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Notícias
21
jan
2008
(MÓVEIS)
Exportadores de móveis reiniciam articulações
Inicia 2008 e com ele a expectativa de muita mobilização para o setor moveleiro exportador de São Bento do Sul, que tenta se recuperar da crise muita dura no último semestre do ano passado.
Bastante prejudicada pelo dólar baixo, concorrência asiática, falta de repasse de créditos estaduais e federais, além da alta taxa de juros e da carga tributária, a indústria na região, que tem vocação na exportação de móveis, agora teme os reflexos das medidas que foram adotadas pelo governo federal como aumento no Imposto sobre Operações Fiscais (IOF), que já incide justamente nas transações que envolvem câmbio.
Para o empresário e presidente da Sindusmobil, Ivo Sandi Grossl, essas empresas retornam agora com foco no levantamento de dados sobre as perdas do ano passado, mas o clima continua desanimador.
“Como você pode ver, a inflação voltou a subir e deve refletir também nos salários”, diz Sandi.
O fechamento do ano não foi dos melhores, avalia o presidente da Sindusmobil. Ivo lembra que foram feitas muitas tentativas para aliviar as perdas e evitar maiores demissões, inclusive com audiências no Ministério da Fazenda, em Brasília, mas ainda assim não foi suficiente devido a pauta do congresso estar concentrada nas negociações para a prorrogação da CPMF.
A perspectiva agora é para que ainda esta semana seja feito algum novo encaminhamento para liberação de créditos estaduais e federais, além de outras medidas que possam amenizar as perdas.
“No mais tardar na próxima semana tem que começar a articulação”, prevê Sandi.
Bastante prejudicada pelo dólar baixo, concorrência asiática, falta de repasse de créditos estaduais e federais, além da alta taxa de juros e da carga tributária, a indústria na região, que tem vocação na exportação de móveis, agora teme os reflexos das medidas que foram adotadas pelo governo federal como aumento no Imposto sobre Operações Fiscais (IOF), que já incide justamente nas transações que envolvem câmbio.
Para o empresário e presidente da Sindusmobil, Ivo Sandi Grossl, essas empresas retornam agora com foco no levantamento de dados sobre as perdas do ano passado, mas o clima continua desanimador.
“Como você pode ver, a inflação voltou a subir e deve refletir também nos salários”, diz Sandi.
O fechamento do ano não foi dos melhores, avalia o presidente da Sindusmobil. Ivo lembra que foram feitas muitas tentativas para aliviar as perdas e evitar maiores demissões, inclusive com audiências no Ministério da Fazenda, em Brasília, mas ainda assim não foi suficiente devido a pauta do congresso estar concentrada nas negociações para a prorrogação da CPMF.
A perspectiva agora é para que ainda esta semana seja feito algum novo encaminhamento para liberação de créditos estaduais e federais, além de outras medidas que possam amenizar as perdas.
“No mais tardar na próxima semana tem que começar a articulação”, prevê Sandi.
Fonte: Gazeta SBS
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