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Notícias
08
jan
2008
(PAPEL E CELULOSE)
Setor de papel e celulose se prepara para novo ciclo de expansão
Após um ano marcado pelo excesso de demanda por celulose no mercado externo e pela expansão da economia nacional, o setor de papel e celulose brasileiro prevê que 2008 seja um ano menos intenso. A razão para isso é sazonal: as empresas estão se preparando para uma nova onda de investimentos e entradas em operação de fábricas que terá início em 2009.
Principal fornecedora de máquinas e equipamentos para este mercado, a Voith Paper é um termômetro de como andam os projetos do setor. Após registrar pedidos da ordem de R$ 670 milhões em 2006 e R$ 740 milhões em 2007, a empresa prevê fechar o ano fiscal de 2008 também com resultados favoráveis de encomendas, mas não tão expressivos quanto o registrado na comparação entre 2006 e 2007.
O presidente da Voith Paper América do Sul, Nestor de Castro Neto, evita fazer uma projeção exata para este ano pois ainda aguarda as diversas possibilidades de novos projetos que podem ser oficializados. No ano fiscal passado, que se encerraram em setembro de 2007, os resultados da companhia foram impulsionados por grandes encomendas, como a máquina de papelcartão usada pela Klabin em Telêmaco Borba (PR) e a desaguadora de celulose a ser instalada na planta da Votorantim Celulose e Papel (VCP) em Três Lagoas (MS). “Como tivemos uma entrada de pedidos bastante grande no ano passado, diria que 2008 dão sinais avançados de que o ano será um sucesso”, diz.
Castro prevê que a receita da companhia no atual ano fiscal alcance até R$ 700 milhões, um novo recorde para a empresa no Brasil e uma expansão de 15% em relação ao faturamento de R$ 607 milhões registrado no ano fiscal de 2007.
Principal fornecedora de máquinas e equipamentos para este mercado, a Voith Paper é um termômetro de como andam os projetos do setor. Após registrar pedidos da ordem de R$ 670 milhões em 2006 e R$ 740 milhões em 2007, a empresa prevê fechar o ano fiscal de 2008 também com resultados favoráveis de encomendas, mas não tão expressivos quanto o registrado na comparação entre 2006 e 2007.
O presidente da Voith Paper América do Sul, Nestor de Castro Neto, evita fazer uma projeção exata para este ano pois ainda aguarda as diversas possibilidades de novos projetos que podem ser oficializados. No ano fiscal passado, que se encerraram em setembro de 2007, os resultados da companhia foram impulsionados por grandes encomendas, como a máquina de papelcartão usada pela Klabin em Telêmaco Borba (PR) e a desaguadora de celulose a ser instalada na planta da Votorantim Celulose e Papel (VCP) em Três Lagoas (MS). “Como tivemos uma entrada de pedidos bastante grande no ano passado, diria que 2008 dão sinais avançados de que o ano será um sucesso”, diz.
Castro prevê que a receita da companhia no atual ano fiscal alcance até R$ 700 milhões, um novo recorde para a empresa no Brasil e uma expansão de 15% em relação ao faturamento de R$ 607 milhões registrado no ano fiscal de 2007.
Fonte: InvestNews
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