Voltar
Notícias
27
dez
2007
(SETOR FLORESTAL)
Florestas vigiadas
Em alguns anos, Belém se tornará a sede mundial do mapeamento de florestas tropicais. O motivo é o Laboratório para Monitoramento Global das Florestas Tropicais por Satélite, a ser implantado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
O laboratório integrará o Centro Regional da Amazônia (CRA), que, além do laboratório de Belém, terá também outras duas bases: a Estação de Recepção de Dados de Satélites, em Boa Vista, e o Núcleo de Monitoramento Ambiental, em Manaus.
Segundo o Inpe, o laboratório de Belém terá a missão de mapear o desmatamento das florestas tropicais, encontradas nos continentes americano e africano, na Ásia e na Oceania. Isso será possível graças aos acordos multilaterais com outros países para o uso das imagens de satélite. Hoje, além do próprio território, o Brasil monitora a África.
Segundo Gilberto Câmara, diretor do Inpe, na virada da década os únicos fornecedores de dados por satélite de sensoriamento remoto para o mundo serão o Brasil e a Índia, graças ao tempo de vida útil dos novos satélites.
As pesquisas brasileiras na área de mapeamento estão tão avançadas que, em reportagem publicada este ano pela revista Science, o sistema de monitoramento de florestas no Brasil foi definido como “a inveja do mundo”. Entretanto, Câmara destaca que ainda há um grande trabalho a ser feito para uma diminuição significativa do desmatamento na Amazônia.
Belém foi escolhida para sediar o laboratório de monitoramento global das florestas tropicais por diversos fatores. Entre eles, Câmara destacou a proximidade institucional e pessoal com o Museu Paraense Emílio Goeldi, que deverá ser um parceiro fundamental nessa nova etapa para a pesquisa na Amazônia.
“A vida ou morte da Amazônia se dará no Pará. O que ocorrer no Pará nos próximos 20 anos vai determinar o futuro da Amazônia”, disse o diretor do instituto.
O laboratório integrará o Centro Regional da Amazônia (CRA), que, além do laboratório de Belém, terá também outras duas bases: a Estação de Recepção de Dados de Satélites, em Boa Vista, e o Núcleo de Monitoramento Ambiental, em Manaus.
Segundo o Inpe, o laboratório de Belém terá a missão de mapear o desmatamento das florestas tropicais, encontradas nos continentes americano e africano, na Ásia e na Oceania. Isso será possível graças aos acordos multilaterais com outros países para o uso das imagens de satélite. Hoje, além do próprio território, o Brasil monitora a África.
Segundo Gilberto Câmara, diretor do Inpe, na virada da década os únicos fornecedores de dados por satélite de sensoriamento remoto para o mundo serão o Brasil e a Índia, graças ao tempo de vida útil dos novos satélites.
As pesquisas brasileiras na área de mapeamento estão tão avançadas que, em reportagem publicada este ano pela revista Science, o sistema de monitoramento de florestas no Brasil foi definido como “a inveja do mundo”. Entretanto, Câmara destaca que ainda há um grande trabalho a ser feito para uma diminuição significativa do desmatamento na Amazônia.
Belém foi escolhida para sediar o laboratório de monitoramento global das florestas tropicais por diversos fatores. Entre eles, Câmara destacou a proximidade institucional e pessoal com o Museu Paraense Emílio Goeldi, que deverá ser um parceiro fundamental nessa nova etapa para a pesquisa na Amazônia.
“A vida ou morte da Amazônia se dará no Pará. O que ocorrer no Pará nos próximos 20 anos vai determinar o futuro da Amazônia”, disse o diretor do instituto.
Fonte: Agência FAPESP
Notícias em destaque
Pesquisa busca adaptar pinus às mudanças climáticas e aumentar a produtividade
Embrapa Florestas desenvolve desde 2021 estudo para identificar materiais genéticos mais adaptados às transformações...
(TECNOLOGIA)
Mercado de madeira tratada deve crescer 6,7 por cento ao ano até 2030, segundo pesquisa
O mercado mundial de madeira tratada deve crescer, em média, 6,7% ao ano até 2030, segundo projeção da Grand View...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Suzano abre oportunidades de emprego em Bataguassu, Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas (MS)
Oportunidades abrangem áreas florestal, manutenção, logística, administrativa e operacional, com...
(GERAL)
Suzano bate recorde em Santos e embarca 39,1 mil t de celulose em 24h
Volume, que seguiu em dois navios para a Europa, equivale a 407 vagões de trens de carga
A Suzano embarcou 39,1 mil toneladas de...
(LOGÍSTICA)
Em cenário desafiador, setor brasileiro de árvores cultivadas exporta US$ 3,6 bilhões no primeiro trimestre de 2026
Boletim Mosaico, produzido pela Ibá, traz os resultados da indústria no período; China segue como principal destino dos...
(MERCADO)
Equipamentos para plantio florestal na operação
A janela de plantio tem impacto direto sobre o custo de formação da floresta. Quando a equipe entra em campo com solo mal preparado,...
(MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS)














