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Notícias
02
fev
2008
(IBAMA)
Cosipar faz acordo com o Ibama
A Companhia Siderúrgica do Pará (Cosipar) acaba de divulgar que vai plantar até 7 milhões de árvores em uma área de 32 mil hectares no Estado do Pará dentro do prazo de 10 anos. A ação é resultado de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado em dezemrbo do ano passado entre a empresa e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama).
O valor do investimento não foi divulgado, mas a empresa atualmente já detém uma reserva de proteção de 400 hectares no Pará, área que preserva e na qual estuda a biodiversidade, o que consome investimentos anuais de R$ 100 mil. Além disso, a empresa possui um viveiro com produção anual de 7 milhões de mudas de eucaliptos, onde são aplicados R$ 12 milhões por ano. Segundo o executivo, o viveiro passará por ampliação para poder cultivar também espécies nativas a serem plantadas na nova área.
Segundo a empresa, o TAC suspende todas as ações administrativas e judiciais que o Ibama tem contra a empresa e vice-versa, como a multa de R$ 65 milhões aplicada pelo instituto à Cosipar em 2005. Na época, o Ibama multou em R$ 500 milhões 12 siderúrgicas do Pará e Maranhão devido à não comprovação da origem do carvão vegetal utilizado pelas empresas. Desde então, as usinas vêm discutindo com o instituto Termos de Ajustamento de Conduta para tratar das questões.
Segundo a Cosipar, a empresa foi a primeira a fechar um acordo. Com a assinatura do TAC, a expectativa da companhia é que seja retomado o fornecimento de minério de ferro pela Companhia Vale do Rio Doce, suspenso desde outubro do ano passado, quando a Vale decidiu suspender o fornecimento da matéria-prima para todas as fabricantes de ferro-gusa que não estivessem cumprindo a legislação ambiental e trabalhista, o que penalizou oito empresas.
O valor do investimento não foi divulgado, mas a empresa atualmente já detém uma reserva de proteção de 400 hectares no Pará, área que preserva e na qual estuda a biodiversidade, o que consome investimentos anuais de R$ 100 mil. Além disso, a empresa possui um viveiro com produção anual de 7 milhões de mudas de eucaliptos, onde são aplicados R$ 12 milhões por ano. Segundo o executivo, o viveiro passará por ampliação para poder cultivar também espécies nativas a serem plantadas na nova área.
Segundo a empresa, o TAC suspende todas as ações administrativas e judiciais que o Ibama tem contra a empresa e vice-versa, como a multa de R$ 65 milhões aplicada pelo instituto à Cosipar em 2005. Na época, o Ibama multou em R$ 500 milhões 12 siderúrgicas do Pará e Maranhão devido à não comprovação da origem do carvão vegetal utilizado pelas empresas. Desde então, as usinas vêm discutindo com o instituto Termos de Ajustamento de Conduta para tratar das questões.
Segundo a Cosipar, a empresa foi a primeira a fechar um acordo. Com a assinatura do TAC, a expectativa da companhia é que seja retomado o fornecimento de minério de ferro pela Companhia Vale do Rio Doce, suspenso desde outubro do ano passado, quando a Vale decidiu suspender o fornecimento da matéria-prima para todas as fabricantes de ferro-gusa que não estivessem cumprindo a legislação ambiental e trabalhista, o que penalizou oito empresas.
Fonte: Gazeta Mercantil
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