Voltar
Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Para madeireiros, 1% das empresas frauda no Pará.
Associações de madeireiros do Pará decidiram romper o silêncio sobre as denúncias de adulteração e falsificação que envolvem 182 empresas com 1.263 Autorizações de Transporte de Produtos Florestais (ATPFs), divulgadas na quinta-feira pelo Ibama no Estado, afirmando que só 1% delas fraudam os documentos.
Para a Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira e a União das Entidades Florestais do Pará as empresas acusadas de fraudes representam 9,85% das serrarias paraenses e os documentos adulterados, 0,7% do total que circula no Pará.
Fonte: Agência Estado
02/dez/03
Para a Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira e a União das Entidades Florestais do Pará as empresas acusadas de fraudes representam 9,85% das serrarias paraenses e os documentos adulterados, 0,7% do total que circula no Pará.
Fonte: Agência Estado
02/dez/03
Fonte:
Notícias em destaque
Exportações na cadeia moveleira reagem em fevereiro e março, mas fecham 1º trimestre abaixo de 2025
Em meio à reorganização dos mercados internacionais, “Conjuntura de Móveis – Abril/2026” apontou...
(MERCADO)
Florestas plantadas respondem por 94 por cento da madeira para fins industriais
A sociedade consome produtos provenientes de florestas todos os dias, e a presença da madeira pode ser constatada em produtos como...
(SETOR FLORESTAL)
Ibá anuncia banca de jurados de seu 3º Prêmio de Jornalismo
Roberto Waack, Carlos Aguiar e Vera Ondei compõem o júri da terceira edição; inscrições vão...
(EVENTOS)
A sustentabilidade da silvicultura e o envolvimento de toda a cadeia produtiva
A silvicultura brasileira alcançou um nível de desenvolvimento admirável. Evoluiu em produtividade, tecnologia,...
(SILVICULTURA)
FSC: marco de 10 milhões de hectares certificados reafirmam o Brasil como potência em soluções baseadas na natureza
Com um crescimento em área de quase 40% nos últimos dez anos, o Brasil acaba de alcançar a marca de 10 milhões de...
(CERTIFICAÇÃO)
Processamento de pequi no Araguaia projeta volume três vezes maior que principal polo nacional
Com aporte do governo britânico, projeto impulsiona bioeconomia e tem potencial de gerar R$ 21 milhões por ano para mais de mil...
(AGRO)














