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Notícias
03
jan
2008
(CARBONO)
EUA terão meta nacional de redução de emissões
O próximo presidente americano, seja ele democrata ou republicano, assinará no começo de seu governo uma lei que estabelece limites nacionais para a redução de emissões de gás carbônico - o que equivale a aceitar os princípios do Protocolo de Kyoto. Isso se o próprio George W. Bush não for forçado pelo Congresso a sancionar tal lei ainda neste ano.
A profecia é do físico John P. Holdren, conselheiro dos democratas sobre mudança climática desde o governo Clinton, em entrevista à Folha de S.Paulo. Professor da Universidade Harvard, presidente do Instituto de Pesquisas de Woods Hole e chefe do Conselho da AAAS (Associação Americana para o Avanço da Ciência), ele diz ver com otimismo a participação americana no regime climático global pós-Kyoto.
Segundo ele, "a maioria dos americanos entende que é essencial para os EUA serem líderes em redução de emissões, não um retardatário como este país tem sido até agora".
“Há uma chance razoável de que o Congresso atual aprove uma lei de limite e comércio de emissões, e o sr. Bush terá de decidir se a sanciona ou veta. Um veto teria um custo muito alto para o Partido Republicano na eleição presidencial de 2008, e poderia levar à aprovação de uma lei ainda mais dura no início da próxima administração", diz Holdren.
No entanto, afirma que, mesmo com um clima político favorável, a meta de estabilizar as concentrações de CO2 na atmosfera em 450 partes por milhão, nível considerado seguro pelos cientistas, é "quase inalcançável".
"No ponto em que estamos é muito difícil imaginar como chegaríamos a 450 ppm, mas é nessa concentração que devemos mirar se quisermos evitar impactos inadministráveis".
A profecia é do físico John P. Holdren, conselheiro dos democratas sobre mudança climática desde o governo Clinton, em entrevista à Folha de S.Paulo. Professor da Universidade Harvard, presidente do Instituto de Pesquisas de Woods Hole e chefe do Conselho da AAAS (Associação Americana para o Avanço da Ciência), ele diz ver com otimismo a participação americana no regime climático global pós-Kyoto.
Segundo ele, "a maioria dos americanos entende que é essencial para os EUA serem líderes em redução de emissões, não um retardatário como este país tem sido até agora".
“Há uma chance razoável de que o Congresso atual aprove uma lei de limite e comércio de emissões, e o sr. Bush terá de decidir se a sanciona ou veta. Um veto teria um custo muito alto para o Partido Republicano na eleição presidencial de 2008, e poderia levar à aprovação de uma lei ainda mais dura no início da próxima administração", diz Holdren.
No entanto, afirma que, mesmo com um clima político favorável, a meta de estabilizar as concentrações de CO2 na atmosfera em 450 partes por milhão, nível considerado seguro pelos cientistas, é "quase inalcançável".
"No ponto em que estamos é muito difícil imaginar como chegaríamos a 450 ppm, mas é nessa concentração que devemos mirar se quisermos evitar impactos inadministráveis".
Fonte: Folha Online
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