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Notícias
28
dez
2007
(COMÉRCIO EXTERIOR)
Exportadores prevêem que superávit caia 22% em 2008
Na conta dos exportadores, as importações crescerão 15% no próximo ano - passando de US$ 120,99 bilhões para US$ 139,11 bilhões , mais do que o dobro do ritmo de 6% de expansão das exportações - que subirão de US$ 159,32 bilhões para US$ 168,840 bilhões.
Com isso, o saldo comercial brasileiro, que até então financiava o balanço de transações correntes - conta que mede a negociação de bens e serviços com outros países-, seguirá positivo, mas recuará para US$ 29,730 bilhões. Para este ano, a AEB espera que a balança tenha saldo de US$ 38,33 bilhões.
Segundo José Augusto de Castro, vice-presidente da AEB, a previsão leva em conta a manutenção do atual "cenário benigno" para a economia internacional. "Se os EUA tiverem recessão ou houver algum problema na China que altere a demanda por commodities, os números serão piores", disse.
"Estamos aguardando uma política industrial que aumente a eficiência da indústria. Só com a redução de custos, a indústria conseguirá exportar com essa taxa de câmbio", disse Roberto Segatto, presidente da Abracex (Associação Brasileira de Comércio Exterior).
Para os exportadores, a volta do déficit em transações correntes diminuirá a entrada de dinheiro no país e poderá levar o real a um câmbio de R$ 2 por dólar até o final de 2008.
Segundo a AEB, o crescimento das exportações brasileiras em 2008 dependerá basicamente de quatro produtos: petróleo, soja, minério de ferro e aviões. Para a associação, o aumento da receita exportada está mais ligado a uma elevação nas cotações das commodities do que o aumento das vendas.
"Com exceção de aviões, que seguem contratos longos e têm uma dinâmica própria, a taxa de câmbio tirou a competitividade dos produtos manufaturados. A balança [comercial] dependerá da exportação de produtos primários", disse.
A expectativa é que a exportação de produtos básicos cresça 15,7% em 2008, atingindo US$ 58,63 bilhões -o equivalente a 34,7% da pauta de exportações, maior participação do segmento desde 1983.
Por outro lado, os produtos manufaturados crescerão apenas 1,5%, somando US$ 106,910 bilhões -50,4% das exportações, menor proporção desde 1980, segundo a AEB.
A venda de aviões no exterior somará US$ 5,6 bilhões em 2008, recuperando a liderança perdida para os automóveis, que ficarão em US$ 4,5 bilhões.
Para Castro, o câmbio deveria estar hoje entre R$ 2,40 e R$ 2,50 para que houvesse reação na venda dos manufaturados.
Com isso, o saldo comercial brasileiro, que até então financiava o balanço de transações correntes - conta que mede a negociação de bens e serviços com outros países-, seguirá positivo, mas recuará para US$ 29,730 bilhões. Para este ano, a AEB espera que a balança tenha saldo de US$ 38,33 bilhões.
Segundo José Augusto de Castro, vice-presidente da AEB, a previsão leva em conta a manutenção do atual "cenário benigno" para a economia internacional. "Se os EUA tiverem recessão ou houver algum problema na China que altere a demanda por commodities, os números serão piores", disse.
"Estamos aguardando uma política industrial que aumente a eficiência da indústria. Só com a redução de custos, a indústria conseguirá exportar com essa taxa de câmbio", disse Roberto Segatto, presidente da Abracex (Associação Brasileira de Comércio Exterior).
Para os exportadores, a volta do déficit em transações correntes diminuirá a entrada de dinheiro no país e poderá levar o real a um câmbio de R$ 2 por dólar até o final de 2008.
Segundo a AEB, o crescimento das exportações brasileiras em 2008 dependerá basicamente de quatro produtos: petróleo, soja, minério de ferro e aviões. Para a associação, o aumento da receita exportada está mais ligado a uma elevação nas cotações das commodities do que o aumento das vendas.
"Com exceção de aviões, que seguem contratos longos e têm uma dinâmica própria, a taxa de câmbio tirou a competitividade dos produtos manufaturados. A balança [comercial] dependerá da exportação de produtos primários", disse.
A expectativa é que a exportação de produtos básicos cresça 15,7% em 2008, atingindo US$ 58,63 bilhões -o equivalente a 34,7% da pauta de exportações, maior participação do segmento desde 1983.
Por outro lado, os produtos manufaturados crescerão apenas 1,5%, somando US$ 106,910 bilhões -50,4% das exportações, menor proporção desde 1980, segundo a AEB.
A venda de aviões no exterior somará US$ 5,6 bilhões em 2008, recuperando a liderança perdida para os automóveis, que ficarão em US$ 4,5 bilhões.
Para Castro, o câmbio deveria estar hoje entre R$ 2,40 e R$ 2,50 para que houvesse reação na venda dos manufaturados.
Fonte: Folha de São Paulo
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