Voltar
Notícias
11
fev
2008
(DESMATAMENTO)
Governo prepara medida excepcional para desmatador
O Governo planeja uma anistia para quem derrubou ilegalmente a floresta amazônica. O projeto vai tentar reduzir e compensar o desmatamento na Amazônia Legal.
A medida está em estudo nos Ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente. Com ela, empresas e agricultores poderão manter 50% das fazendas desmatadas, voltarem à legalidade e ter direito ao crédito agrícola oficial se aceitarem recuperar e repor a floresta dos outros 50% das propriedades. Caso a decisão seja adotada, o governo quer legalizar em torno de 220 mil quilômetros quadrados de Amazônia desmatada ilegalmente. A área é semelhante à extensão dos Estados do Paraná e Sergipe.
A obrigatoriedade estabelecida no Código Florestal, de manter reserva legal correspondente a 80% do tamanho do imóvel, podendo desmatar e produzir nos demais 20% continuará valendo para quem não derrubou a mata ou para quem adquirir propriedade nova.
Embora a medida funcione como uma anistia, o secretário-executivo do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, um dos defensores da idéia não aceita essa definição. Segundo ele, trata-se de uma medida excepcional, destinada a resolver um problema urgente.
No final de janeiro, Capobianco divulgou dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) segundo os quais em novembro e dezembro houve aumento de desmatamento na Amazônia.
A medida está em estudo nos Ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente. Com ela, empresas e agricultores poderão manter 50% das fazendas desmatadas, voltarem à legalidade e ter direito ao crédito agrícola oficial se aceitarem recuperar e repor a floresta dos outros 50% das propriedades. Caso a decisão seja adotada, o governo quer legalizar em torno de 220 mil quilômetros quadrados de Amazônia desmatada ilegalmente. A área é semelhante à extensão dos Estados do Paraná e Sergipe.
A obrigatoriedade estabelecida no Código Florestal, de manter reserva legal correspondente a 80% do tamanho do imóvel, podendo desmatar e produzir nos demais 20% continuará valendo para quem não derrubou a mata ou para quem adquirir propriedade nova.
Embora a medida funcione como uma anistia, o secretário-executivo do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, um dos defensores da idéia não aceita essa definição. Segundo ele, trata-se de uma medida excepcional, destinada a resolver um problema urgente.
No final de janeiro, Capobianco divulgou dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) segundo os quais em novembro e dezembro houve aumento de desmatamento na Amazônia.
Fonte: O Estado de São Paulo
Notícias em destaque
As vendas de armários podem continuar em declínio: Relatório de Tendências Comerciais da KCMA
As vendas de armários de cozinha em maio caíram em comparação com o ano anterior, mas aumentaram ligeiramente em...
(INTERNACIONAL)
Sementeira projeta faturar R$ 900 milhões com eucalipto
Projeto iniciado há 18 anos forma uma das maiores florestas
O avanço das usinas de etanol de milho em Mato Grosso tem ampliado a...
(GERAL)
Eucalipto ou pinus: qual faz mais sentido?
A escolha entre eucalipto ou pinus raramente é apenas técnica. Em boa parte dos projetos florestais, ela começa na...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Veracel abre três novas oportunidades de trabalho na companhia
Os processos de inscrições são feitos diretamente pelo site da empresa
A Veracel Celulose está com três...
(GERAL)
Suzano abre 45 vagas de trainee para Operador(a) de Máquina Florestal em Três Lagoas (MS)
Inscrições para a 2ª edição da ação “Você na Suzano” serão realizadas no...
(GERAL)
Exportações de madeira caem 8 por cento no primeiro semestre
Apesar da tímida reação em junho, o acumulado do ano está abaixo do mesmo período do ano passado. Tarifas,...
(MERCADO)














