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Notícias
24
fev
2008
(MEIO AMBIENTE)
Recadastrar terras na Amazônia custará R$ 50 milhões
O governo espera concluir até julho o recadastramento das grandes propriedades rurais dos 36 municípios campeões de desmatamento na Amazônia. Para realizar um pente-fino nas fazendas da região, deverão ser gastos R$ 50 milhões, segundo projeção apresentada ontem pelo presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Rolf Hackbart. Ele explicou, porém, que o recadastramento das pequenas propriedades - com até 300 hectares - vai demorar mais tempo, e deverá ser encerrado em dois anos.
Segundo relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) que analisou os financiamentos públicos, as pequenas propriedades são responsáveis por 18% do desmatamento na região. "O importante é que haverá um amplo recadastramento e as críticas de que apenas os pequenos eram fiscalizados não terão mais procedência", endossou a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. "Vamos poder separar o joio do trigo", completou.
Hackbart e Marina falaram sobre o recadastramento ao lado do ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, que reconheceu que o recadastramento não é por si só, suficiente para coibir o desmatamento na Amazônia Legal. "Ele não resolve tudo, mas é um insumo fundamental no combate ao desmatamento", avaliou Cassel.
Ao lado de Cassel e Hackbart, a ministra Marina Silva negou que tenha havido divergências entre ela e o titular da Agricultura, Reinhold Stephanes , em relação ao desmatamento da Amazônia. Recentemente, os dois ministros demonstraram posições distintas sobre o tema. A cisão foi evidenciada durante reunião ministerial. Ontem, Stephanes não participou da entrevista coletiva, na sede do ministério do Desenvolvimento Agrário. "A decisão tomada é de governo. Não há divergência alguma em relação às medidas", afirmou Marina.
Segundo relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) que analisou os financiamentos públicos, as pequenas propriedades são responsáveis por 18% do desmatamento na região. "O importante é que haverá um amplo recadastramento e as críticas de que apenas os pequenos eram fiscalizados não terão mais procedência", endossou a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. "Vamos poder separar o joio do trigo", completou.
Hackbart e Marina falaram sobre o recadastramento ao lado do ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, que reconheceu que o recadastramento não é por si só, suficiente para coibir o desmatamento na Amazônia Legal. "Ele não resolve tudo, mas é um insumo fundamental no combate ao desmatamento", avaliou Cassel.
Ao lado de Cassel e Hackbart, a ministra Marina Silva negou que tenha havido divergências entre ela e o titular da Agricultura, Reinhold Stephanes , em relação ao desmatamento da Amazônia. Recentemente, os dois ministros demonstraram posições distintas sobre o tema. A cisão foi evidenciada durante reunião ministerial. Ontem, Stephanes não participou da entrevista coletiva, na sede do ministério do Desenvolvimento Agrário. "A decisão tomada é de governo. Não há divergência alguma em relação às medidas", afirmou Marina.
Fonte: Agência Estado
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