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Notícias
27
fev
2008
(MADEIRA E PRODUTOS)
Madeira apreendida pelo Ibama no Pará será leiloada
Os 15 mil metros cúbicos de madeira irregular apreendidos no município de Tailândia, no Pará, durante a operação Guardiões da Amazônia, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), serão repassados ao governo do Estado, que irá leiloar a madeira. A informação foi dada ontem, em Brasília, pela governadora do Estado, Ana Júlia Carepa.
Segundo a governadora, os recursos arrecadados com o leilão da madeira serão utilizados para aparelhar o Estado e para investir nos municípios atingidos pelo desmatamento ilegal. "Eles [os madeireiros] estavam acostumados a ser os fiéis depositários e acabavam utilizando a madeira. Agora, não vão mais utilizar a madeira que vem de origem ilegal", disse Ana Júlia.
O mesmo procedimento deve ser adotado em relação à madeira ilegal apreendida em futuras operações. No ano passado, o governo do Estado e o Ibama firmaram um termo de compromisso determinando que toda a madeira e demais subprodutos florestais apreendidos no Pará fossem doados à Secretaria de Meio Ambiente, que deve promover leilões administrativos. O dinheiro deve ser usado para o aparelhamento da fiscalização ambiental dos dois órgãos.
Ontem, foi desencadeada a Operação Arco de Fogo, que tem como objetivo patrulhar a Amazônia e deter o desmatamento na região. O diretor-geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa, estima em mais de mil o número de agentes na força-tarefa, que começará por Tailândia (PA), cidade onde madeireira organizaram manifestações contra o combate ao desmatamento.
Segundo Corrêa, a fiscalização começará pelas serrarias e depois será direcionada às ações de combate ao transporte e corte ilegal de madeira. "Com certeza vamos ter capacidade de apoiar as forças estaduais em outras atividades criminosas que decorrem da atividade nessas localidades", disse o diretor da PF.
A Polícia Federal já estuda a destinação que será dada à madeira apreendida nessa operação. Uma das possibilidades em avaliação é a realização de leilões. Os recursos arrecadados seriam revertidos para o financiamento das ações de combate ao desmatamento.
"As madeireiras que trabalharem dentro da legalidade estará até mais confortáveis depois da operação, porque terão segurança e a certeza de que não está havendo nenhuma concorrência desleal ao seu trabalho", prevê o diretor-geral da Polícia Federal. "Vamos enfrentar o desmatamento e toda a criminalidade correlata à isso. Isso pode refletir até na criminalidade mais comum possível, como fraude, corrupção, e aí ninguém está livre, instituição nenhuma”.
Segundo a governadora, os recursos arrecadados com o leilão da madeira serão utilizados para aparelhar o Estado e para investir nos municípios atingidos pelo desmatamento ilegal. "Eles [os madeireiros] estavam acostumados a ser os fiéis depositários e acabavam utilizando a madeira. Agora, não vão mais utilizar a madeira que vem de origem ilegal", disse Ana Júlia.
O mesmo procedimento deve ser adotado em relação à madeira ilegal apreendida em futuras operações. No ano passado, o governo do Estado e o Ibama firmaram um termo de compromisso determinando que toda a madeira e demais subprodutos florestais apreendidos no Pará fossem doados à Secretaria de Meio Ambiente, que deve promover leilões administrativos. O dinheiro deve ser usado para o aparelhamento da fiscalização ambiental dos dois órgãos.
Ontem, foi desencadeada a Operação Arco de Fogo, que tem como objetivo patrulhar a Amazônia e deter o desmatamento na região. O diretor-geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa, estima em mais de mil o número de agentes na força-tarefa, que começará por Tailândia (PA), cidade onde madeireira organizaram manifestações contra o combate ao desmatamento.
Segundo Corrêa, a fiscalização começará pelas serrarias e depois será direcionada às ações de combate ao transporte e corte ilegal de madeira. "Com certeza vamos ter capacidade de apoiar as forças estaduais em outras atividades criminosas que decorrem da atividade nessas localidades", disse o diretor da PF.
A Polícia Federal já estuda a destinação que será dada à madeira apreendida nessa operação. Uma das possibilidades em avaliação é a realização de leilões. Os recursos arrecadados seriam revertidos para o financiamento das ações de combate ao desmatamento.
"As madeireiras que trabalharem dentro da legalidade estará até mais confortáveis depois da operação, porque terão segurança e a certeza de que não está havendo nenhuma concorrência desleal ao seu trabalho", prevê o diretor-geral da Polícia Federal. "Vamos enfrentar o desmatamento e toda a criminalidade correlata à isso. Isso pode refletir até na criminalidade mais comum possível, como fraude, corrupção, e aí ninguém está livre, instituição nenhuma”.
Fonte: Valor Econômico
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