Voltar
Notícias
24
jan
2008
(MEIO AMBIENTE)
Lula convoca reunião de emergência sobre Amazônia
A ministra do meio Ambiente, Marina Silva, informa que houve na Amazônia, em novembro e dezembro, um "desmatamento nunca visto". Ela informou que comunicou o fato ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na reunião ministerial de quarta-feira (23), e que ele convocou para esta quinta-feira (24) uma reunião de emergência para discutir o assunto.
Segundo os dados levantados por satélite nos últimos meses, se nada for feito para conter a devastação, o desmatamento, no período 2007-2008, poderá chegar a 15.000 km2, cerca de 30% a mais que o registrado entre 2006-2007.
Esta seria a primeira alta do índice desde 2004, quando houve aumento de 8% na área desmatada, e representará uma superfície de mata perdida praticamente igual à de 2006.
A tendência de alta já havia sido detectada em meados do ano passado, quando foi registrada uma aceleração da devastação entre os meses de julho e setembro, na comparação com o mesmo período de 2006.
Marina disse que do encontro desta quinta-feira com o presidente participarão, além dela própria, os ministros da Agricultura, Reinhold Stephanes, da Justiça, Tarso Genro, da Defesa, Nelson Jobim, e da Casa Civil, Dilma Rousseff.
Os dados apresentados têm como base o sistema de satélite Deter que, para ser mais rápido, registra apenas parte do que é desmatado. Levando em conta os dados históricos, estima-se que a área cortada possa chegar a 7.000 km2 entre agosto e dezembro de 2007.
O mais preocupante, diz nota do ministério, é o registro de áreas desmatadas nos meses de novembro e dezembro, o que é considerado atípico.
"É um comportamento completamente novo e muito preocupante", destaca o secretário-executivo do ministério, João Paulo Capobianco, segundo nota divulgada pelo governo.
O aumento do preço das commodities também pode ter agravado o quadro, diz o ministério. Segundo a ministra, as atividades típicas dos Estados que mais desmataram - Mato Grosso, Pará e Rondônia - são a pecuária e a soja que, coincidentemente, registraram aumento de preços.
Os municípios campeões de desmatamento são São Felix do Xingu e Cumaru do Norte, ambos no Pará, e Colmiza, em Mato Grosso.
Segundo os dados levantados por satélite nos últimos meses, se nada for feito para conter a devastação, o desmatamento, no período 2007-2008, poderá chegar a 15.000 km2, cerca de 30% a mais que o registrado entre 2006-2007.
Esta seria a primeira alta do índice desde 2004, quando houve aumento de 8% na área desmatada, e representará uma superfície de mata perdida praticamente igual à de 2006.
A tendência de alta já havia sido detectada em meados do ano passado, quando foi registrada uma aceleração da devastação entre os meses de julho e setembro, na comparação com o mesmo período de 2006.
Marina disse que do encontro desta quinta-feira com o presidente participarão, além dela própria, os ministros da Agricultura, Reinhold Stephanes, da Justiça, Tarso Genro, da Defesa, Nelson Jobim, e da Casa Civil, Dilma Rousseff.
Os dados apresentados têm como base o sistema de satélite Deter que, para ser mais rápido, registra apenas parte do que é desmatado. Levando em conta os dados históricos, estima-se que a área cortada possa chegar a 7.000 km2 entre agosto e dezembro de 2007.
O mais preocupante, diz nota do ministério, é o registro de áreas desmatadas nos meses de novembro e dezembro, o que é considerado atípico.
"É um comportamento completamente novo e muito preocupante", destaca o secretário-executivo do ministério, João Paulo Capobianco, segundo nota divulgada pelo governo.
O aumento do preço das commodities também pode ter agravado o quadro, diz o ministério. Segundo a ministra, as atividades típicas dos Estados que mais desmataram - Mato Grosso, Pará e Rondônia - são a pecuária e a soja que, coincidentemente, registraram aumento de preços.
Os municípios campeões de desmatamento são São Felix do Xingu e Cumaru do Norte, ambos no Pará, e Colmiza, em Mato Grosso.
Fonte: Estadão Online
Notícias em destaque
Setor madeireiro brasileiro amplia alerta com crise global e defende diversificação de mercados
Exportações de madeira caem quase 30% em 2026 e especialistas apontam tarifas, geopolítica e custos logísticos como...
(GERAL)
Brasil expande manejo sustentável de florestas, diz ONU BR
A área florestal global diminuiu em mais de 40 milhões de hectares entre 2015 e 2025, de acordo com um novo relatório...
(MANEJO)
Exportações na cadeia moveleira reagem em fevereiro e março, mas fecham 1º trimestre abaixo de 2025
Em meio à reorganização dos mercados internacionais, “Conjuntura de Móveis – Abril/2026” apontou...
(MERCADO)
Florestas plantadas respondem por 94 por cento da madeira para fins industriais
A sociedade consome produtos provenientes de florestas todos os dias, e a presença da madeira pode ser constatada em produtos como...
(SETOR FLORESTAL)
Ibá anuncia banca de jurados de seu 3º Prêmio de Jornalismo
Roberto Waack, Carlos Aguiar e Vera Ondei compõem o júri da terceira edição; inscrições vão...
(EVENTOS)
A sustentabilidade da silvicultura e o envolvimento de toda a cadeia produtiva
A silvicultura brasileira alcançou um nível de desenvolvimento admirável. Evoluiu em produtividade, tecnologia,...
(SILVICULTURA)














