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Notícias
13
mar
2008
(MADEIRA E PRODUTOS)
Polícia Federal prende servidores do Ibama por venda ilegal de madeira
A Polícia Federal prendeu ontem (12) seis funcionários do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) de Lorena (interior de São Paulo) acusados de extração e comércio ilegal de madeira da Floresta Nacional de Lorena, área federal de conservação da região do Vale do Paraíba.
Batizada de Operação Pinóquio, a ação da PF teve apoio do Ministério Público Federal (MPF) em Guaratinguetá, que denunciou o esquema em 2006. De acordo com o MPF, os servidores do Ibama, inclusive o chefe da unidade, vendiam mudas de plantas com registro do órgão sem o recolhimento de taxa federal (o valor era apropriado pelos servidores), além da venda ilegal de anilhas de pássaros silvestres.
As autoridades investigam ainda denúncias de maus tratos a animais e o desaparecimento de espécimes da fauna sob custódia do Ibama.
Após quebra de sigilo telefônico dos servidores suspeitos, a PF constatou a extração de grandes quantidades de madeira da reserva, apesar da inexistência de um plano de manejo sustentável para a unidade. De acordo com o MPF, a madeira era vendida a serralherias e outras empresas da região.
A ação cumpriu mandados de prisão temporários. Os acusados deverão ficar presos por pelo menos 15 dias. Segundo o MPF, o objetivo da prisão preventiva é assegurar que os envolvidos não irão dificultar a apuração dos crimes.
Batizada de Operação Pinóquio, a ação da PF teve apoio do Ministério Público Federal (MPF) em Guaratinguetá, que denunciou o esquema em 2006. De acordo com o MPF, os servidores do Ibama, inclusive o chefe da unidade, vendiam mudas de plantas com registro do órgão sem o recolhimento de taxa federal (o valor era apropriado pelos servidores), além da venda ilegal de anilhas de pássaros silvestres.
As autoridades investigam ainda denúncias de maus tratos a animais e o desaparecimento de espécimes da fauna sob custódia do Ibama.
Após quebra de sigilo telefônico dos servidores suspeitos, a PF constatou a extração de grandes quantidades de madeira da reserva, apesar da inexistência de um plano de manejo sustentável para a unidade. De acordo com o MPF, a madeira era vendida a serralherias e outras empresas da região.
A ação cumpriu mandados de prisão temporários. Os acusados deverão ficar presos por pelo menos 15 dias. Segundo o MPF, o objetivo da prisão preventiva é assegurar que os envolvidos não irão dificultar a apuração dos crimes.
Fonte: 24 Horas News
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