Voltar
Notícias
06
fev
2008
(MANEJO)
Setor madeireiro tenta reverter proibição de novos planos manejo
Entidades do setor madeireiro tentarão rever a proibição da retirada de toras em planos de manejo, determinada pelo decreto do Governo Federal que proibiu abertura de áreas em 19 municípios mato-grossenses apontados entre os maiores desmatadores do país.
O presidente do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte (Sindusmad), José Eduardo Pinto, alegou que o setor pode sofrer uma nova estagnação, já que entre as cidades que estão na lista são grandes fornecedores de madeira, entre elas Alta Floresta, Marcelândia, Juína e Juara. "A única forma de combater o desmatamento é com planos de manejo, que autoriza a exploração seletiva, e como já há uma escassez na liberação, agora vai se agravar", detalhou.
Segundo José Eduardo, o sindicato estuda uma forma para suspender o item do decreto que proíbe o corte seletivo nesses municípios. Uma carta aberta foi elaborada pelo setor e deve ser encaminhada para o governo e órgãos competentes (Ministério do Meio Ambiente e Ibama).
Na semana passada, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, esteve em Sinop e cobrou o comprometimento do segmento em combater o desmate ilegal. Também foi enfática em afirmar que o decreto continuará valendo em toda essa região.
Alta Floresta, por exemplo, está entre os 10 maiores produtores de madeira do Estado. No ano passado, também teve aumento de 30% nas exportações, em relação a 2006. A atividade madeireira é a base da economia de dezenas de cidades na região Norte sendo responsável por mais de 15 mil empregos diretos.
O presidente do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte (Sindusmad), José Eduardo Pinto, alegou que o setor pode sofrer uma nova estagnação, já que entre as cidades que estão na lista são grandes fornecedores de madeira, entre elas Alta Floresta, Marcelândia, Juína e Juara. "A única forma de combater o desmatamento é com planos de manejo, que autoriza a exploração seletiva, e como já há uma escassez na liberação, agora vai se agravar", detalhou.
Segundo José Eduardo, o sindicato estuda uma forma para suspender o item do decreto que proíbe o corte seletivo nesses municípios. Uma carta aberta foi elaborada pelo setor e deve ser encaminhada para o governo e órgãos competentes (Ministério do Meio Ambiente e Ibama).
Na semana passada, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, esteve em Sinop e cobrou o comprometimento do segmento em combater o desmate ilegal. Também foi enfática em afirmar que o decreto continuará valendo em toda essa região.
Alta Floresta, por exemplo, está entre os 10 maiores produtores de madeira do Estado. No ano passado, também teve aumento de 30% nas exportações, em relação a 2006. A atividade madeireira é a base da economia de dezenas de cidades na região Norte sendo responsável por mais de 15 mil empregos diretos.
Fonte: Só Notícias
Notícias em destaque
Pesquisa busca adaptar pinus às mudanças climáticas e aumentar a produtividade
Embrapa Florestas desenvolve desde 2021 estudo para identificar materiais genéticos mais adaptados às transformações...
(TECNOLOGIA)
Mercado de madeira tratada deve crescer 6,7 por cento ao ano até 2030, segundo pesquisa
O mercado mundial de madeira tratada deve crescer, em média, 6,7% ao ano até 2030, segundo projeção da Grand View...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Suzano abre oportunidades de emprego em Bataguassu, Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas (MS)
Oportunidades abrangem áreas florestal, manutenção, logística, administrativa e operacional, com...
(GERAL)
Suzano bate recorde em Santos e embarca 39,1 mil t de celulose em 24h
Volume, que seguiu em dois navios para a Europa, equivale a 407 vagões de trens de carga
A Suzano embarcou 39,1 mil toneladas de...
(LOGÍSTICA)
Em cenário desafiador, setor brasileiro de árvores cultivadas exporta US$ 3,6 bilhões no primeiro trimestre de 2026
Boletim Mosaico, produzido pela Ibá, traz os resultados da indústria no período; China segue como principal destino dos...
(MERCADO)
Equipamentos para plantio florestal na operação
A janela de plantio tem impacto direto sobre o custo de formação da floresta. Quando a equipe entra em campo com solo mal preparado,...
(MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS)














