento frente ao cenário mundial florestal”, avaliou Montoya.
Entre os benefícios da atividade florestal, o pesquisador destacou as áreas de produção – diversidade de produtos, serviços e bens de consumo, aumento da produtividade e melhor aproveitamento dos recursos produtivos da propriedade; econômicos – diversificação de receitas, fluxo de caixa mais favorável, geração de renda e redução de riscos climáticos e de mercado; sociais – diversificação de uso de mão-de-obra, geração de emprego, fixação do produtor rural no campo; e ambientais – controle da erosão do solo, recuperação de áreas degradadas e de matas ciliares e diminuição da pressão sobre florestas nativas. Outra vantagem, de acordo com Montoya, é a possibilidade de consorciar as florestas com a produção de animais e de grãos.
Como resultado do Fórum será elaborado um documento para encaminhar às autoridades, visando a criação e implementação de um Programa Florestal para o Rio Grande do Sul.
Fonte: Agrosoft Brasil
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