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Notícias
22
dez
2007
(DESMATAMENTO)
Queda de novo em MT
O desmatamento sofreu uma redução nos meses de setembro e outubro se comparado ao mesmo período do ano passado, de acordo com o Boletim Transparência Florestal, elaborado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). As quedas de 56% este ano, no mês de setembro, e de 17%, em outubro, inverteram uma tendência preocupante percebida entre maio e agosto, em que houve um aumento em relação a 2006.
Apesar dos números positivos, houve um crescimento significativo da área desmatada em setembro, quando a comparação é feita com o mês anterior deste mesmo ano. O Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) apontou que, enquanto em agosto 250 quilômetros quadrados foram desmatados, a extensão praticamente dobrou no mês seguinte, e subiu para 497 quilômetros quadrados.
O desmatamento ilegal foi responsável pela destruição de 90% da área degradada em setembro de 2007, mês em que as cidades com maiores índices de desmatamento foram Itaúba, com 41 quilômetros quadrados, e em seguida, Nova Bandeirantes, com 37,7 quilômetros quadrados. Em outubro, a retirada ilegal da vegetação atingiu 80% dos 384 quilômetros quadrados derrubados.
O desmatamento acumulado entre agosto e outubro deste ano, meses considerados críticos devido à proximidade do período de plantio agrícola, atingiu 1.131 quilômetros quadrados. O dado revela uma redução de 33% em relação ao período do ano anterior, quando foram eliminados 1.786 quilômetros quadrados de mata.
Segundo levantamento do Ministério do Meio Ambiente, o desmatamento estimado na Amazônia em 2006-2007 é de 11.224 quilômetros quadrados até julho, uma redução de 20% em relação a 2005-2006. O órgão afirmou que a contribuição mais significativa para o decréscimo partiu de Mato Grosso, que ainda o ocupa o 2º lugar no ranking de área desmatada.
"No mês de setembro houve um acréscimo, acreditamos que seja por conta da antecipação do preparo da terra para o plantio. Porém, caminhamos para a estabilização, mesmo porque já há muita área desmatada, a tendência agora é aumentar a produtividade na área já aberta", disse o coordenador do Instituto Centro-Vida (ICV), Sérgio Guimarães.
Guimarães frisou que mesmo com os números positivos no acumulado do período, é necessário manter a vigilância.
O secretário-adjunto de Mudanças Climáticas da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Afrânio Miglimari, afirmou que o órgão está fazendo uma análise por imagens de satélite para notificar e multar os responsáveis pelas áreas desmatadas ilegalmente ao longo do ano.
Apesar dos números positivos, houve um crescimento significativo da área desmatada em setembro, quando a comparação é feita com o mês anterior deste mesmo ano. O Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) apontou que, enquanto em agosto 250 quilômetros quadrados foram desmatados, a extensão praticamente dobrou no mês seguinte, e subiu para 497 quilômetros quadrados.
O desmatamento ilegal foi responsável pela destruição de 90% da área degradada em setembro de 2007, mês em que as cidades com maiores índices de desmatamento foram Itaúba, com 41 quilômetros quadrados, e em seguida, Nova Bandeirantes, com 37,7 quilômetros quadrados. Em outubro, a retirada ilegal da vegetação atingiu 80% dos 384 quilômetros quadrados derrubados.
O desmatamento acumulado entre agosto e outubro deste ano, meses considerados críticos devido à proximidade do período de plantio agrícola, atingiu 1.131 quilômetros quadrados. O dado revela uma redução de 33% em relação ao período do ano anterior, quando foram eliminados 1.786 quilômetros quadrados de mata.
Segundo levantamento do Ministério do Meio Ambiente, o desmatamento estimado na Amazônia em 2006-2007 é de 11.224 quilômetros quadrados até julho, uma redução de 20% em relação a 2005-2006. O órgão afirmou que a contribuição mais significativa para o decréscimo partiu de Mato Grosso, que ainda o ocupa o 2º lugar no ranking de área desmatada.
"No mês de setembro houve um acréscimo, acreditamos que seja por conta da antecipação do preparo da terra para o plantio. Porém, caminhamos para a estabilização, mesmo porque já há muita área desmatada, a tendência agora é aumentar a produtividade na área já aberta", disse o coordenador do Instituto Centro-Vida (ICV), Sérgio Guimarães.
Guimarães frisou que mesmo com os números positivos no acumulado do período, é necessário manter a vigilância.
O secretário-adjunto de Mudanças Climáticas da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Afrânio Miglimari, afirmou que o órgão está fazendo uma análise por imagens de satélite para notificar e multar os responsáveis pelas áreas desmatadas ilegalmente ao longo do ano.
Fonte: Diário de Cuiabá
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