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Notícias
12
jan
2008
(EXPORTAÇÃO)
Política industrial tenta compensar efeitos do câmbio
O governo pretende utilizar a política industrial para tentar compensar os exportadores das perdas decorrentes da valorização do câmbio, que afeta a receita em real dos embarques de itens industrializados.
A política industrial não vai oferecer redução de tributos, mas deve conter medidas para reduzir custos com o transporte como forma de ampliar a competitividade dos produtos brasileiros. Welber Barral, secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, informa que a política industrial também deverá trazer medidas de estímulo à inovação, melhora do ambiente jurídico e ações relativas à compras governamentais.
Para os exportadores, a tendência é que o desempenho das exportações dependa mais da cotação das commodities. O vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, lembra que o cenário brasileiro depende do alcance da desaceleração da economia americana e do seu efeito no comércio mundial. "O comércio exterior do Brasil é altamente dependente do mundo porque 65% da pauta das exportações é formada por commodities", diz.
Contabilizada a receita de US$ 160,6 bilhões gerada pelas exportações em 2007, o governo faz uma projeção de US$ 172 bilhões para 2008. Essa indicação é tida como conservadora e vai ser revista em fevereiro. Os exportadores, contudo, se mostram mais cautelosos e prevêem US$ 169 bilhões.
A política industrial não vai oferecer redução de tributos, mas deve conter medidas para reduzir custos com o transporte como forma de ampliar a competitividade dos produtos brasileiros. Welber Barral, secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, informa que a política industrial também deverá trazer medidas de estímulo à inovação, melhora do ambiente jurídico e ações relativas à compras governamentais.
Para os exportadores, a tendência é que o desempenho das exportações dependa mais da cotação das commodities. O vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, lembra que o cenário brasileiro depende do alcance da desaceleração da economia americana e do seu efeito no comércio mundial. "O comércio exterior do Brasil é altamente dependente do mundo porque 65% da pauta das exportações é formada por commodities", diz.
Contabilizada a receita de US$ 160,6 bilhões gerada pelas exportações em 2007, o governo faz uma projeção de US$ 172 bilhões para 2008. Essa indicação é tida como conservadora e vai ser revista em fevereiro. Os exportadores, contudo, se mostram mais cautelosos e prevêem US$ 169 bilhões.
Fonte: Agência Ciesp
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