Voltar
Notícias
26
jan
2008
(DESMATAMENTO)
Área desmatada na Amazônia pode ser o dobro dos números preliminares
A área desmatada na Amazônia entre agosto e dezembro de 2007 pode ser o dobro dos 3.235 quilômetros quadrados desmatados anunciados pelo Ministério do Meio Ambiente. A estimativa maior pode ser explicada pelas diferenças entre os dois sistemas de monitoramento da floresta.
Segundo o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) Gilberto Câmara, os dados preliminares não refletem a totalidade da devastação ocorrida na região. "São apenas uma parte do que está acontecendo. Neste período não temos imagens de satélite detalhadas. O Inpe chama a atenção do governo para que tome medidas de prevenção cabíveis”, afirmou Câmara em entrevista concedida ao lado da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.
O Inpe trabalha com dois sistemas de monitoramento da Amazônia: um que detecta o desmatamento em tempo real (responsável por apontar os dados preliminares) e outro com imagens de satélite mais minuciosas, que divulga resultados anuais. Como a variação média entre o levantamento preliminar e o consolidado chega a 40%, o secretário executivo do Ministério do Meio Ambiente (MMA), João Paulo Capobianco, acredita que o desmatamento real nos últimos cinco meses possa chegar a 7 mil quilômetros quadrados.
Segundo Capobianco, o aumento deu-se em meses atípicos e pode ser uma antecipação de algo previsto para 2008, por causa da estiagem, ou significar a retomada efetiva do desmatamento na região. “Trabalhamos com a pior hipótese”, admitiu.
O secretário ressaltou que, entre agosto de 2006 e agosto de 2007, foi registrada a segunda menor taxa de desmatamento anual da história da Amazônia. “Queremos garantir que esta conquista se mantenha”, ressaltou.
Capobianco citou medidas que serão colocadas em prática pelo MMA para diminuir a derrubada de árvores. Entre elas, a definição de uma lista suja de municípios, onde estarão proibidas autorizações de novos desmatamentos, e o embargo de propriedades que fizeram corte ilegal da floresta, para impedi-las de comercializarem produtos. “O monitoramento será feito por radar. Se os produtores desobedecerem aos embargos, os compradores respondem solidariamente”, explicou.
Segundo o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) Gilberto Câmara, os dados preliminares não refletem a totalidade da devastação ocorrida na região. "São apenas uma parte do que está acontecendo. Neste período não temos imagens de satélite detalhadas. O Inpe chama a atenção do governo para que tome medidas de prevenção cabíveis”, afirmou Câmara em entrevista concedida ao lado da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.
O Inpe trabalha com dois sistemas de monitoramento da Amazônia: um que detecta o desmatamento em tempo real (responsável por apontar os dados preliminares) e outro com imagens de satélite mais minuciosas, que divulga resultados anuais. Como a variação média entre o levantamento preliminar e o consolidado chega a 40%, o secretário executivo do Ministério do Meio Ambiente (MMA), João Paulo Capobianco, acredita que o desmatamento real nos últimos cinco meses possa chegar a 7 mil quilômetros quadrados.
Segundo Capobianco, o aumento deu-se em meses atípicos e pode ser uma antecipação de algo previsto para 2008, por causa da estiagem, ou significar a retomada efetiva do desmatamento na região. “Trabalhamos com a pior hipótese”, admitiu.
O secretário ressaltou que, entre agosto de 2006 e agosto de 2007, foi registrada a segunda menor taxa de desmatamento anual da história da Amazônia. “Queremos garantir que esta conquista se mantenha”, ressaltou.
Capobianco citou medidas que serão colocadas em prática pelo MMA para diminuir a derrubada de árvores. Entre elas, a definição de uma lista suja de municípios, onde estarão proibidas autorizações de novos desmatamentos, e o embargo de propriedades que fizeram corte ilegal da floresta, para impedi-las de comercializarem produtos. “O monitoramento será feito por radar. Se os produtores desobedecerem aos embargos, os compradores respondem solidariamente”, explicou.
Fonte: Agência Brasil
Notícias em destaque
Principais tecnologias para viveiros florestais
A qualidade de uma floresta plantada começa muito antes da operação de campo. Ela é definida na escolha...
(SILVICULTURA)
A produtividade do eucalipto não viaja pronta
A produtividade das florestas de eucalipto varia muito entre regiões e até mesmo entre áreas de uma mesma propriedade. Clima,...
(SILVICULTURA)
Em 1772, Benjamin Franklin enviou sementes de uma árvore chinesa para a Geórgia; em 1900, o governo plantou mais e hoje ela ocupa 185 mil hectares
Uma árvore enviada por Benjamin Franklin há mais de 250 anos escapou dos jardins e hoje ocupa 185 mil hectares
Em 1772, Benjamin...
(SILVICULTURA)
Após mais de 1 milhão de mudas plantadas, área de conservação do Paraná ganha torre para observar a biodiversidade da Mata Atlântica
Com 13 metros de altura, nova estrutura da SPVS integra a Experiência Guaricica e amplia a visitação em uma área que...
(SILVICULTURA)
Tendências na construção em madeira em 2026
A construção em madeira deixou de ser um nicho associado apenas a casas de campo ou estruturas temporárias. As...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Torre de madeira com 85,4 metros mostrou que edifícios altos não precisam depender apenas de concreto e aço, ao usar 22 colunas principais, quatro grandes treliças de glulam nas fachadas e peças que chegam a quase 1,5 metro de seção para sustentar
Torre de madeira Mjøstårnet usa glulam, CLT e concreto para sustentar 18 pavimentos e controlar cargas e vento em 85,4 metros na...
(MADEIRA E PRODUTOS)














