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Notícias
13
mar
2008
(DESMATAMENTO)
Reduzir emissões do desmate na Amazônia custaria US$ 3,4 bilhões
A maior parte da contribuição brasileira para o aquecimento global, que vem do desmatamento na Amazônia, poderia ser evitada com um investimento de US$ 3,4 bilhões ao longo de dez anos. A conclusão é de um estudo coordenado pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), segundo o qual é possível evitar a emissão de uma tonelada de gás carbônico (o principal gás do efeito estufa) na região investindo menos de um dólar.
A conta, feita pelo Ipam em colaboração com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e com o Centro de Pesquisas Woods Hole (Estados Unidos), será apresentada nesta quarta-feira (12) à Frente Parlamentar Ambientalista, na Câmara dos Deputados em Brasília.
"O estudo mostra que o custo de reduzir desmatamento é plausível e muito mais baixo do que se imaginava. O mais importante é ter vontade política para implementar um programa de reduções nas emissões do desmatamento e da degradação", declarou Paulo Moutinho, coordenador de pesquisa do Ipam e co-autor do estudo, em comunicado oficial.
As estimativas incluem investimento para combater o desmatamento, bem como um sistema de compensações financeiras que incentive populações tradicionais da região (pagando cerca de meio salário mínimo por família) e fazendeiros a manter a floresta em pé. Com o plano, seria possível reduzir as emissões de gás carbônico oriundas da floresta em cerca de 5 bilhões de toneladas. A intenção é tentar incluir o plano nas futuras negociações internacionais sobre o aquecimento global, de forma que os países desenvolvidos financiem a redução de emissões na Amazônia.
A conta, feita pelo Ipam em colaboração com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e com o Centro de Pesquisas Woods Hole (Estados Unidos), será apresentada nesta quarta-feira (12) à Frente Parlamentar Ambientalista, na Câmara dos Deputados em Brasília.
"O estudo mostra que o custo de reduzir desmatamento é plausível e muito mais baixo do que se imaginava. O mais importante é ter vontade política para implementar um programa de reduções nas emissões do desmatamento e da degradação", declarou Paulo Moutinho, coordenador de pesquisa do Ipam e co-autor do estudo, em comunicado oficial.
As estimativas incluem investimento para combater o desmatamento, bem como um sistema de compensações financeiras que incentive populações tradicionais da região (pagando cerca de meio salário mínimo por família) e fazendeiros a manter a floresta em pé. Com o plano, seria possível reduzir as emissões de gás carbônico oriundas da floresta em cerca de 5 bilhões de toneladas. A intenção é tentar incluir o plano nas futuras negociações internacionais sobre o aquecimento global, de forma que os países desenvolvidos financiem a redução de emissões na Amazônia.
Fonte: Globo Online
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