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Notícias
22
fev
2008
(INDÚSTRIA)
Baixa renda: melhor oportunidade da indústria moveleira em 2008
O setor de móveis no Brasil passa por um bom momento, com o aquecimento do mercado interno e o volume de crédito no Brasil no patamar mais elevado em 12 anos. Os consumidores, tanto da classe média como os de baixa renda, estão otimistas. Para 53% da população das classes C, D e E, 2008 deverão ser melhor que 2007 e 59% acreditam que o seu poder de compra deverá aumentar neste ano.
Para se beneficiar deste clima favorável, o empresário do setor moveleiro precisa entender o comportamento do consumidor da base da pirâmide de renda, que em 2007 movimentou R$ 550 bilhões. Para Renato Meirelles, sócio-diretor da AvenidaBrasil, agência de publicidade especializada em baixa renda, “é comum ver estratégias de marketing voltadas para este público com abordagens equivocadas, que não atingem os consumidores porque se baseiam em referências e motivações das classes A e B”.
Com o objetivo de orientar os profissionais do setor sobre as melhores estratégias para conquistar o consumidor popular, Meirelles participará do 2º Seminário Oportunidades para a Indústria Moveleira, promovido pela FIEP (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), com a palestra “Para quem vender mais e melhor: segmentação do mercado moveleiro”, que acontece em Curitiba em 21 de fevereiro.
“Vender para o consumidor popular é muito diferente de vender para a elite. Enquanto os ricos compram algo para se destacar, as classes C, D e E compram para fazer parte de um grupo. As motivações são diferentes, as referências são diferentes, por isso é preciso falar com eles de modo distinto”, destaca Renato, também sócio do DATA Popular Pesquisa & Consultoria.
Sobre Renato Meirelles
Sócio-diretor da Avenida Brasil Comunicação e Marketing, Meirelles tem MBA em gestão de negócios. Também sócio do Data Popular Pesquisa & Consultoria, atendeu clientes como C&A, Unibanco, Grupo Silvio Santos, Banco Ibi, Pernambucanas, Casas Bahia, entre outros. Foi um dos responsáveis por transformar o instituto em referência absoluta no conhecimento do consumidor da base da pirâmide de renda do Brasil. Renato Meirelles é colaborador do livro “Varejo para Baixa Renda”, publicado pelo GVcev – Centro de Excelência em Varejo da FGV-EAESP.
Para se beneficiar deste clima favorável, o empresário do setor moveleiro precisa entender o comportamento do consumidor da base da pirâmide de renda, que em 2007 movimentou R$ 550 bilhões. Para Renato Meirelles, sócio-diretor da AvenidaBrasil, agência de publicidade especializada em baixa renda, “é comum ver estratégias de marketing voltadas para este público com abordagens equivocadas, que não atingem os consumidores porque se baseiam em referências e motivações das classes A e B”.
Com o objetivo de orientar os profissionais do setor sobre as melhores estratégias para conquistar o consumidor popular, Meirelles participará do 2º Seminário Oportunidades para a Indústria Moveleira, promovido pela FIEP (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), com a palestra “Para quem vender mais e melhor: segmentação do mercado moveleiro”, que acontece em Curitiba em 21 de fevereiro.
“Vender para o consumidor popular é muito diferente de vender para a elite. Enquanto os ricos compram algo para se destacar, as classes C, D e E compram para fazer parte de um grupo. As motivações são diferentes, as referências são diferentes, por isso é preciso falar com eles de modo distinto”, destaca Renato, também sócio do DATA Popular Pesquisa & Consultoria.
Sobre Renato Meirelles
Sócio-diretor da Avenida Brasil Comunicação e Marketing, Meirelles tem MBA em gestão de negócios. Também sócio do Data Popular Pesquisa & Consultoria, atendeu clientes como C&A, Unibanco, Grupo Silvio Santos, Banco Ibi, Pernambucanas, Casas Bahia, entre outros. Foi um dos responsáveis por transformar o instituto em referência absoluta no conhecimento do consumidor da base da pirâmide de renda do Brasil. Renato Meirelles é colaborador do livro “Varejo para Baixa Renda”, publicado pelo GVcev – Centro de Excelência em Varejo da FGV-EAESP.
Fonte: LVBA Comunicação
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