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Notícias
17
fev
2008
(ECONOMIA)
Movergs pede redução nas alíquotas de IPI
A MOVERGS encaminhou documento para os senadores e deputados federais gaúchos solicitando a redução das alíquotas de IPI em 10% para 5% dos móveis que ainda não foram contemplados com esta redução. A Entidade quer igualdade de tratamento entre as empresas do mesmo setor. No documento, a Entidade demonstra as diferenças como o colchão que possui alíquota de 0%, enquanto a cama de madeira tem de 5% e a cama de metal tem de 10%. Outro caso são as cozinhas que, tanto de madeira quanto de metal, tem uma alíquota de 5% e as cadeiras de madeira tem alíquota de 10%. Neste documento, estão demonstrados todos os segmentos de móveis e as alíquotas correspondentes.
Para Jorge Mattiello, vice-presidente da MOVERGS e responsável pelo comitê tributário e fiscal da Entidade, “a redução do IPI de 10% para 5% estimula a indústria de móveis nacionais a abrir mais postos de trabalho, novos empresas, bem como amplia as possibilidades de vendas tanto no mercado interno como no externo”. Segundo as estimativas apresentadas pelo Instituto de Estudos de Marketing Industrial Ltda – IEMI, para alguns itens de móveis a balança comercial apresenta-se desfavorável, entre os quais, encontram-se os tipos de móveis com alíquota de 10%, já que perdem competitividade.
Segundo Maristela Cusin Longhi, presidente da Entidade, este pleito visa a sustentabilidade e competitividade da indústria moveleira. “A desvalorização do câmbio, os aumentos constantes dos insumos, a demora no ressarcimento dos saldos credores dos impostos federais e estaduais para as empresas exportadoras, além de outros fatores, vem contribuindo para a entrada de móveis estrangeiros no País”, afirma. No mesmo estudo do IEMI, 86% das empresas atuam no mercado interno e, com a diminuição da alíquota, podem absorver os produtos importados.
“Defendemos a redução na carga tributária para aumentar a geração de empregos, na renda e no aumento do poder de compra que, consequentemente, na arrecadação de impostos por parte dos governos”, conclui Maristela Longhi.
Para Jorge Mattiello, vice-presidente da MOVERGS e responsável pelo comitê tributário e fiscal da Entidade, “a redução do IPI de 10% para 5% estimula a indústria de móveis nacionais a abrir mais postos de trabalho, novos empresas, bem como amplia as possibilidades de vendas tanto no mercado interno como no externo”. Segundo as estimativas apresentadas pelo Instituto de Estudos de Marketing Industrial Ltda – IEMI, para alguns itens de móveis a balança comercial apresenta-se desfavorável, entre os quais, encontram-se os tipos de móveis com alíquota de 10%, já que perdem competitividade.
Segundo Maristela Cusin Longhi, presidente da Entidade, este pleito visa a sustentabilidade e competitividade da indústria moveleira. “A desvalorização do câmbio, os aumentos constantes dos insumos, a demora no ressarcimento dos saldos credores dos impostos federais e estaduais para as empresas exportadoras, além de outros fatores, vem contribuindo para a entrada de móveis estrangeiros no País”, afirma. No mesmo estudo do IEMI, 86% das empresas atuam no mercado interno e, com a diminuição da alíquota, podem absorver os produtos importados.
“Defendemos a redução na carga tributária para aumentar a geração de empregos, na renda e no aumento do poder de compra que, consequentemente, na arrecadação de impostos por parte dos governos”, conclui Maristela Longhi.
Fonte: Movergs
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