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Notícias
29
jan
2008
(MÓVEIS)
Cascas de coco são reaproveitadas na produção de móveis
O brasileiro consome sete milhões de toneladas de coco por ano. Só nas praias de Fortaleza, são 40 toneladas por dia. As cascas dos cocos formam pilhas na orla da praia.
Na cidade de Icapuí (CE), a casca do coco seca é valiosa. Virou matéria-prima de um projeto social que vai gerar renda para uma comunidade da região.
Em uma fábrica, se aproveita quase tudo da casca. O substrato, chamado "tanino", é um fungicida natural. O farelo, prensado, serve como adubo que ajuda a reter água.
A fibra de coco pode ser usada até na contenção de areia na praia. Uma manta desenvolvida em parceria com a Embrapa não suja e ainda serve como adubo. "O lixo que é gerado na própria praia pode ser aproveitado e vir a fazer este trabalho de contenção na praia", diz o técnico da Embrapa Luiz Veras.
O mercado do reaproveitamento tem criado oportunidades de trabalho como em uma indústria de beneficiamento em Fortaleza. Pedro Araújo era catador de lixo, agora já tem uma renda permanente. "Aqui já é garantido. Tem uma produção que dá para gente manter a família", atesta o beneficiador de coco Pedro Araújo.
Sem arrependimento
Uma indústria que utiliza a casca de coco na fabricação de móveis e objetos de decoração foi inaugurada há três meses com quatro funcionários. Hoje, já são 20 trabalhadores na linha de produção. Quem investiu não se arrepende.
"Ele é resistente à água, resistente à maresia. É um trabalho que não se perde, não se acaba não se desgasta. É o lixo que se torna luxo", compara o comerciante Cairo Magalhães.
Na cidade de Icapuí (CE), a casca do coco seca é valiosa. Virou matéria-prima de um projeto social que vai gerar renda para uma comunidade da região.
Em uma fábrica, se aproveita quase tudo da casca. O substrato, chamado "tanino", é um fungicida natural. O farelo, prensado, serve como adubo que ajuda a reter água.
A fibra de coco pode ser usada até na contenção de areia na praia. Uma manta desenvolvida em parceria com a Embrapa não suja e ainda serve como adubo. "O lixo que é gerado na própria praia pode ser aproveitado e vir a fazer este trabalho de contenção na praia", diz o técnico da Embrapa Luiz Veras.
O mercado do reaproveitamento tem criado oportunidades de trabalho como em uma indústria de beneficiamento em Fortaleza. Pedro Araújo era catador de lixo, agora já tem uma renda permanente. "Aqui já é garantido. Tem uma produção que dá para gente manter a família", atesta o beneficiador de coco Pedro Araújo.
Sem arrependimento
Uma indústria que utiliza a casca de coco na fabricação de móveis e objetos de decoração foi inaugurada há três meses com quatro funcionários. Hoje, já são 20 trabalhadores na linha de produção. Quem investiu não se arrepende.
"Ele é resistente à água, resistente à maresia. É um trabalho que não se perde, não se acaba não se desgasta. É o lixo que se torna luxo", compara o comerciante Cairo Magalhães.
Fonte: G1
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