Voltar
Notícias
14
mar
2008
(MEIO AMBIENTE)
Para Marina, não é hora de discutir dados do Inpe
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, disse ontem, em Brasília, que não é momento de se discutir os dados sobre desmatamento na Amazônia apresentados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). "No meu entendimento, neste momento não temos que ficar contestando os dados do Inpe. Nós temos é que agir para que em 2008 nós também tenhamos uma queda no desmatamento”.
A ministra afirmou desconhecer o levantamento que o governador do Mato Grosso, Blairo Maggi, diz ter, e que desmentiriam os dados do Inpe apresentados pelo governo federal.
O secretário de Meio Ambiente de Mato Grosso, Luiz Daldegon, informou ontem que o levantamento deve ser concluído esta semana para depois ser levado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O governador mato-grossense pretende pedir a revisão da lista que aponta 19 municípios do Estado como alguns dos principais responsáveis pelo avanço do desmatamento no país nos últimos meses de 2007.
"O pior dos mundos seria ficarmos correndo atrás de verificar se o desmatamento está ou não acontecendo, em vez de tomar as medidas", disse Marina. Segundo ela, a discussão sobre se há ou não desmatamento em uma determinada área faria com que em 2008 se chegasse à conclusão de que o desmatamento cresceu e nada foi feito.
Ela afirma ainda que os critérios para a inclusão dos municípios nessa lista dificilmente serão contestados. A ministra diz que o ideal é haver um movimento de mão dupla. "Todos somos favoráveis às medidas de combate ao desmatamento. E todos somos favoráveis às ações de desenvolvimento sustentável”.
A ministra afirmou desconhecer o levantamento que o governador do Mato Grosso, Blairo Maggi, diz ter, e que desmentiriam os dados do Inpe apresentados pelo governo federal.
O secretário de Meio Ambiente de Mato Grosso, Luiz Daldegon, informou ontem que o levantamento deve ser concluído esta semana para depois ser levado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O governador mato-grossense pretende pedir a revisão da lista que aponta 19 municípios do Estado como alguns dos principais responsáveis pelo avanço do desmatamento no país nos últimos meses de 2007.
"O pior dos mundos seria ficarmos correndo atrás de verificar se o desmatamento está ou não acontecendo, em vez de tomar as medidas", disse Marina. Segundo ela, a discussão sobre se há ou não desmatamento em uma determinada área faria com que em 2008 se chegasse à conclusão de que o desmatamento cresceu e nada foi feito.
Ela afirma ainda que os critérios para a inclusão dos municípios nessa lista dificilmente serão contestados. A ministra diz que o ideal é haver um movimento de mão dupla. "Todos somos favoráveis às medidas de combate ao desmatamento. E todos somos favoráveis às ações de desenvolvimento sustentável”.
Fonte: Valor Econômico
Notícias em destaque
Silvicultura fortalece agroindústria e impulsiona sustentabilidade no campo em Minas Gerais
A silvicultura, antes associada principalmente à produção de celulose, papel e carvão vegetal, vem se consolidando...
(SILVICULTURA)
O mercado de lixamento de madeira deverá atingir US$ 2 bilhões até 2036
A estrutura de mercado reflete a gestão de riscos, e não uma transição linear de ferramentas básicas para...
(MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS)
Novo estudo do Brazilian Furniture revela caminhos de expansão no Reino Unido
O relatório publicado pela ABIMÓVEL e ApexBrasil detalha o cenário econômico e concorrencial britânico, mapeando...
(MERCADO)
Atualização das exportações - novembro e dezembro de 2025
Em novembro de 2025, as exportações brasileiras de produtos derivados da madeira (exceto celulose e papel) diminuíram 37% em...
(MERCADO)
Demanda por celulose faz valor do eucalipto subir 30,6 por cento em um ano
Metro estéreo passou de R$ 137,47 para R$ 179,46 entre novembro de 2024 e 2025.
O preço da madeira de eucalipto destinado...
(MERCADO)
Setor madeireiro aposta em estratégia para 2026
Novo episódio do Podcast WoodFlow discute aprendizados de 2025, impactos das tarifas e caminhos para o próximo ano.
A...
(GERAL)














